Infecção urinária: como preveni-la em todas as idades, inclusive nas crianças

Com a chegada do calor, é normal que as pessoas passem mais tempo com a roupa de banho úmida ao corpo quando estão na praia ou piscina. Embora pareça inofensiva, essa prática pode ocasionar dermatites na região da genitália, sendo facilitadoras para o surgimento e proliferação de germes na via urinária, já que é um lugar úmido e propício para a instalação da bactéria.

A Infecção do Trato Urinário – ITU atinge homens e mulheres, em qualquer faixa etária. Pode acometer a bexiga (cistite), a ureta (uretrite) e rins (pielonefrite). Os sintomas são desconforto e dor para urinar, necessidade de ir mais vezes ao banheiro e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga.

prof.-amaro_site“Nestes casos e, no homem, é preciso investigar para saber se existe o comprometimento da próstata. Se a infecção atingir os rins, os sintomas são os mesmos, porém, a pessoa terá também febre e comprometimento do estado em geral. ”, explica o Dr. João Amaro, presidente da SBUSP – Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo e professor titular de Medicina de Botucatu – UNESP.

Na menina
As vulvuvaginites podem ser uma das causas para o aparecimento da infecção urinária na criança. “É importante fazer um exame clínico e, como prevenção, avaliar a vagina da menina”, afirma Amaro. Ele explica que, antes de um ano de idade, pode ocorrer alteração no desenvolvimento da estatura, sintomas e sinais genéricos que podem chamar atenção para o problema.

“Os pais devem educar a filha, desde cedo, a ter hábitos de higiene diariamente. Um problema muito comum é a forma inadequada de se limpar após a defecação, permitindo que as fezes tenham contato direto com o períneo e a vagina, contaminando a área, e assim, facilitando a infecção urinária baixa, ou seja, a cistite”, diz o especialista.

Na mulher
As chances de contrair a bactéria são maiores, já que a uretra é curta, medindo em torno de 4 centímetros. Pelo menos 50% das mulheres serão acometidas pela doença ao menos uma vez na vida. Problemas como diabetes, alterações no PH vaginal por conta da gravidez e complicações ginecológicas, como corrimento e a vulvovaginite – inflamação da vulva e da vagina, contribuem para a colonização do germe na bexiga.

No menino
No nascimento, temos a fimose fisiológica, que até pode permanecer até os quatro anos. A patologia é caracterizada por dificuldade de expor a glande após a retração da pele que a recobre. Desta forma, pode acontecer uma balanopostite, ou seja, uma inflamação desta região do pênis da criança, facilitando o aparecimento da infecção urinária.

No homem
Os problemas da próstata, glândula localizada abaixo da bexiga e à frente do reto, podem surgir após os 50 anos. São caracterizados por dificuldade de esvaziamento da bexiga, jato urinário fino e fraco, bem como o aumento do número de micções. Decorrente disto, ocorre uma queda natural de defesa e função do órgão, que pode levar ao aparecimento da infecção urinária.

Em termos de prevenção, além dos cuidados com a higiene, é bom evitar permanecer muito tempo com as peças íntimas úmidas nos órgãos genitais e recomenda-se beber muita água. “Alguns estudiosos afirmam que a alimentação à base de macrobiótica e cranberry são fatores para inibir a infecção urinária de repetição, mas não temos nada comprovado. O que se sabe é que, algumas vacinas específicas para combater a bactéria escherichia coli são efetivas”.

Se não tratada, a infecção urinária baixa, a cistite, pode evoluir para a pielonefrite, que leva a complicações e cicatrizes do rim, podendo alterar a função renal. Procure um urologista para investigar a doença e realizar o melhor tratamento.

Anúncios

Aproveitando as férias de Julho com segurança e tranquilidade

Vai viajar ou ficar em casa durante as férias escolares? Saiba que cuidados tomar para evitar acidentes na época em que eles mais acontecem

Especialista alerta: número de casos de acidentes domésticos e no trânsito aumenta significativamente no período de julho, mas pais podem proteger as crianças com dicas específicas para cada caso

ferias de julho

As férias de julho chegaram e se, por um lado, o período é de grande expectativa por parte das crianças, que ganham mais tempo para se divertir em casa, por outro, para os pais, é hora de se preocupar com detalhes que podem garantir o bem-estar e saúde dos pequenos. Segundo a pediatra e diretora médica do Hospital Prontobaby, Dra. Gina Sgorlon, esta é uma época em que é registrado um aumento significativo de internações de crianças por conta, principalmente, de acidentes no trânsito, afogamento, quedas, intoxicação e queimaduras.

Crianças pequenas costumam ser as mais atingidas durante as férias, pois passam a ficar mais tempo sem supervisão dentro de casa. A médica explica que, como os responsáveis acreditam que no ambiente doméstico elas estejam protegidas, acabam por não identificar riscos em potencial e tomando providencias para reduzi-los.

Outro equívoco muito comum em viagens para cidades menores é dispensar o uso do cinto de segurança, ou permitir que os filhos andem no banco da frente, pois os pais acreditam estarem em ambientes de menor risco. Acidentes de trânsito são as principais causas de morte de crianças e adolescentes com idades de um a 14 anos no Brasil.

Veja as dicas da diretora médica do Prontobaby – Hospital da Criança para adaptar melhor os espaços mais críticos da casa, aumentar a segurança das crianças em ambientes externos, além de como viajar de carro com mais segurança.

DENTRO DE CASA

 ferias-em-casa

Salas e quartos

– Piso molhado, muito liso e tapetes soltos representam risco de quedas. Opte por pisos e tapetes antiderrapantes, ou retire itens escorregadios do ambiente.

– Faça uma vistoria detalhada no piso de toda a casa: pedaços de tacos soltos ou pisos rachados podem oferecer riscos.

– Instale portões de segurança, grades, travas e/ou redes de proteção em janelas, sacadas, mezaninos e no topo e na base de escadas. Toda área que apresente risco de queda, por menor que seja, deve ser isolada.

– Atenção a fios elétricos desencapados e tomadas elétricas. Para evitar choques, use tampas, fita isolante ou mesmo móveis como barreira, para não permitir o acesso.

– Objetos pequenos como brinquedos, botões e moedas podem causar sufocações. Todos os objetos que contém partes pequenas devem ser guardados em caixas ou locais fechados.

– Cortinas e persianas que possuam cordas oferecem risco real de estrangulamento. Mantenha os fios em uma altura que não seja acessível à criança fazendo um nó ou prendendo com um pregador.

– Cuidado com as quinas. Se possível, opte sempre por móveis com quinas arredondadas ou use um protetor específico, vendido em lojas de utilidades.

– Móveis (inclusive cama e sofá) devem ser sempre mantidos longe de janelas e cortinas, nunca embaixo. Eles podem ser usados para escalar.

– Verifique se existem plantas ao alcance da criança e se essas não são venenosas, ou apresentam perigo para os pequenos, como espinhos ou partes pontiagudas.

Cozinha e Área de Serviço

– O fogão é o maior causador de acidentes na cozinha. Por isso, opte apenas pelas bocas de trás e mantenha todos os cabos de panelas virados para dentro.

– Guarde fósforos, isqueiros, sacos plásticos, substâncias como álcool, materiais de limpeza, objetos que quebram, talheres e facas em locais altos, ou trancados, o mais distante do alcance das crianças.

– Nunca deixe pontas de facas ou de garfos expostas. Coloque os cabos dos talheres devem ficar para cima no escorredor de louça.

– Eletrodomésticos que não estão em uso devem permanecer fora da tomada, além de dificultar o acesso das crianças a fios, que devem ser o mais curto possível.

– Evite colocar toalhas compridas sobre qualquer superfície. As crianças podem puxá-las e, se houver algo em cima pode cair sobre os pequenos.

– O recipiente de lixo precisa ser fechado com tampa e, se possível, não ficar em altura que a criança alcance.

– Na lavanderia, baldes e bacias devem ser mantidos vazios e guardados virados para baixo.

– Produtos de limpeza devem ser mantidos em seus recipientes originais. As embalagens de refrigerantes ou similares nunca devem ser reutilizadas para guardar produtos de limpeza, para não confundir as crianças.

Banheiros

– Procure manter a tampa da privada lacrada com dispositivo de segurança específico. Se não for possível, tenha o hábito de deixar a porta trancada.

– Jamais deixe uma criança na banheira sem supervisão, nem por alguns segundos, ou mesmo com pouca quantidade de água. E sempre esvazie o recipiente depois de usá-lo.

– Guarde utensílios e aparelhos como tesouras, lâminas, pranchas e secadores de cabelo em espaços fora do alcance das crianças.

– Tranque o compartimento de remédios, produtos de higiene pessoal, antissépticos bucais e outros produtos que apresentem perigo de intoxicação.

– Evite deixar banquinhos ou plataformas dando acesso à pia.

– Use materiais antiderrapantes no piso para evitar quedas.

FORA DE CASA 

Áreas externas com ou sem piscina

ferias na piscina

– Ensine seu filho a nunca entrar na piscina sem ter um adulto tomando conta. Até mesmo nas piscinas de plástico para crianças menores, com poucos centímetros de água, o risco de afogamento é grande.

– Sempre que acabar o uso, esvazie a piscina ou cubra-a com tela protetora – no caso das maiores.

– Se estiver supervisionando crianças na piscina, não se afaste nem por poucos minutos.

– Jamais acenda a churrasqueira com crianças por perto. O fogo pode subir e acabar ferindo seu filho. Facas e espetos devem ser deixados fora do alcance da criança. Assim como o álcool.

– Ensine as crianças a jamais levarem à boca frutos e folhas de plantas. Muitos deles não são comestíveis e podem causar intoxicação e envenenamento.

– Ensine seu filho a sempre olhar para os dois lados quando for buscar uma bola ou outro brinquedo que tenha ido para o meio da rua. Eles devem esperar os carros passarem, mesmo que isso custe perder o brinquedo.

Em parquinhos e playgrounds

seguranca no parquinho

– Em locais não conhecidos pela família, é fundamental que as crianças brinquem sob supervisão.

– Tome cuidado especial com os brinquedos que oferecem riscos de quedas, como escorrega e trepa-trepa, ou enforcamento, como balanços.

– Tire capuz e cachecóis para evitar estrangulamento.

– Bicicletas, patins e skates devem ser usados juntamente com equipamentos de segurança: capacete, joelheiras e cotoveleiras.

No trânsito

 

– De acordo com a legislação brasileira, até os 10 anos as crianças devem ser transportadas no banco traseiro e usando cinto de segurança. Até os sete anos, elas deve usar cadeirinhas específicas para peso e idade.

– O airbag do passageiro pode ferir seriamente uma criança quando essa estiver sentada no banco da frente. Se for transportar uma criança em carro com esse dispositivo, lembre-se de desativá-lo.

– Em paradas para abastecer, comer, ou por outro motivo, jamais deixe a criança desacompanhada. Locais localizados à beira da estrada oferecem alto risco de atropelamento para crianças.

Agora é só curtir as férias com as crianças sem preocupação alguma. 🙂

Beijos,

Fê!

E se você curtiu esse post, clica aqui em “Gosto” e em “Compartilhar”. Não esqueça também de curtir a gente no Facebook: http://facebook.com/maenaodorme e nem no Instagram: @blogmaenaodorme.

Neuras de uma mãe de menino

Nasce uma mãe, nasce uma culpa. Mas precisamos entender que algumas coisas fogem do nosso controle.

Semana passada fomos parar na emergência do hospital.

HOSP

Isso porque o João na terça-feira amanheceu com o pintinho muito inchado. Resolvi aguardar porque ele podia ter dado alguma topada dormindo. À noite começou a sair pus do pintinho e ele não deixava nem encostar que logo chorava.

Quarta liguei para a médica dele e ela me orientou ir na emergência, porque lá eles iriam fazer exame de urina.

Enquanto isso os pitacos brotavam: isso é porque não lava direito; ahhh, não tá fazendo a massagem direito; a higiene tá precária.

Já cheguei no hospital me sentindo a pior mãe desse planeta que não sabe lavar um pinto, não sabe fazer a massagem e ainda é porca. Fiquei muito triste de causar qualquer tipo de doença no meu filho.

Chegando lá, a médica chamou uma especialista. Elas duas desconfiaram logo de Balanite, mas preferiram fazer um exame de urina para descartar qualquer outra possibilidade.

Achei que seria um completo transtorno que o João fizesse xixi no potinho. Achei que ficaríamos o dia inteiro no hospital até que conseguisse algo, quase pedi de cara para que colocassem o saquinho nele.

Mas para a minha surpresa, saímos do consultório, dei um copinho de água pra ele, papai levou no banheiro e voltou com o potinho cheio. Quase chorei de emoção em ver meu bebê tão crescido (ok, mãe é boba, me deixa).

Ok, um tempinho de espera. Exame pronto! Não é infecção urinária. É Balanite!

Mas o que é balanite?

Nada mais é do que uma inflamação no pintinho.

E o que causa?

Basicamente a má higiene.

Aaah, sabia! Sua porca!

Não, nada disso! Calma! É que como a fimose do João é bem fechadinha, isso dificulta muito a limpeza total.

É comum que crianças com fimose tenham Balanite por conta dessa dificuldade de limpeza. Mas se ficar recorrente, é necessário consultar um cirurgião para ver a possibilidade de operação da fimose.

Como é o tratamento? Antibiótico?

Não! O tratamento é muito tranquilo, só uma pomadinha no pintinho.

Vou passar essa pomada por 7 dias, conforme indicação da médica, mas no dia seguinte já observamos uma melhora enorme.

Escrevo esse post com menos 10 quilos nas costas. Nem tudo é culpa minha. Se culpar é inevitável, mas se livrar da culpa é maravilhoso.

Então já sabe, acontecendo algo parecido com você, não se desespere, não se culpe (na maioria das vezes você nem tem culpa de nada).

Beijos,

Fê!

E se você curtiu esse post, clica aqui em “Gosto” e em “Compartilhar”. Não esqueça também de curtir a gente no Facebook: http://facebook.com/maenaodorme e nem no Instagram: @blogmaenaodorme.

Festa Junina: Fogos de artifício podem prejudicar a audição de bebês e crianças

Chegou a época mais deliciosa do ano, as festas juninas! Porém algo tradicional nessas festas pode causar problemas às crianças.

festa-junina-clube-pinheiros

As Festas Juninas começaram e em meio a guloseimas irresistíveis, outra tradição se destaca nos festejos: os fogos de artifício, rojões e outros artefatos explosivos. Embora lindos no céu, o barulho causa incômodo e um impacto muito grande em bebês e crianças pequenas, com riscos sérios para a audição.

O som forte produzido por esses artefatos pode causar danos irreparáveis na audição, como perda auditiva severa e irreversível. O principal sintoma de que algo está errado é o aparecimento imediato de zumbido. As crianças podem manifestar no choro o que estão sentido, mas o pior é que na maioria das vezes os pais não se dão conta do estrago que os fogos podem ter causado ao sistema auditivo de seus filhos.

É importante manter as crianças longe dos fogos, uma vez que o ruído – principalmente o dos rojões – pode ser bem alto, mesmo a uma distância superior a 3m.

festa junina

“A imaturidade auditiva dos primeiros 18 meses de idade pode fazer com que haja lesão na cóclea – órgão localizado na orelha interna – se a criança for exposta a sons muito altos ou passar muito tempo em um ambiente barulhento. Essa lesão pode passar despercebida naquele momento, mas iniciar um processo de perda de audição, uma vez que as células auditivas da orelha interna morrem e não há reposição”, explica Marcela Vidal, fonoaudióloga da Telex Soluções Auditivas.

A especialista lembra também que na empolgação da festa é comum esquecer que o barulho pode estimular demais um bebê e deixá-lo irritado. É importante ficar atento aos sinais. “Há crianças que dormem profundamente em um ambiente barulhento, já outras ficam extremamente desconfortáveis. Irritação e choro são os principais sintomas de que o bebê não está confortável no ambiente. É importante então procurar locais mais tranquilos e manter a voz – dos pais ou cuidadores – sempre em baixo volume, para que o bebê fique mais calmo, estimulando a plasticidade do nervo auditivo, que é importante nos primeiros meses de vida”, explica.

O ideal é não levar os pequenos para locais onde há queima de fogos; porém, se for inevitável, é importante que eles fiquem o mais afastado possível. 😉

Beijos,

Fê!

E se você curtiu esse post, clica aqui em “Gosto” e em “Compartilhar”. Não esqueça também de curtir a gente no Facebook: http://facebook.com/maenaodorme e nem no Instagram: @blogmaenaodorme.

Especialistas da NotreDame Intermédica alertam sobre distúrbios emocionais gerados durante e após a gravidez

Alterações emocionais na gravidez são normais, mas podem e devem ser controladas.Falar sobre os sentimentos e jamais usar ou suspender medicações sem orientação médica são algumas das dicas.

De cada 100 mulheres grávidas, 10 a 20 são acometidas pela depressão. Mas, afinal, como evitar ou amenizar os distúrbios emocionais, entre outras alterações geradas pela mudança de vida com a chegada do bebê? A psicóloga Karen Valeria da Silva e a obstetra Dra. Daniela Leanza, que integram o corpo clínico da NotreDame Intermédica esclarecem estas dúvidas.

De acordo com as especialistas,  a gestação é um momento de importantes reestruturações na vida da mulher e nos papéis que exerce. Mais do que isso, é um momento de preparação psicológica para a maternidade. “Trata-se de uma fase onde é preciso reajustar seu relacionamento conjugal, sua situação socioeconômica e suas atividades profissionais. E isso não é nada fácil. Muitas vezes, a gestante ‘se vê’ sozinha em diversas situações e acaba por entrar num processo gradual de depressão que tende a piorar no pós-parto”, analisa a psicóloga Karen Valeria da Silva.

Além das mudanças psicológicas, ocorrem as transformações hormonais e metabólicas que, muitas vezes, culminam em sensação de fragilidade, preocupações excessivas com a gravidez e saúde do bebê, responsabilidade, insegurança, medo, e alterações de humor que variam entre momentos de felicidade, tristeza e angústia.

depressao-na-gravidez

Depressão

Apesar de atingir de 10% a 20% das mulheres grávidas, ainda não se sabe exatamente o que causa a depressão na gestação. Contudo, deve-se atentar para alguns fatores de risco que indicam mais chances para o distúrbio. Os mais comuns são histórico de depressão, problemas conjugais, condições socioeconômicas baixas, experiências traumáticas no período gestacional, gravidez indesejada e até mesmo predisposição genética.

Entre os sinais e sintomas, são comuns alterações no hábito alimentar – redução ou aumento do apetite – e alterações no sono – ou sonolência excessiva ou insônia -, diminuição da libido, falta de energia e fadiga, perda do prazer pelas atividades que gosta, sentimentos de culpa, inutilidade ou pânico, pensamentos suicidas, tristeza, infelicidade e choro fácil.

Os sintomas da depressão podem afetar o comportamento da gestante trazendo consequências futuras ao feto.

Algumas pacientes acabam se isolando socialmente, faltam nas consultas de pré-natal e não seguem as orientações médicas, podendo iniciar ou aumentar o consumo de  álcool, tabaco e drogas que podem  trazer consequências como alteração no desenvolvimento do feto, aborto espontâneo, parto prematuro, baixo peso ao nascer, bebês com problemas de sono e também o maior uso de UTI neonatal.

A depressão pode ser tratada com o uso de medicação, porém é preciso avaliar o risco-benefício do uso de psicoterapêuticos. “Se a mulher já usava um antidepressivo antes da gravidez, o médico deverá avaliar a continuidade do tratamento ou a troca da medicação. Podem ser considerados também os tratamentos alternativos, como sessões de relaxamento e o uso de fitoterápicos”, explica a Karen Valeria da Silva. Também é imprescindível o acompanhamento psicoterapêutico que poderá auxiliar na identificação dos gatilhos e fornecer ferramentas de enfrentamento.

Depressão pós-parto

A depressão pós-parto pode ocorrer logo após ou em até um ano após o parto. Seus sinais e sintomas ocorrem quase todos os dias e vão do sentimento de tristeza ou desespero constante, perder o interesse ou não sentir prazer na maioria das atividades diárias, alterações de humor, ansiedade e excesso de preocupação, e até pensamento de morte nos casos mais graves.

Oficinas de Saúde

Estes cuidados foram apresentados durante o dia 4/5 como parte do projeto “Oficinas de Saúde”,promovido mensalmente pelo Grupo NotreDame Intermédica. Nestas oportunidades, beneficiários e convidados participam de palestras com especialistas em diferentes áreas. A próxima Oficina de Saúde está programada para dia 6/6 e será sobre obesidade x qualidade de vida, com o tema “Não deixa a obesidade virar um peso na sua vida”.

Compartilhando e incentivando hábitos saudáveis

O Grupo NotreDame Intermédica mantem em seu canal no Youtube diversos vídeos com dicas e orientações valiosas que visam melhorar a qualidade de vida e auxiliar na prevenção de riscos e doenças da população em geral, além de campanhas e vídeos institucionais.

Site: www.gndi.com.br

E vocês, o que acharam?

Beijos,

Fê!

E se você curtiu esse post, clica aqui em “Gosto” e em “Compartilhar”. Não esqueça também de curtir a gente no Facebook: http://facebook.com/maenaodorme e nem no Instagram: @blogmaenaodorme.

Alergia a Proteína x Intolerância a Lactose

Você sabia que alergia a proteína e intolerância a lactose são duas coisas diferentes?

Tenho visto muitos casos de crianças que são intolerantes ou tem a alergia a proteína do leite de vaca. Muitas matérias nos sites, recomendações, buscas de ajuda em grupos nas redes sociais.
Mas você sabe a verdadeira diferença entre os dois casos? É possível ter os dois ao mesmo tempo?

alergia-a-proteina-x-intolerancia

Primeiro de tudo não existe o termo alergia à lactose! O que nós podemos desenvolver é uma alergia à proteína, como segue no quadrinho abaixo:

Alergia Alimentar

É uma reação imunológica exacerbada à uma proteína, proveniente de alimentos.

Lactose

É o principal açúcar do leite, portanto é um carboidrato.

Entender essa diferença é super importante para prestar atenção nos sintomas e nos caminhos de dieta a seguir.

Quando se tem uma alergia a proteína, seus sintomas geralmente são através de manifestações das vias respiratórias, cutâneas ou gastrointestinais. A manifestação pode ser imediata, como dor, manchas avermelhadas na pele e vômitos ou também se manifestar de forma mais tardia como por exemplo, sangramento nas fezes do bebê/criança.
Com diagnóstico certo, o jeito é seguir a dieta e retirar leite e derivados da alimentação. Se o sintoma se manifestar em bebês de menos de seis meses, o leite é retirado da dieta da mãe. Caso o bebê/criança for maior, o pediatra irá prescrever uma fórmula de acordo com seu caso.

Já no caso da intolerância, a mesma ocorre quando não existe em nosso organismo a capacidade de absorção do açúcar do leite. A Solução: consumir produtos com baixa quantidade de lactose ou adicionar a enzima lactase na alimentação. Nesse caso, pode-se ter laticínios e leite na alimentação a depender da tolerância individual e com a devida orientação do nutrólogo/pediatra E nutricionista.

Mas meu filho pode ter os dois problemas? Sim, infelizmente pode! Geralmente isso ocorre quando o portador de APLV faz uma dieta inadequada e acaba desenvolvendo uma inflamação no intestino, que causa a intolerância.
Geralmente, com tratamento de 15 a 30 dias, conseguimos normalizar o caso e o paciente ter uma dieta saudável.

Beijos,

Fê!

E se você curtiu esse post, clica aqui em “Gosto” e em “Compartilhar”. Não esqueça também de curtir a gente no Facebook: http://facebook.com/maenaodorme e nem no Instagram: @blogmaenaodorme.

Horário de verão o sono do bebê

O horário de verão começou neste último sábado e já vejo algumas mães de cabelo em pé!

No post de hoje, vou compartilhar algumas dicas especiais para organizar a rotina sem muitos danos ao organismo dos pequenos, já que é comprovado que crianças menores de quatro anos sentem ainda mais o efeito da mudança do que os adultos.
horariodeveraoeosonodobebe

– Não tente mudar o horário de dormir de uma vez só!

O relógio biológico não está acostumado para essa brusca mudança! Crianças que dormem às 19/20h tendem a sofrer com a mudança no horário. Isso porque ainda estará claro e ela não vai querer dormir! Tente ajustar o horário durante uma semana, colocando 15 minutos por dia na diferença da hora de dormir!
 

– Use táticas especiais!

Tente passar a diminuir a rotina da casa a partir de um horário X. Dê banho, conte histórias, dê o jantar. Caso ainda esteja claro, tente escurecer o ambiente em que a criança irá dormir, causando o efeito de “noite”.
 

– Invista em relaxamento!

Que tal uma bela massagem antes de dormir? Ou um banho de banheira bem relaxante! Ou até mesmo uma música bem calma e baixinha! Esses serão artifícios que ajudarão o bebê a dormir melhor!
 

– Não elimine as sonecas

Achar que eliminando as sonecas o seu bebê terá sono a noite é ilusão! Ao fazer isso você deixará a criança mais irritada e cansada, podendo causar efeito contrário e enorme dificuldade de dormir, causando maior estresse!
 

– Fique atenta aos sinais de sono da criança! 

Mesmo que você faça a adaptação em 15 minutos por dia, pode ser que seu filho sinta sono um pouco antes. Se isso acontecer, tente colocá-lo para dormir antes e repita o horário no dia seguinte. Muitas crianças são bem adaptáveis e não sentirão tanta diferença com a mudança de horário. Pior será se elas passarem do ponto de dormir e entrarem em um ciclo de lutar contra o sono.
 
Por fim, não tenha pressa e faça a adaptação no tempo correto do seu bebê!

Beijos,

Fê!

E se você curtiu esse post, clica aqui em “Gosto” e em “Compartilhar”. Não esqueça também de curtir a gente no Facebook: http://facebook.com/maenaodorme e nem no Instagram: @blogmaenaodorme.