Feira infantil “O Burburinho” comemora sua 20ª edição no Shopping Città América

O evento infantil acontecerá dias 20 e 21 de Outubro na praça, recém-inaugurada, que faz parte do projeto de revitalização do Shopping Cittá América

o burburinho

Foto Thais Coutinho

Nos dias 20 e 21 de outubro, acontece a 20ª edição do ‘O Burburinho’ no Jardins do Office, no Città América (Av. das Américas, 700 – Barra da Tijuca). O evento reúne uma serie de atividades infantis, como oficinas, recreação, bolhas de sabão gigante, bambolê, mágico e muito mais. Uma curadoria traz o que há de melhor na gastronomia, cerveja artesanal e expositores de produtos para os pequenos.

O clima do festival é ideal para quem busca diversão, novidades e opções deliciosas de gastronomia. As empresárias Pat Zebras, Patricia Machado e Vânia Fillippo querem propiciar aos seus visitantes um local especial possibilitando momentos felizes e em família. Desde a infraestrutura que oferece conforto e segurança, até as atrações, o festival é um dos eventos mais diferenciados da cidade.

“O Burburinho é uma experiência, que tem como principal objetivo proporcionar momentos felizes. Nós pesquisamos sempre o que está acontecendo pelo mundo no universo infantil, tudo de mais bacana para trazer para os cariocas. Cada evento é um novo desafio pra nós e toda uma nova perspectiva para nossos convidados”, diz Pat Zebras.

Não dá para perder! Ainda mais porque nós estaremos por lá com nosso stand da nossa loja para meninos estilosos, a João PDF (instagram @usejoao.pdf ).

João PDF

Foto Joaninha Fotografia

E estarei mostrando nos stories do instagram (já me segue lá? @blogmaenaodorme) tudo que eu achar de mais legal da feira. 😉

Dias: 20 e 21 de outubro

Horário: sábado das 12h às 20h/ domingo das 10h às 18h

Entrada: Gratuita

Pet Friendly

feira infantil o burburinho

Foto Thais Coutinho

Atrações confirmadas até o momento:

O dia todo (sábado e domingo):

A 6 mãos – Festa

Encanto Real – Personagens

Casa de Fadas – Performance (perna de pau e malabares)

Kelly Coach

Domitilia – a Kombi (fotos)

Bolhas Mágicas – Perfomance (bolhas sabão)

Hoop Rio – Perfomance (bambolê)

o burburinho cittá america

Foto Thais Coutinho

Oficinas

Sábado:

Aprendo sim – Oficina de slime

Bistrô Bloise (Donuts)

Escola de Gastro (pizza)

Colore da Bia – Pintura Facial e Customização de máscaras

Viva Sempre JB – Oficina de Plantio

Coisa das Ana (oficina paga)

Oficina de Crochê com Leila Malekh

Mundo dos pequenos Espaço Baby

Domingo:

Wall Art – Painel de adesivos

Bistrô Bloise (Donuts)

Criativoteca (oficina paga) – Fábrica de Slime

Coisa das Ana (oficina paga)

Colore da Bia – Pintura Facial e Customização de máscaras

Pintando o sete – Criação de um livro com desenhos

Limonada Morena – Pintura em flâmula

Recreação

Sábado:

14h às 15h – Brincando de Ser (Música para bebês)

14h/ 15h/16h – Aula de Ioga com Bodytech

16h às 18h – Espaço Aldeia

19h – Churumellow

Domingo:

10h às 18h – Mágico Janjão

11h às 13h – Liga da Bagunça

13h às 16h  – Beart (música para bebês)

16h às 18h – Espaço Aldeia

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Brincadeiras contribuem na construção de vínculos entre pais e filhos

Para a psicoterapeuta Mônica Pessanha, o cuidado diário pode ser visto como um momento de interação entre os pais e filhos e associado a tempo de qualidade

brincar em atividades cotidiana

As atividades cotidianas relativas aos cuidados com os filhos demandam grande tempo e atenção dos pais e, muitas vezes, acabam sendo vistas por eles como uma “obrigação”. Contudo, é importante que eles consigam perceber que esse tempo de dedicação é uma forma de afeto e que, além de ajudar na construção do elo familiar, pode ser divertido.

“Grande parte dos pais têm dupla jornada, ou seja, atividades dentro e fora de casa. E, muitas vezes, devido a correria, eles acabam não percebendo que momentos singulares do dia a dia fazem muita diferença na vida de seus pequenos. São situações como a hora do banho, o levar e buscar na escola, as refeições –  estas, encaradas pelos pais como ofícios, mas que para as crianças são momentos de qualidade com seus pais, pois contribuem para fortalecer o relacionamento entre eles”, explica Mônica Pessanha, psicoterapeuta e mestre em psicologia clínica pela PUC/SP. A especialista ainda completa: “Essas interações podem se tornar ainda mais leves quando os pais compreendem que são também uma oportunidade de diversão ao lado das crianças”.

Para Pessanha, o cuidado do dia a dia não é apenas uma maneira de educar o filho, mas é por meio desta constante trajetória que os vínculos afetivos com os filhos são gerados.  Por isso, é de extrema importância que haja uma ressignificação sobre o cuidado diário. Neste sentido, ela reitera: “A conexão diária com os pais, além de ser valorizada pelas crianças, é considerada, dentro da Psicologia, um pilar fundamental para o desenvolvimento infantil”.

Segundo Mônica, o brincar é uma das formas para que haja essa conexão, pois subentende que os momentos ao lado das crianças podem ser carregados não só de afeto, mas de magia.  E declara: “As crianças de hoje são muito ativas e têm enorme poder de decisão ‘nas mãos’ nos diversos momentos do dia, inclusive nos que são considerados deveres. Em contrapartida, muitos pais esquecem que esses deveres podem ser realizados por meio de brincadeiras. Por exemplo, se a criança se recusa a escovar os dentes porque terá que deixar de fazer algo mais divertido naquele instante, os pais podem tentar transformar essa tarefa em algo mais lúdico, a fim de que a criança se sinta mais estimulada para tal atividade”. Ou seja, é fundamental que os pais percebam que o cuidar pode ser repleto de leveza e alegria quando conduzido com brincadeiras, inclusive em ações consideradas como obrigação para ambos.

Outro ponto que a psicopedagoga cita como uma maneira significativa na aproximação com os pequenos é pela alimentação. Segundo ela, a comida tem uma relação extremamente afetiva com todos os indivíduos, pois, quando buscamos algo para consumir, na verdade, estamos procurando satisfazer nossas emoções afetivas. A explicação desse sentimento é simples: quando nascemos, o aleitamento é o primeiro ponto de contato daquela pessoa com amor. E, durante toda nossa fase de formação como pessoa, buscamos constantemente sentir aquela emoção e carinho, mesmo que inconscientemente. Por isso, a relação do indivíduo – seja criança ou não –  com a comida, vai além do simples ato de se alimentar. Esse é um dos motivos para levar os filhos para cozinha e tornar o vínculo afetivo ainda mais forte, uma vez que este momento está intrinsicamente associado a respeito e carinho.

Sobre este ponto de encontro possível para interação e fortalecimento da conexão entre pais e filhos, que pode ser na mesa ou até mesmo na preparação da lancheira, Mônica comenta: “Quando os pais preparam a lancheira do filho, podem usar pequenos artifícios para criar esses vínculos, como, por exemplo, escrevendo um bilhetinho para as crianças ou mesmo os convidando para preparar a refeição. Quanto mais os pais envolvem os filhos nessas e em outras atividades, mais vínculos são criados.”

Por fim, a especialista reforça aos pais a relevância de trazer a brincadeira para cada atividade relacionada ao cuidado diário. Além de assegurar que as crianças já valorizam cada momento do cotidiano com os pais, ela conclui: “A criança cuidada por meio da brincadeira é mais feliz, pois ela descobre que a felicidade não é um destino, mas, sim um caminho”.

Palavras com sons repetitivos, como ‘Gugudada’, incentivam a fala do bebê

Estudo conduzido por pesquisadores escoceses associou o uso de palavras “de bebê”, como repetições e diminutivos, ao aumento de vocabulário

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Ao estar em contato com um bebê, como os adultos tentam se comunicar com ele? Mudando o tom de voz, usando diminutivos e palavras com repetição de sílabas, como “gugudadá”. O que ninguém ainda sabia é que essa pode ser uma boa estratégia para que o neném desenvolva a fala. Pesquisadores europeus descobriram que essas características podem ajudar no processo de aquisição de fala pelos bebês.

O título da pesquisa já dá uma dica: “Por que ‘piuí’ é melhor que ‘trem’?”, em tradução literal. Cientistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia, verificaram o vocabulário de 47 crianças entre os 9 e os 21 meses (1 ano e 9 meses), com uma avaliação logo no início, mais uma aos 15 meses, e outra no fim.

Ao longo desse período, os pesquisadores associaram o crescimento do vocabulário à proporção de palavras no diminutivo e com sílabas repetitivas, que eles ouviam. Ao final do estudo, descobriram que, quanto mais palavras os bebês ouviam dessa maneira, mais rápido era o desenvolvimento da linguagem. “Nossas descobertas sugerem que diminutivos e reduplicação, que são frequentemente encontradas nas ‘vozes de bebê’ em diferentes línguas, podem facilitar o estágio inicial do desenvolvimento de vocabulário”, afirma Mitsuhiko Ota, que esteve à frente da pesquisa.

Especialistas concordam e enfatizam a necessidade da criança ser estimulada desde os primeiros meses. “Quanto mais a criança for exposta à linguagem, melhor será para seu desenvolvimento”, afirma a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas, que é especialista em audiologia. Por isso, aproveite para contar histórias, cantar músicas e dizer o que você está fazendo com ele na hora do banho, de dormir ou em outros momentos do dia. Pode parecer que o bebê não está entendendo nada, mas não se engane: o cérebro dele já está memorizando as palavras.

10 dicas valiosas para as crianças fugirem da recuperação e passar de ano direto

O início do segundo semestre é o momento ideal para estabelecer uma rotina de estudos e reverter o panorama dos “enforcados” em nota.

passar de ano direto

O segundo semestre acaba de iniciar nas escolas públicas e particulares do País e muitos estudantes já estão “enforcados”. Ou seja, as notas deixaram a desejar e possivelmente eles estarão de recuperação no final do ano. Porém, nem todo mundo sabe que agora é o período ideal para conseguir estabelecer uma rotina de estudos e reverter este panorama.

A diretora pedagógica da escola Pedro Apóstolo, Ana Cláudia Simões, conta que certamente ainda há tempo para ter sucesso nos resultados avaliativos e em sua efetiva aprendizagem sem passar pela recuperação final.

“A partir do momento em que há rotina e é aplicado o método mais efetivo para esse aluno aprender, os resultados aparecem nas notas”, avalia Ana Cláudia.

Rotina de estudo_Pedro Apostolo (2)

Veja abaixo dez dicas da pedagoga para estabelecer uma rotina de estudos e melhorar as notas para passar de ano direto:

1 – Estudar apenas na véspera da prova não é o correto. Para aprender o conteúdo, o ideal é estudá-lo no dia em que foi visto. A sugestão é que as crianças façam as anotações no próprio livro/apostila ou ter um caderno específico para estudo. Se optar por este, colocar sempre a data, listar todas as aulas depois registrar seu estudo relativo em cada uma delas.

2 – Estudar relendo o texto e pensando sobre o seu significado, refazendo exercícios, realizando anotações ou resumos daquilo que ela compreendeu. Encontrar a sua melhor forma de aprender: lendo, produzindo esquemas, fazendo resumos no computador, produzindo desenhos, dentre outros.

3 – Aprender a interpretar texto. Compreender as informações de um texto não depende apenas da capacidade de decifrar as palavras. Pois, embora cada palavra tenha seu significado, o conjunto de palavras que formam uma frase representam um pensamento, e aprender pela leitura é compreender as ideias expressas nas frases. É importante que a criança unca deixe parte do texto sem compreensão!

4 – Para que se tenha um estudo de qualidade deve-se levar em conta que cada um tem um ritmo diferente do outro, descubra um período do dia entre manhã, tarde ou noite em que seu filho consiga estudar melhor. Criar uma rotina de estudos é essencial para não acumular tarefas e para assimilar os conteúdos de forma mais tranquila.

5 – Assegure que seu filho durma bem à noite. Feito isso, certamente terá energia ao longo do dia para se concentrar nas aulas e realizar as tarefas. Lembrando que o uso de celulares e tablets em excesso à noite pode atrapalhar a indução do sono.

6 – Dê jornais, revistas, artigos variados para que seu filho leia e assista a documentários sobre as matérias vistas em aula. Isso auxiliará na interpretação dos temas, entendimento e aumento do vocabulário.

7- Ilustrações e mapas que aparecem nos textos também merecem atenção. Quando o texto apresentar uma ilustração ou um mapa, mostre para ele todos os seus detalhes, leia as legendas e procure relacioná-los.

8 – Incentive-o a participar ativamente durante as aulas, tirar as dúvidas, anotar o que o professor ressaltar ser importante.

9 – A prática constante de exercícios utilizando a memória, o raciocínio, fórmulas, símbolos, resoluções algébricas, entre outros, facilitará a compreensão da disciplina de matemática. Para resolver um exercício com mais clareza, simplifique, peça para ele reescrever os dados e destacar o que o exercício está pedindo.

10 – Incentive a autoconfiança. Valorize as capacidades dele, não as suas limitações.

Check list do enxoval do bebê

Faço um check list do enxoval do bebê comentando o que deu e o que não deu certo para mim

Há muito tempo e estava querendo e finalmente consegui. Gravei um vídeo comentando todos os ítens de um enxoval de bebê. O que deu certo e o que não deu certo comigo.

Contém sincerite aguda!

Espero que gostem. E peço, por favor, que se inscrevam no canal, pois tenho uma meta de 200 inscritos até o final do mês de agosto. Conto com a ajuda de vocês. ❤

Agosto Dourado – 10 atitudes do pai que ajudam no sucesso da amamentação

No mês dos pais e do aleitamento materno, pediatra afirma: está na hora dos pais também assumirem a responsabilidade pela amamentação

Happy parents spending time with baby on the couch at home in the living room

Amamentar é o ato mais natural do mundo, mas, porém fácil. Converse com mães e você vai perceber que a maioria delas sentiu algum tipo de dificuldade ao começar o aleitamento e que alguns casos podem ser um pouco traumáticos. Um ponto em comum em muitas histórias bem sucedidas é quase sempre o mesmo: o apoio de familiares e, em especial, do pai.

Para a nutróloga pediátrica Aline Magnino, do Grupo Prontobaby, que há mais de 10 anos apoia famílias a vencer os desafios iniciais da amamentação, a coincidência de comemorarmos o Dia dos Pais durante o Agosto Dourado – período de conscientização proposto pela World Alliance for Breastfeeding Action em 120 países – é uma ótima oportunidade para incentivar os homens a estarem mais presentes nesse processo. Segundo ela, a parceria faz toda a diferença no sucesso da empreitada.

A amamentação pode ser um momento precioso na vida de um casal, que estreita laços não apenas entre mãe e filho, mas entre estes e o pai. Muitos homens, contudo, se sentem excluídos do processo de aleitamento. O que eles não sabem é que o seu apoio, frequentemente, faz muita diferença entre o sucesso ou o fracasso no início da amamentação, assim como seu abandono precoce. E esse suporte é ainda mais determinante quando se trata do primeiro filho.

Uma pesquisa publicada pela Associação Americana de Pediatria, reuniu 214 casais, prestes a ter seu primeiro bebê e os dividiram em dois grupos: no primeiro, os pais só receberam informações sobre amamentação quando estavam na maternidade e, no segundo, os homens puderam estudar a respeito de seis a doze semanas antes do parto. Após três meses, 95% das mães do primeiro grupo ainda davam de mamar, enquanto, no outro, a taxa era de 88%. No primeiro grupo, as mães relataram estar mais satisfeitas com o apoio do pai e os homens mostraram um maior nível de confiança. O estudo concluiu que, quando as mulheres se sentem amparadas pelos companheiros, têm mais chances de manter a amamentação, mesmo se sentindo exaustas ou inseguras.

À todos os papais a pediatra e nutróloga do Grupo Prontobaby recomenda os dez passos para a participação efetiva e afetiva do pai no apoio ao aleitamento materno, elaborados pelo Grupo Interinstitucional de Incentivo ao Aleitamento Materno:

  1. Encoraje e incentive sua mulher a amamentar

Por vezes ela pode estar insegura de sua capacidade para a amamentação. Seu apoio será fundamental nestas horas.

[Momento nostalgia] Eu lembro perfeitamente quando eu estava na maternidade (após o parto), tomando banho e chorando porque achava que meu leite não desceria. Meu marido me acalmou, disse que se eu ficasse nervosa, isso atrapalharia na produção de leite e me lembrou que a gente sabia que era por volta do terceiro dia que o leite descia. Exatamente no terceiro dia de vida do João, meu leite desceu. ❤

  1. Divida e compartilhe as mamas de sua mulher com o bebê:

Mesmo que seja difícil aceitar, lembre-se que a amamentação é um período passageiro. Dê prioridade a seu filho.

  1. Sempre que possível, participe do momento da amamentação:

Sua presença, carícias e toques durante o ato de amamentar são fatores importantes para a manutenção do vínculo afetivo do trinômio mãe-filho-pai.

  1. Seja paciente e compreensivo:

No período de amamentação, é pouco provável que sua mulher possa manter a casa, as refeições e, ainda, cuidar-se de formas impecáveis. As necessidades do recém-nascido são prioridades nesta fase.

  1. Sinta-se útil durante o período da amamentação:

Coopere nas tarefas do bebê: trocar fraldas, ajudar no banho, vestir, embalar, etc. Lembre-se que cuidar do bebê é tarefa da mamãe e do papai. Papai não é ajudante da mamãe. Pai é pai.

Quando ela estiver dando de mamar, ofereça-lhe um copo de suco ou água, ela vai adorar! Amamentar dá muita sede, sabia?

  1. Mantenha-se sereno

Embora a amamentação traga muitas alegrias, também pode trazer dificuldades e cansaço. Às vezes sua mulher pode ficar impaciente. Mostre carinho e compreensão nestes momentos. Evite brigas desnecessárias para não prejudicar psicologicamente a descida do leite.

  1. Procure ocupar-se mais dos outros filhos, se os tiver.

Para que não se sintam rejeitados com a chegada do novo irmão. Isto permitirá a sua mulher dedicar-se mais ao recém-nascido.

  1. Mantenha o hábito de acariciar os seios de sua mulher

Estudos demonstram que quanto mais uma mulher é sensível às carícias do companheiro, mais reagirá à estimulação rítmica de seu bebê.

  1. Fique atento às variações do apetite sexual de sua mulher

Algumas reagem para mais, outras para menos, são alterações normais. Esta é uma ocasião para o casal vivenciar novas experiências e hábitos sexuais, adaptando-se ao momento.

  1. Não leve para casa latas de leite, mamadeiras e chupetas

O sucesso deste período depende, em grande parte, de sua atitude. A amamentação exclusiva até os 6 meses e seu carinho e apoio é tudo que seu bebê necessita para crescer inteligente e saudável.

No mais, desejo muito sucesso nessa fase difícil, porém muito deliciosa. CURTA, CURTA, CURTA, porque o tempo VOA e isso vai deixar uma saudade absurda em seu coração.

Beijos,

Fê!

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Especialistas da NotreDame Intermédica alertam sobre distúrbios emocionais gerados durante e após a gravidez

Alterações emocionais na gravidez são normais, mas podem e devem ser controladas.Falar sobre os sentimentos e jamais usar ou suspender medicações sem orientação médica são algumas das dicas.

De cada 100 mulheres grávidas, 10 a 20 são acometidas pela depressão. Mas, afinal, como evitar ou amenizar os distúrbios emocionais, entre outras alterações geradas pela mudança de vida com a chegada do bebê? A psicóloga Karen Valeria da Silva e a obstetra Dra. Daniela Leanza, que integram o corpo clínico da NotreDame Intermédica esclarecem estas dúvidas.

De acordo com as especialistas,  a gestação é um momento de importantes reestruturações na vida da mulher e nos papéis que exerce. Mais do que isso, é um momento de preparação psicológica para a maternidade. “Trata-se de uma fase onde é preciso reajustar seu relacionamento conjugal, sua situação socioeconômica e suas atividades profissionais. E isso não é nada fácil. Muitas vezes, a gestante ‘se vê’ sozinha em diversas situações e acaba por entrar num processo gradual de depressão que tende a piorar no pós-parto”, analisa a psicóloga Karen Valeria da Silva.

Além das mudanças psicológicas, ocorrem as transformações hormonais e metabólicas que, muitas vezes, culminam em sensação de fragilidade, preocupações excessivas com a gravidez e saúde do bebê, responsabilidade, insegurança, medo, e alterações de humor que variam entre momentos de felicidade, tristeza e angústia.

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Depressão

Apesar de atingir de 10% a 20% das mulheres grávidas, ainda não se sabe exatamente o que causa a depressão na gestação. Contudo, deve-se atentar para alguns fatores de risco que indicam mais chances para o distúrbio. Os mais comuns são histórico de depressão, problemas conjugais, condições socioeconômicas baixas, experiências traumáticas no período gestacional, gravidez indesejada e até mesmo predisposição genética.

Entre os sinais e sintomas, são comuns alterações no hábito alimentar – redução ou aumento do apetite – e alterações no sono – ou sonolência excessiva ou insônia -, diminuição da libido, falta de energia e fadiga, perda do prazer pelas atividades que gosta, sentimentos de culpa, inutilidade ou pânico, pensamentos suicidas, tristeza, infelicidade e choro fácil.

Os sintomas da depressão podem afetar o comportamento da gestante trazendo consequências futuras ao feto.

Algumas pacientes acabam se isolando socialmente, faltam nas consultas de pré-natal e não seguem as orientações médicas, podendo iniciar ou aumentar o consumo de  álcool, tabaco e drogas que podem  trazer consequências como alteração no desenvolvimento do feto, aborto espontâneo, parto prematuro, baixo peso ao nascer, bebês com problemas de sono e também o maior uso de UTI neonatal.

A depressão pode ser tratada com o uso de medicação, porém é preciso avaliar o risco-benefício do uso de psicoterapêuticos. “Se a mulher já usava um antidepressivo antes da gravidez, o médico deverá avaliar a continuidade do tratamento ou a troca da medicação. Podem ser considerados também os tratamentos alternativos, como sessões de relaxamento e o uso de fitoterápicos”, explica a Karen Valeria da Silva. Também é imprescindível o acompanhamento psicoterapêutico que poderá auxiliar na identificação dos gatilhos e fornecer ferramentas de enfrentamento.

Depressão pós-parto

A depressão pós-parto pode ocorrer logo após ou em até um ano após o parto. Seus sinais e sintomas ocorrem quase todos os dias e vão do sentimento de tristeza ou desespero constante, perder o interesse ou não sentir prazer na maioria das atividades diárias, alterações de humor, ansiedade e excesso de preocupação, e até pensamento de morte nos casos mais graves.

Oficinas de Saúde

Estes cuidados foram apresentados durante o dia 4/5 como parte do projeto “Oficinas de Saúde”,promovido mensalmente pelo Grupo NotreDame Intermédica. Nestas oportunidades, beneficiários e convidados participam de palestras com especialistas em diferentes áreas. A próxima Oficina de Saúde está programada para dia 6/6 e será sobre obesidade x qualidade de vida, com o tema “Não deixa a obesidade virar um peso na sua vida”.

Compartilhando e incentivando hábitos saudáveis

O Grupo NotreDame Intermédica mantem em seu canal no Youtube diversos vídeos com dicas e orientações valiosas que visam melhorar a qualidade de vida e auxiliar na prevenção de riscos e doenças da população em geral, além de campanhas e vídeos institucionais.

Site: www.gndi.com.br

E vocês, o que acharam?

Beijos,

Fê!

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