Agosto Dourado – 10 atitudes do pai que ajudam no sucesso da amamentação

No mês dos pais e do aleitamento materno, pediatra afirma: está na hora dos pais também assumirem a responsabilidade pela amamentação

Happy parents spending time with baby on the couch at home in the living room

Amamentar é o ato mais natural do mundo, mas, porém fácil. Converse com mães e você vai perceber que a maioria delas sentiu algum tipo de dificuldade ao começar o aleitamento e que alguns casos podem ser um pouco traumáticos. Um ponto em comum em muitas histórias bem sucedidas é quase sempre o mesmo: o apoio de familiares e, em especial, do pai.

Para a nutróloga pediátrica Aline Magnino, do Grupo Prontobaby, que há mais de 10 anos apoia famílias a vencer os desafios iniciais da amamentação, a coincidência de comemorarmos o Dia dos Pais durante o Agosto Dourado – período de conscientização proposto pela World Alliance for Breastfeeding Action em 120 países – é uma ótima oportunidade para incentivar os homens a estarem mais presentes nesse processo. Segundo ela, a parceria faz toda a diferença no sucesso da empreitada.

A amamentação pode ser um momento precioso na vida de um casal, que estreita laços não apenas entre mãe e filho, mas entre estes e o pai. Muitos homens, contudo, se sentem excluídos do processo de aleitamento. O que eles não sabem é que o seu apoio, frequentemente, faz muita diferença entre o sucesso ou o fracasso no início da amamentação, assim como seu abandono precoce. E esse suporte é ainda mais determinante quando se trata do primeiro filho.

Uma pesquisa publicada pela Associação Americana de Pediatria, reuniu 214 casais, prestes a ter seu primeiro bebê e os dividiram em dois grupos: no primeiro, os pais só receberam informações sobre amamentação quando estavam na maternidade e, no segundo, os homens puderam estudar a respeito de seis a doze semanas antes do parto. Após três meses, 95% das mães do primeiro grupo ainda davam de mamar, enquanto, no outro, a taxa era de 88%. No primeiro grupo, as mães relataram estar mais satisfeitas com o apoio do pai e os homens mostraram um maior nível de confiança. O estudo concluiu que, quando as mulheres se sentem amparadas pelos companheiros, têm mais chances de manter a amamentação, mesmo se sentindo exaustas ou inseguras.

À todos os papais a pediatra e nutróloga do Grupo Prontobaby recomenda os dez passos para a participação efetiva e afetiva do pai no apoio ao aleitamento materno, elaborados pelo Grupo Interinstitucional de Incentivo ao Aleitamento Materno:

  1. Encoraje e incentive sua mulher a amamentar

Por vezes ela pode estar insegura de sua capacidade para a amamentação. Seu apoio será fundamental nestas horas.

[Momento nostalgia] Eu lembro perfeitamente quando eu estava na maternidade (após o parto), tomando banho e chorando porque achava que meu leite não desceria. Meu marido me acalmou, disse que se eu ficasse nervosa, isso atrapalharia na produção de leite e me lembrou que a gente sabia que era por volta do terceiro dia que o leite descia. Exatamente no terceiro dia de vida do João, meu leite desceu. ❤

  1. Divida e compartilhe as mamas de sua mulher com o bebê:

Mesmo que seja difícil aceitar, lembre-se que a amamentação é um período passageiro. Dê prioridade a seu filho.

  1. Sempre que possível, participe do momento da amamentação:

Sua presença, carícias e toques durante o ato de amamentar são fatores importantes para a manutenção do vínculo afetivo do trinômio mãe-filho-pai.

  1. Seja paciente e compreensivo:

No período de amamentação, é pouco provável que sua mulher possa manter a casa, as refeições e, ainda, cuidar-se de formas impecáveis. As necessidades do recém-nascido são prioridades nesta fase.

  1. Sinta-se útil durante o período da amamentação:

Coopere nas tarefas do bebê: trocar fraldas, ajudar no banho, vestir, embalar, etc. Lembre-se que cuidar do bebê é tarefa da mamãe e do papai. Papai não é ajudante da mamãe. Pai é pai.

Quando ela estiver dando de mamar, ofereça-lhe um copo de suco ou água, ela vai adorar! Amamentar dá muita sede, sabia?

  1. Mantenha-se sereno

Embora a amamentação traga muitas alegrias, também pode trazer dificuldades e cansaço. Às vezes sua mulher pode ficar impaciente. Mostre carinho e compreensão nestes momentos. Evite brigas desnecessárias para não prejudicar psicologicamente a descida do leite.

  1. Procure ocupar-se mais dos outros filhos, se os tiver.

Para que não se sintam rejeitados com a chegada do novo irmão. Isto permitirá a sua mulher dedicar-se mais ao recém-nascido.

  1. Mantenha o hábito de acariciar os seios de sua mulher

Estudos demonstram que quanto mais uma mulher é sensível às carícias do companheiro, mais reagirá à estimulação rítmica de seu bebê.

  1. Fique atento às variações do apetite sexual de sua mulher

Algumas reagem para mais, outras para menos, são alterações normais. Esta é uma ocasião para o casal vivenciar novas experiências e hábitos sexuais, adaptando-se ao momento.

  1. Não leve para casa latas de leite, mamadeiras e chupetas

O sucesso deste período depende, em grande parte, de sua atitude. A amamentação exclusiva até os 6 meses e seu carinho e apoio é tudo que seu bebê necessita para crescer inteligente e saudável.

No mais, desejo muito sucesso nessa fase difícil, porém muito deliciosa. CURTA, CURTA, CURTA, porque o tempo VOA e isso vai deixar uma saudade absurda em seu coração.

Beijos,

Fê!

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Especialistas da NotreDame Intermédica alertam sobre distúrbios emocionais gerados durante e após a gravidez

Alterações emocionais na gravidez são normais, mas podem e devem ser controladas.Falar sobre os sentimentos e jamais usar ou suspender medicações sem orientação médica são algumas das dicas.

De cada 100 mulheres grávidas, 10 a 20 são acometidas pela depressão. Mas, afinal, como evitar ou amenizar os distúrbios emocionais, entre outras alterações geradas pela mudança de vida com a chegada do bebê? A psicóloga Karen Valeria da Silva e a obstetra Dra. Daniela Leanza, que integram o corpo clínico da NotreDame Intermédica esclarecem estas dúvidas.

De acordo com as especialistas,  a gestação é um momento de importantes reestruturações na vida da mulher e nos papéis que exerce. Mais do que isso, é um momento de preparação psicológica para a maternidade. “Trata-se de uma fase onde é preciso reajustar seu relacionamento conjugal, sua situação socioeconômica e suas atividades profissionais. E isso não é nada fácil. Muitas vezes, a gestante ‘se vê’ sozinha em diversas situações e acaba por entrar num processo gradual de depressão que tende a piorar no pós-parto”, analisa a psicóloga Karen Valeria da Silva.

Além das mudanças psicológicas, ocorrem as transformações hormonais e metabólicas que, muitas vezes, culminam em sensação de fragilidade, preocupações excessivas com a gravidez e saúde do bebê, responsabilidade, insegurança, medo, e alterações de humor que variam entre momentos de felicidade, tristeza e angústia.

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Depressão

Apesar de atingir de 10% a 20% das mulheres grávidas, ainda não se sabe exatamente o que causa a depressão na gestação. Contudo, deve-se atentar para alguns fatores de risco que indicam mais chances para o distúrbio. Os mais comuns são histórico de depressão, problemas conjugais, condições socioeconômicas baixas, experiências traumáticas no período gestacional, gravidez indesejada e até mesmo predisposição genética.

Entre os sinais e sintomas, são comuns alterações no hábito alimentar – redução ou aumento do apetite – e alterações no sono – ou sonolência excessiva ou insônia -, diminuição da libido, falta de energia e fadiga, perda do prazer pelas atividades que gosta, sentimentos de culpa, inutilidade ou pânico, pensamentos suicidas, tristeza, infelicidade e choro fácil.

Os sintomas da depressão podem afetar o comportamento da gestante trazendo consequências futuras ao feto.

Algumas pacientes acabam se isolando socialmente, faltam nas consultas de pré-natal e não seguem as orientações médicas, podendo iniciar ou aumentar o consumo de  álcool, tabaco e drogas que podem  trazer consequências como alteração no desenvolvimento do feto, aborto espontâneo, parto prematuro, baixo peso ao nascer, bebês com problemas de sono e também o maior uso de UTI neonatal.

A depressão pode ser tratada com o uso de medicação, porém é preciso avaliar o risco-benefício do uso de psicoterapêuticos. “Se a mulher já usava um antidepressivo antes da gravidez, o médico deverá avaliar a continuidade do tratamento ou a troca da medicação. Podem ser considerados também os tratamentos alternativos, como sessões de relaxamento e o uso de fitoterápicos”, explica a Karen Valeria da Silva. Também é imprescindível o acompanhamento psicoterapêutico que poderá auxiliar na identificação dos gatilhos e fornecer ferramentas de enfrentamento.

Depressão pós-parto

A depressão pós-parto pode ocorrer logo após ou em até um ano após o parto. Seus sinais e sintomas ocorrem quase todos os dias e vão do sentimento de tristeza ou desespero constante, perder o interesse ou não sentir prazer na maioria das atividades diárias, alterações de humor, ansiedade e excesso de preocupação, e até pensamento de morte nos casos mais graves.

Oficinas de Saúde

Estes cuidados foram apresentados durante o dia 4/5 como parte do projeto “Oficinas de Saúde”,promovido mensalmente pelo Grupo NotreDame Intermédica. Nestas oportunidades, beneficiários e convidados participam de palestras com especialistas em diferentes áreas. A próxima Oficina de Saúde está programada para dia 6/6 e será sobre obesidade x qualidade de vida, com o tema “Não deixa a obesidade virar um peso na sua vida”.

Compartilhando e incentivando hábitos saudáveis

O Grupo NotreDame Intermédica mantem em seu canal no Youtube diversos vídeos com dicas e orientações valiosas que visam melhorar a qualidade de vida e auxiliar na prevenção de riscos e doenças da população em geral, além de campanhas e vídeos institucionais.

Site: www.gndi.com.br

E vocês, o que acharam?

Beijos,

Fê!

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Sobre o amor de mãe

Quando você não é mãe não entende muito o que quer dizer ‘que filhos trazem sentido a vida’.

Eu pensava: Eu amo a minha vida. Não preciso de uma criança para me trazer sentido.

Veio a gravidez, fiquei extremamente feliz durante a gravidez inteira. Amava minha barriga, achava que já amava meu filho.

A verdade é que eu não sabia nada sobre a vida e absolutamente nada sobre o amor.

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Eu não tive aquele insight que todo mundo tem quando o filho nasce. Não tive aquele amor, não chorei, não me emocionei. Quando a médica me mostrou o João, parecia que eu estava conhecendo um bebê de outra pessoa. Eu pensei: “ah, tá. Esse é o João”. Não tive aquele instinto de querer pegar no colo. Só beijei porque a enfermeira falou para eu dar um beijo.

Me senti muito culpada por isso.

Admiro muito as mães que se emocionam na hora do parto, admiro de verdade, acho lindíssimo. Mas se após ler isso aqui, você vier para mim e falar: “Nossa, me apaixonei assim que vi meu filho pela primeira vez, me emocionei deee-mais”, saiba que eu vou te ‘odiar’ muito. Porque minha culpa já me basta e não preciso de ninguém jogando isso na minha cara. Além do queeeeee….você não ganha nada se gabando com isso.

Quando o João foi para o quarto, eu fui amamentar pela primeira vez na minha vida. Era meu sonho amamentar. Aí minha primeira impressão foi: “ah, então é isso que é amamentar?”

E aí veio a noite. E me peguei vendo se ele estava respirando ainda. Me peguei acordando meu marido (eu não conseguia levantar sozinha) para ele ir ver se o João estava respirando.

No dia seguinte, quase de tarde, fui amamentar ainda na maternidade e ao colocar ele para arrotar, tirei uma selfie nossa. Ele parecia ser do tamanho do meu ombro, era a coisa mais linda. É a minha foto preferida de nós dois. Ele era meu. Saiu de mim. Era tudo que eu tinha ali. E eu era tudo que ele tinha ali.  (Essa ainda é a minha posição favorita com o João, tinha muito medo que ele crescesse e não ficássemos mais assim, mas a expressão ‘o filho nunca é grande o suficiente para o colo de uma mãe’ é tão verdade, que nós ficamos assim o tempo todo).

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Fomos para a casa e aí eu amamentava segurando a mãozinha dele. Às vezes ele me olhava enquanto mamava e era a coisa mais linda da vida. A gente ficava assim se olhando. Depois ele aprendeu a colocar a mão no meu peito enquanto mamava e essa é a minha melhor lembrança da amamentação.

Vieram as doenças (todo bebê fica doente, mais do que normal) e eu me peguei querendo trocar de lugar com ele, só para não o ver abatido. É engraçado dizer, mas eu me sentiria melhor se fosse eu a doente.

Comemorei quando ele descobriu a mão, quando ele deu a primeira gargalhada dele, comemorei quando ele virou sozinho, quando ficou de bruços sustentando a cabeça, quando sentou sozinho, chorei copiosamente no consultório da pediatra quando parei de amamentar, mas aí logo depois comemorei que ele engatinhou, o primeiro dentinho, a primeira vez que ele andou. E são mais de 2 anos comemorando cada conquista dele, cada conquista nossa.

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Hoje o João me faz sentir a mulher mais linda e importante desse planeta. Porque, para ele, eu sou a mulher mais bonita e importante desse planeta. E não importa que eu esteja acima do peso, não importa que eu tenha mil defeitos. Para ele, realmente isso não importa, ele não tá nem aí para isso.

E como ele me faz sentir linda? Quando eu estou me vestindo para sair, colocando um vestido qualquer, e ele me olha e grita com surpresa: “MAMÃE, QUE LIIIIIINDA”.

E como ele me faz sentir importante? Quando ele acorda e a primeira pessoa que procura sou eu. Quando ele está dormindo, escuta minha voz (dormimos os três juntos na cama) e fica me procurando com os pés enquanto os olhos ainda estão fechados. Quando ele dorme no meu colo, me envolvendo toda.

E, principalmente, quando ele diz “Te amo, mamãe”. Como eu disse lá em cima, eu nunca soube nada do que é a vida, nunca soube nada do que é amor. Eu sempre achei que soubesse, mas eu estava completamente enganada.

Eu nasci junto com o João. Nós fomos construindo aos poucos esse amor, esse amor louco, estarrecedor.

Você pode ter se apaixonado pelo seu filho no primeiro segundo e se isso aconteceu, acredito ter sido a melhor sensação do mundo.

Mas se essa paixão não veio no primeiro momento, não se culpe, não se preocupe. Ela virá e será tão maravilhoso quanto. O momento do parto envolve muitas coisas, são muitos sentimentos envolvidos e não conseguir entender o que realmente está sentindo não é nenhum pecado e nenhum erro grave.

Beijos,

Fê!

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Dicas Infalíveis Para Acabar Com a Tosse

Algumas coisas podem ser feitas para aliviar ou até acabar com aquela tosse que parece ser infinita.

Quantas noites você passa em claro porque seu filho não parou de tossir? Para os médicos, pode ser algo comum, mas para nós, pais, a tosse é sinônimo dias de preocupação!
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A industria farmacêutica nesse lado só cresce! São inúmeros xaropes que prometem a cura imediata, cremes para passar nas costas, remédios para inalar … e nada resolve o bendito cof cof!

Mas afinal, o que é a tosse?

“A tosse leva a um mecanismo de irritação das vias aéreas superiores, que provoca o ressecamento das mucosas. Este, por sua vez, piora a tosse. Sem falar que, na presença de febre, há um aumento ainda maior da perda de água no organismo. Por isso, mamães, quanto mais água melhor! É fundamental o aumento da oferta de água e líquidos no geral para a criança. É bebezinho muito pequeno? Se mama no peito, a mamãe deve aumentar (e muito) o seu próprio consumo de água e oferecer mais vezes o peito. Se toma leite de fórmula ou já aceita comida, oferecer mais água e líquidos no geral! Uma boa hidratação alivia os sintomas e mantém as mucosas úmidas.” (Dr Kelly, Pediatra)

Dicas:

Inalação somente com soro
A inalação, apesar de chata e difícil de se fazer, é eficaz pois umedece as mucosas e brônquios.

Cuidar das narinas é essencial
Somente com o combo, inalação + limpeza nasal seu problema será resolvido! Limpe com soro ao menos 10 vezes ao dia!

Receitinhas naturais
Receitinhas de vovó, xaropes feito a base de mel e limão são super bem vindos! Lembrando que para crianças maiores de 02 anos, já que antes disso, não indicamos uso do mel!

Cebola no quarto funciona?

A cebola crua, cortada é um descongestionante natural
Ela alivia a tosse e a expetoração
Ela “suga”, “limpa” o ambiente e absorve as bactérias, tudo que tem no ambiente, como se renovasse o ar.
MAS ela só resolve se a tosse for alérgica ou causa de poluição, poeira, tempo seco e etc. Aquela tosse decorrente a alguma infecção, tipo broncopneumonia, ela NÃO resolve e pode ser por isso que na sua casa não teve efeito.
Quanto mais cortar, mais ela vai absorver as impurezas do ambiente. Pode ser com casca mesmo.
Usou a cebola no ambiente para “tirar” a tosse, ela tem que ser desprezada, pois está contaminada com as impurezas do ambiente, bactérias e etc.

O que achou das dicas? Deixe seu comentário. 😉

Beijos,

Fê!

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Dicas de presentes para os dias das crianças

O dia das crianças está quase aí e escolher o presente nem sempre é uma tarefa fácil.

Já o terceiro dia das crianças do João e é sempre a mesma coisa. Eu nunca consigo me decidir quanto ao presente e sempre decido em cima da hora.

Andei pesquisando alguns brinquedos (acho que dia das crianças o presente tem que ser brinquedo, né? É o que faz deles, crianças), me deparei na Bee me Toys e tem vários que achei legal e decidi compartilhar com vocês para ajudar nessa infinita procura.

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Microfone que você pode conectar o celular para a criança cantar. Amei! Realizaria meu sonho de ser cantora rs

 

 

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Controle remoto PARA CRIANÇAS! Olha que sonho! Toda criança ama um controle remoto e assim pode dar um descanso para o nosso e podemos ver tv em paz.

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O João tem esses carrinhos e ama. Cabe certinho na mãozinha dele, acho que é por isso que ele curte tanto.

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Gente, os carrinhos da minha época não eram tão fofos assim, não. Olha que lindo! Eu queria pra MIM!

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Coisa mais fofa caixa registradora com os produtinhos do supermercado. Eu tinha uma caixa registradora que eu amava. Ficava o dia todo “trabalhando”.

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Para as crianças maiores, um barco de pirata para montar e desmontar como quiser. Toooooda criança ama esses brinquedos. Eu amo até hoje.

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Blocos de montar um carrinho de sorvete! Morri! ❤

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Móbile que pode ser colocado no carrinho e no bebê conforto. Todo meu amor por você! Distraem os bebês que é uma beleza, dão um mega descanso para as mamães.

 

Mas não se esqueça: O melhor presente para uma criança é se fazer presente. De nada adianta brinquedos legais se você não está por perto para poder brincar junto. A brincadeira fica muito mais legal quando é em família.

Beijos,

Fê!

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Fundação Planetário comemora aniversário com programação geek infantil

Segunda edição do Mundinho Geek traz para a garotada cultura pop, ciência, tecnologia e muito do universo geek.

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No dia 19 de novembro, a Fundação Planetário completa 46 anos de difusão da Astronomia e Ciências Afins na cidade do Rio de Janeiro. E, para comemorar, no dia 20 de novembro, o Planetário, em parceria com o Mundinho Geek, oferecerá uma programação muuuito legal para as crianças. O evento acontece das 10h às 17h e terá oficinas, desfile e concurso cosplay, quiz geek, sessão de cúpula e muito mais!

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Durante todo o dia, as crianças poderão se divertir com as atividades pagas e gratuitas espalhadas por todo o Planetário. Os pequenos que curtem videogames contarão com uma área dedicada aos jogos. Para aqueles que curtem jogos de cartas e tabuleiros, o espaço de Card e Board Games é o lugar ideal, onde acontecerão as partidas e até torneios.

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Já as oficinas vão ensinar a garotada a colocar a mão na massa e produzir, como a de Robótica, onde os pequenos grandes inventores descobrirão os mistérios desse ramo da tecnologia que fascina a tantos. Os geeks que curtem artes e desenho poderão aprender, durante a oficina de Quadrinhos, super técnicas que ajudarão a criançada a criar suas próprias histórias. Para os cheffinhos, a oficina de Gastronomia ensinará pais e filhos a cozinharem juntos pratos baseados em filmes da cultura geek.

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A programação conta ainda com as Arenas, que reservam uma experiência especial para os que gostam de batalhas. Os “padawans” receberão ensinamentos de como se tornar um cavaleiro Jedi e participarão de duelo com sabres de luz. Já na Medieval, os pequenos gladiadores aprenderão movimentos corporais e participarão de combates com apetrechos de espuma.

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Na contação de histórias, terão histórias  sobre as estrelas e os planetas. No Quiz Geek as crianças vão mostrar tudo o que sabem sobre esse universo. E, para aqueles que gostam de ser o próprio personagem, o Mundinho Geek prepara um desfile e concurso cosplay. Aqui, as crianças poderão ser quem quiser!

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Os bebês também estão incluídos nessa programação. A Atividade Sensorial visa estimular a descoberta de novos sons, cores e texturas. A atividade será oferecida com objetos da cultura geek para bebês e papais e acompanhada por uma equipe de educadores. Durante o evento, haverá ainda uma área de alimentação adaptada ao paladar infantil e produtinhos nerds à venda para papais e crianças.

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Algumas atividades têm custo. Os valores serão divulgados, em breve, e a compra será realizada via internet.

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SERVIÇO – MUNDINHO GEEK:

Data: 20 de novembro

Local: Planetário da Gávea – Rua Vice-Governador Rubens Berardo, 100, Gávea

Sujeito a lotação. Vagas limitadas.

Entrada Franca.

– A programação poderá sofrer sem alteração sem aviso prévio.

– As crianças deverão estar sempre acompanhadas de 01 responsável durante as atividades.

PROGRAMAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA:

Área de Videogames – 6 a 12 anos (Gratuita)

Área de Card Games (Jogos de Cartas e Tabuleiro) – 6 a 12 anos (Gratuita)

Oficina de Robótica – a partir de 8 anos (Atividade Paga)

Oficina de Culinária – a partir de 4 anos (Atividade Paga)

Oficina de Quadrinhos – a partir de 5 anos (Gratuita)

Oficina de Robótica com Lego para pais & filhos – a partir de 5 anos (Atividade Paga)

Show de ciências – a partir de 4 anos (Atividade Paga)

Contação de Histórias Sci-Fi – a partir de 4 anos (Gratuita)

Quiz Geek – a partir de 6 anos (Gratuita)

Desfile & Concurso Cosplay – até 12 anos (Gratuita)

Arena Medieval e Jedi Arena – a partir de 5 anos (Gratuita)

RPG para Iniciantes – a partir de 4 anos (Gratuita)

Atividade Sensorial para Bebês – de 6 meses a 3 anos (Gratuita)

Sessão de cúpula – a partir de 3 anos (Gratuita)

Oficina de horta aromática – a partir de 4 anos (Atividade Paga)

Oficina de naves espaciais – a partir de 5 anos (Gratuita)

SOBRE O MUNDINHO GEEK

O Mundinho Geek é um projeto da Imagem Cultural, onde pais e filhos podem dividir suas paixões em uma experiência única, recheada de referências do universo geek (aqueles que se atraem por tudo aquilo que é novidade, principalmente quando o assunto são computadores, super-heróis, quadrinhos, filmes de ficção científica e outros). Foi criado com a intenção de fazer com que as crianças aprendam brincando, em um ambiente carinhosamente pensado para elas.

No Mundinho Geek as crianças podem ser e se vestir como seus personagens prediletos. É o local onde o mundo dos quadrinhos, da cultura pop, da ciência e da tecnologia se encontram. Um lugar para reunir toda a família e compartilhar o que você mais gosta com os seus filhos.

SOBRE A FUNDAÇÃO PLANETÁRIO

Inaugurada em 19 de novembro de 1970, a Fundação Planetário se dedica a difundir Astronomia e ciências afins e oferecer cultura e lazer de qualidade à população carioca e os demais visitantes, se tornando sinônimo de diversão não só pelas Sessões de Cúpula, mas por promover a todos os tipos de público uma série de atividades e projetos culturais que permitem a integração entre as mais diversas áreas da ciência.

Contatos: https://www.facebook.com/mundinhogeek/

(21) 9 6907-2480 / juliana@imagemcultural.com.br

Beijos,

Fê!

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Você sabe diferenciar os estágios da febre?

A febre tem vários estágios e é muito importante saber diferenciar cada estágio dela para que possa fazer o tratamento correto.

Seu filho está bem, brincando, quando de repente você o percebe bem quieto e quando o pega no colo logo percebe que está quentinho! Logo, você já sabe, ele está com febre! Mas você sabe o que fazer?
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– Intercale a medicação:

Muitas vezes, antes do intervalo recomendado entre uma dose e outra de remédio, a temperatura  começa a subir novamente. Nesse caso, você pode dar um outro tipo de medicamento. Se a criança tomou paracetamol, por exemplo, você pode dar ibuprofeno. Também vale fazer esse revezamento para não exceder a máxima dose diária recomendada. Por exemplo, se o remédio pode ser dado de 4 em 4 horas, mas não mais que 5 vezes ao dia, em 24 horas, esse limite não seria respeitado, por isso, é melhor alternar as medicações. No entanto, SEMPRE com orientação do pediatra.

-Fique atento:

Se você perceber que a criança não responde a medicação, ou que  está com muito frio, muito sono, gemendo de dor, não exite, leve-a ao pronto socorro!

– Cuidado com os RNs:

Bebês abaixo de 3 meses devem ter atenção redobrada quando o assunto é febre! No primeiro pico de febre, já corra para o Hospital!

– Febre acima de 37,8º já precisa ser medicada:

Com essa temperatura, a criança já começa a sentir mal estar, dor de cabeça ou no corpo. A medicação é feita para aliviar então, os sintomas!

O que podemos fazer para aliviar?

Dar um banho morno, compressas de água na testa e nuca, ingestão de líquidos, repouso são dicas para diminuir o mal estar da criança!

E lembre-se, nunca esqueça de consultar o pediatra!

Beijos,

Fê!

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