Multa para quem transportar criança fora da cadeirinha vai ficar mais cara. Veja como utilizar corretamente o dispositivo

A partir de 1º de novembro a infração, que era de R$ 191,54 passará para R$ 293,47. Além do uso do equipamento de retenção, motorista deve averiguar se o modelo e o modo de instalação estão adequados

Cadeirinha é obrigatória para o transporte de crianças
Clique para ver maior | Imagem: Divulgação/Tutti Baby

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Cadeirinha é obrigatória para o transporte de crianças | Imagem: Divulgação/Tutti Baby

Há mais de cinco anos o Brasil deu um importante passo para a prevenção de riscos às crianças no trânsito. Desde que a lei da cadeirinha entrou em vigor no país, a maioria dos pais passou a se preocupar com o uso de dispositivos de retenção. No entanto, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal, muitos motoristas ainda são imprudentes nesta questão. Só em 2015, nas rodovias federais houve a autuação de 740 motoristas que transportavam crianças sem o dispositivo.

A partir de novembro deste ano, a lei fica ainda mais rigorosa e a multa, que era de R$ 191,54 passará para R$ 293,47. Além disso, a fiscalização também será mais rígida. E os motoristas devem estar atentos: não é só a falta do equipamento que causa a infração, mas também o uso inadequado da cadeirinha.

Amanda Teixeira, da área de desenvolvimento da Tutti Baby, empresa especializada nestes itens, explica o que se deve levar em consideração no momento da aquisição e instalação do produto. “Existem diversos modelos no mercado e por isso muitos consumidores acabam errando na escolha. A primeira dica é verificar se a peça é certificada pelo INOR, o órgão creditado pelo Inmetro que atesta a qualidade do produto. Depois, a embalagem e o manual de instruções trazem as informações sobre para qual grupo de massa o produto é indicado e como deve ser ajustado no automóvel”, diz.

Para Amanda, um dos principais erros dos pais é não verificar o modo de instalação. “O bebê conforto, por exemplo, é utilizado para criançasde até um ano e deve, obrigatoriamente, ser instalado de costas para o motorista. Alguns modelos de cadeirinha usam o cinto do carro para fixação das crianças. Se ele passar pelo pescoço, significa que o produto é inadequado”, alerta.

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Itens de retenção devem ser instalados corretamente | Imagem: Divulgação/Tutti Baby

Tipo ideal de acordo com o tamanho da criança
A profissional da Tutti Baby destaca ainda que existem cinco grupos, classificados pelo peso das crianças, para adequação dos modelos de cadeirinha. São eles:

Grupo de massa O : de 0 kg até 10 kg, altura aproximada de 0,72m, até 9 meses (usa o bebê-conforto)
Grupo de massa O+: de 0 kg até 13 kg, altura aproximada de 0,80m, até 1 ano (usa o bebê-conforto ou cadeirinha)
Grupo de massa I: de 9 kg até 18 kg, altura aproximada de 1m, até dois anos e oito meses (usa cadeirinha)
Grupo de massa II
: de 15 kg a 25 kg, altura aproximada de 1,15m, até cinco anos (usa cadeirinha)
Grupo de massa III: de 22 kg a 36 kg, altura aproximada 1,30m, até 10 anos (usa cadeirinha ou acento de elevação).

Sobre a Tutti Baby
Com sede em Massaranduba (SC), a Tutti Baby faz parte do Grupo Zanotti e é especialista em fabricação de produtos para bebês, que englobam os grupos Passeio (carrinhos e bolsas), Retenção (cadeirinhas para automóvel e bebê conforto), Casa (cercado, andador e grade para porta), Alimentação (cadeiras) e Puericultura Leve (banheiras, troninhos, assento redutor, saboneteiras e suporte para banheira).

Está presente em todo o território brasileiro, com mais de 1,6 mil pontos de venda.

Agora é entender que não é só pela multa, cadeirinhas salvam vidas.

Beijos,

Fê!

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Inspiração – Festa Circo

Festa no Tema de Circo nunca sai do top das mais pedidas para comemoração de 1 aninho

Muitas, mas muitas mamães procuram por esse tema para a festinha de 1 ano do bebê. Acredito que uns 70% das festas de um ano, são no tema de circo.

Ele nunca sai de moda e as decorações estão cada vez mais fofas, sempre alguma coisa nova, sempre um detalhe lindo.

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Esse avental da equipe da festa estava uma coisa de tão lindo. Amo esses detalhes.

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Quadrinho Chalkboard é ótimo para contar a história do bebê e depois fica para decoração do quarto.

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Fotos: Joaninha Fotografia

Muito linda, né? O que acharam? Deixem seus comentários!

Beijos,

Fê!

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Ser mãe, o papel mais difícil e intenso que exerci

Eu adiei ao máximo em escrever esse post porque tinha certeza que iria me afogar em lágrimas. Simplesmente falar da maternidade, do meu filho me fazem chorar e eu não faço idéia do motivo.

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Sabe, ano passado foi meu primeiro dia das mães. Eu estava grávida e já me sentia mãe, mas eu não fazia idéia do que era ser mãe, do quão intenso é ser mãe. Eu tinha tanto medo de não dar conta e, meu Deus, eu consegui. Eu simplesmente consegui dar conta de ser mãe. E eu sei que não sou a melhor mãe do mundo, mas eu tento todos os dias, tudo que eu faço na vida, por menor que seja, é pensando no meu filho. Ele me faz querer ser uma pessoa melhor todos os dias.

Então respire fundo porque você vai ser mãe pelo resto da vida.

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Eu não sei nem explicar direito.

Foi um ano muito difícil. Ser mãe foi a coisa mais difícil que me aconteceu na vida porque não tive a opção de desistir, de dar uma pausa. É isso e vai ser pra sempre isso.

Milhares de vezes eu tive vontade de chutar o balde e sumir, mas não pude porque meu filho depende 100% de mim. E quando esfriei a cabeça esqueci completamente essa idéia e ainda me achei muito maluca por, pelo menos um minuto, ter pensado isso. Eu jamais, em hipótese alguma, deixaria meu filho.

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Pra onde eu vou, eu quero levá-lo, eu sempre quero ele por perto, mesmo sabendo que vai ser perrengue estar com ele ali. Quero muito que ele cresça sendo meu melhor amigo, quero que quando ele for adulto, eu ainda seja a mamãe dele e que ele seja muito carinhoso comigo.

Eu o olho e não acredito que um dia ele esteve dentro da minha barriga, que um dia ele ficou me chutando enquanto eu fazia carinho nele imaginando a carinha linda que ele teria.

Eu chorei a primeira vez que ele pegou um brinquedinho, estávamos só nós dois em casa e eu correndo pra arrumar a casa enquanto ele estava quietinho no carrinho e quando olhei para trás ele estava pegando o brinquedinho com a mão, finalmente tinha descoberto a mão.

Amamentar é foda (desculpa o termo, mas não encontrei outra palavra para descrever) de difícil, dói, cansa, esgota. Mas eu chorei no consultório da pediatra quando ela me disse que provavelmente meu leite secaria e eu não queria parar de amamentar, não queria cortar esse elo, eu não queria. A primeira vez que me dei conta que era mãe foi na maternidade quando fui amamentá-lo pela segunda vez, sentada na poltrona e coloquei-o para arrotar em posição de sapinho. Ele era tão pequeno, tão meu e eu era tão dele. E eu não queria perder isso, eu simplesmente não queria parar de amamentar porque era assim que eu me sentia, muito dele e ele muito meu e de mais ninguém.

Chorei quando a licença maternidade acabou, eu tive que voltar a trabalhar e não iria mais ficar 24h com ele. Mais uma vez ele não seria só meu e eu só dele. Foi difícil e doloroso o retorno ao trabalho.

Chorei a primeira vez que ele engatinhou. Sozinha, depois, num canto sem ninguém pra ver e rir de mim, de me chamar de idiota.

Chorei quando fui deitar e lembrei o quanto o amo, amo, amo que chega a doer dentro do meu peito.

Chorei quando ele ficou doente e eu desejei mil vezes que fosse comigo, mas nunca com ele. Por favor, Deus, tira isso dele e passa pra mim.

Eu o olho e é tudo tão perfeito. O cabelo, o narizinho arrebitado, os olhos de jabuticaba, a boquinha gorduchinha como a do pai, a bundinha, tudo tão lindo que eu só consigo agradecer à você, meu filho, por ter me escolhido para ser sua mãe.

É um amor muito louco, maior do que qualquer coisa, maior do que nós mesmas.

Ninguém nunca vai entender sem ter passado por isso, mas certeza que as mães que estiverem lendo isso me entenderão 100%.

Hoje eu entendo outras mães, sinto felicidade quando vejo uma mãe feliz, fico triste quando vejo a tristeza de uma mãe, seja na tv ou ao vivo. Hoje fui fotografar uma festa e meus olhos se encheram de lágrima na hora do parabéns porque eu vi a felicidade daquela mãe, sei que na cabeça dela está se passando o mesmo filme que se passa na minha.

Outro dia eu sonhei que eu morria e chegando no céu eu implorava para voltar porque eu tinha um filho pequeno e precisava muito voltar porque eu tinha que ensinar tudo pra ele e precisava muito vê-lo crescer, eu queria muito isso. Foi horrível esse sonho, eu acordei chorando muito, soluçando. Foi quando me dei conta que agora tenho muito medo de morrer e não poder estar presente em todas as conquistas e descobertas do meu filho, do meu João.

Melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida é ter me tornado mãe, minha maior realização, eu amo ser mãe, eu nasci para ser mãe, eu sempre sonhei em ser mãe, meu melhor papel é o de mãe.

Como uma amiga querida me disse, “Deus nos faz ser mãe para evoluirmos como seres humanos”. Eu nem lembro a mulher que eu era antes de ser mãe.

Para todas as mães que lerem esse post, eu desejo um Feliz dia das mães com as melhores coisas que Deus poderia nos dar, os filhos. Sim, dia das mães é todos os dias, mas é muito bom ter um dia todinho para gente.

Beijos,

Nanda

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Ps: as fotos foram do ensaio mãe e filho que fizemos com a fotógrafa Camilla Paes

Mas pra que serve esse famoso colar de âmbar?

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Sempre que posto uma foto do João no instagram @blogmaenaodorme, pelo menos uma pessoa pergunta que cordão é esse que ele usa e para que serve. Por isso resolvi escrever esse post de hoje esclarecendo todas as dúvidas que recebo sempre.

O cordão que o João usa é o colar de âmbar. Uso nele porque minimiza os incômodos e sintômas causados por conta dos dentinhos que estão nascendo. Ele pode também ter um efeito positivo sobre alergias, eczemas, erupções cutâneas, cólicas e doenças respiratórias, melhora o sono e a imunidade

É mágica? Não! É crença religiosa? Não! É medicina natural, uma tradição antiga na Europa e que chegou no Brasil cerca de uns quatro anos.

Confesso que, como muitas mães, só fui conhecer o colar quando a Gisele Bündchen postou uma foto dela com a filha e a filha usava. Daí fui pesquisar o que era, pesquisei depoimentos de mães que usavam no filho. Só encontrei depoimentos positivos e achei que seria a solução da minha vida. Depois que comprei vi que a Bárbara Borges também tinha postado foto do filho com o colar. Mas nessa foto ela também usava um e vi que para adulto funciona bem para outras coisas, mas não me aprofundei nessa pesquisa porque meu foco mesmo era pro João.

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Eu sei que não existem estudos que comprovem a eficácia do uso do colar, o que existem são experiências pessoais e nelas que me baseei. Bem verdade também que depois que virei mãe eu tento de tudo que dizem que dá certo. Obviamente que não faço receitas milagrosas e nem malucas, mas tudo que acho que cabe na minha realidade, eu tenho. Algumas realmente dão certo, outras nem tanto. O âmbar foi uma das coisas que super funcionaram.

Eu comprei quando ele tinha uns dois ou três meses. Usei bastante, mas como ele não tinha nem sinal de dente, acabei tirando e esquecendo. Eis que os dentes começaram a nascer, ele tava super chatinho, chorando, sentindo dor e uma amiga me lembrou do colar. Coloquei de novo nele e, de verdade, ele virou outra criança, mudou da água pro vinho. Desde então nunca mais tirei dele e ele nunca mais sofreu com esses pequenos e chatinhos dentinhos.

O âmbar não é uma pedra, é uma resina vegetal que se tornou fóssil há aproximadamente 50 milhões de anos e é encontrada principalmente na região dos Bálticos. Nele se encontra o ácido succínico que fortalece o sistema imunológico, estimula o sistema nervoso e melhora o metabolismo. Por isso ele atua como um analgésico e antiinflamatório natural. Ele deve sempre estar em contato com o corpo, embaixo da roupa do bebê, porque o  contato com a pele faz com que as continhas do colar se aqueçam e liberem quantidades vestigiais do ácido succínico no corpo.

Existem muitas imitações e, inclusive, muita gente vendendo como se fosse verdadeiro. Então tome cuidado na hora de comprar. Você pode exigir o certificado de autenticidade. Mas também pode fazer alguns testes caseiros.

O primeiro consiste em colocar uma ou duas gotas de acetona/álcool em uma das contas do colar. Se ficar viscosa, pegajosa ou alterar a cor, não é âmbar.

O segundo teste consiste em misturar uma parte de sal com duas de água, dissolver e colocar o colar. Se boiar, é autêntico.

Além disso, quando você encosta no âmbar vai sentir que ele é morno, as imitações dele são mais frias.

O colar tem um nó entre cada conta. Assim, caso ele rompa, não caem todas as continhas, apenas uma. O fecho é de rosquear e coberto por âmbar para que o bebê não consiga abrir.

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O João se acostumou super bem, não incomoda em nada nele, ele não fica tentando puxar, nem nada disso. Quanto mais cedo ele usar, mais fácil dele se acostumar. É indicado desde os dois meses até dois anos de idade.

Eu não tiro pra nada, nem pra dormir, assim ele tem maior efeito terapêutico. Porque ele é seguro, é feito para se romper fácil caso haja algum tipo de força sobre ele e, além disso, as pedras são pequenas, não chegam a causar qualquer tipo de engasgo ou asfixia. Mas caso você esteja insegura quanto ao uso da noite, uma alternativa é usar tornozeleira, dando duas voltas.

O meu eu comprei na Preciso Disso. Você consegue achar pelo instagram @precisandodisso ou no Facebook Preciso Disso. Falem com a Cláudia, ela é um amor e super de confiança. Vivo falando dela lá no instagram @blogmaenaodorme.

Bom, espero ter tirado todas as dúvidas de vocês. Caso ainda tenham alguma dúvida, podem deixar nos comentários. Leio todos e respondo todos também.

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Beijos,

Nanda

O primeiro passo para ser uma boa mãe é assumir que não é uma boa mãe

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Semana retrasada eu comecei com o pé esquerdo total. Cheguei a relatar meu dia no instagram @blogmaenaodorme, mas pra quem não acompanhou, vou contar por aqui também para depois comentar sobre o assunto que estou querendo falar hoje.

Segunda-feira foi dia de pediatra logo pela manhã. Então acordei mais cedo e comecei a correria que é para sair de casa com o João. Aí corri pra me arrumar, arrumei a bolsa do João, preparei mamadeira pra quando ele acordasse, ele acordou, dei mamadeira, dei banho, enquanto o arrumava ele fez cocô, limpei, ele fez de novo, limpei de novo, ele fez DE NOVO, limpei mais uma vez, coloquei a roupa, estava pequena, tirei e coloquei outra roupa, fui embora.

Quando saí parecia até que tinha passado um furacão pela minha casa, uma bagunça total. Putz, esqueci a chupeta. Voltei em casa pra pegar a chupeta, fui pro carro, coloquei o João no bebê conforto, ele começou a chorar (ele nunca teve problemas para ficar no bebê conforto, sempre fica de boa), acalmei o João, fechei o carrinho, coloquei na mala, não estava cabendo, ajeitei direitinho, entrei no carro. Olhei no espelho, nem penteado o cabelo eu tinha. Mas esqueci disso no momento que o João começou a chorar e eu tive que ir cantando e brincando até o pediatra (o bebê conforto é virado pra trás, então ele não me vê). Ufa!

crazy housewife

Olho pro chão! Tô com duas sandálias diferentes em cada pé (um modelo totalmente diferente do outro).

No Pediatra ocorreu tudo bem! Um ponto pra mamãe.

Vou na casa da minha mãe depois deixar o João, aproveito troco de sandália e agora sim começa meu dia, vamos para o trabalho.

É até engraçado, mas apesar de se chamar trabalho, descanso mais do que se tivesse com o João. Me sinto culpada por achar isso. Mas me absolvo dessa culpa.

Mother and baby in home office with laptop

Saindo do trabalho tive que correr no shopping antes de buscar o João pra resolver umas coisas super rápido.

Aí que eu estava de saia longa, a minha preferida por sinal, e ela prendeu na escada rolante. Na hora a escada rolante fez um barulhão e parou, os seguranças vieram correndo, pediram que todos que estavam na escada saíssem, interditaram a escada e logo se formou uma fila enorme de pessoas esperando para descer. Ligaram a escada de novo e a segurança puxou minha saia, só que com a força dela, ela caiu pra traz bem feio, minha saia rasgou e ficou  toooooooooda suja de preto. Ou seja, agradeci imensamente a ajuda e fiquei andando no shopping que nem uma mendiga, Braseeeel!

Saí de lá, busquei meu filho e tudo normal no restante do dia que pareceu ter 36 horas. Ufa!

Só depois eu parei pra pensar que consegui levar tudo isso no bom humor (na medida do possível). E só me toquei disso no dia seguinte. Coisa que há alguns meses atrás, jamais eu conseguiria. Certeza que se isso acontecesse lá trás, eu sentaria, choraria, gritaria, teria algum ataque louco.

Scared baby against crazy mother

Logo que o João nasceu eu coloquei na minha cabeça que eu tinha que dar conta do João e da casa. Que minha casa tinha que estar arrumada, louça limpa, roupa lavada e passada.

Minha mãe sempre me dizendo que ela cuidava de mim sozinha e mantinha a casa sempre arrumada, que eu tinha que fazer o mesmo e tal.

Então eu queria sempre que o João dormisse ou que ficasse quietinho no carrinho/cadeirinha enquanto eu literalmente corria pela casa tentando fazer as coisas.

O resultado foi bebê estressado, mamãe estressada, mamãe exausta e casa de pernas pro ar.

No final do dia eu estava transtornada já, não aguentava mais ouvir choro de João, não entendia o motivo dele chorar, eu sentia dores pelo corpo todo (principalmente nas costas) e me sentia completamente frustrada por não dar conta nem de um e nem de outro. Que péssima mãe eu me sentia, não é possível que só eu no mundo não conseguisse isso. Se todo mundo consegue, eu também tinha que conseguir.

Isso me gerou muitos problemas, inclusive com meu marido que chegava do trabalho e eu descontava tudo em cima dele, estourava quase que sempre e entramos numa crise grandiosa.

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Minha alforria começou num dia que eu estava com as costas ardendo de tanta dor de ter que ficar ninando o João o tempo inteiro porque quando ele ficava com sono era um desespero sem fim. Ele gritava, ele chorava, ficava vermelho, eu me desesperava, chorava junto, pedia pelo amor de Deus pra ele dormir, já que estava com sono.

Decidi que iria ensinar ele a dormir sozinho. Lembrei de alguns artigos que li, alguns vídeos que assisti e resolvi colocar em prática, mas do meu jeito.

Coloquei ele no berço, apaguei a luz (deixei só a luminária acesa), coloquei uma música calminha, peguei uma cadeira, coloquei do lado do berço e sentei.

Falei pra ele que estava na hora de dormir e que mamãe estava ali. Dei a chupeta. Ele cuspia a chupeta, se virava, reclamava. Eu colocava a chupeta, repetia que estava na hora de dormir. Ele chorava algumas vezes, eu acalmava ele (cheguei a pegar ele no colo uma vez até ele parar de chorar e coloquei de volta) e repetia as mesmas palavras.

Foi difícil, eu chorava, minhas costas ardiam horrores de tanta dor. Meu marido sentado um pouco atrás de mim, na poltrona de amamentar, falava pra eu ir tomar banho e descansar, que ele ficava ali. Mas eu me neguei a sair, eu disse que ficaria até um fim, que um bebê não poderia me vencer (sim, eu me arrependo dessas últimas palavras, mas eu estava desesperada já).

Finalmente depois de mais de 2 horas, ele dormiu. E eu nem acreditei.

E por mais incrível que isso possa parecer, depois que dorme sozinho uma vez, vai ficando mais fácil ele dormir sozinho depois. Isso ele devia ter uns 3 meses, 4 meses no máximo.

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Passei a colocá-lo no carrinho, balançar e ele ia dormindo. Depois colocava na minha cama, abraçava ele e ele dormia. Agora coloco no berço, apago a luz e ele apaga.

Obviamente que não é sempre assim, não posso ultrapassar o limite dele. Quando deixo ele ficar muito, mas muito cansado, ele tem dificuldades para pegar no sono. Então sempre presto atenção nisso.

E aí isso já me deu um grande alívio.

Até que eu caí na real e vi que não adiantava me matar para manter uma casa arrumada, meu filho estava ali e eu não curtia a melhor fase da vida dele porque tava neurótica com uma limpeza e arrumação que não era possível.

Resolvi que ia aproveitar meu filho, todos os minutos com ele e que a casa ficaria em segundo plano. Quando ele dormisse, se ele dormisse, eu aproveitava e adiantava alguma coisa. E quando ele dormisse à noite, eu dava um jeito maior na casa. Mas que também não ultrapassaria meu horário de dormir, porque senão não descansaria o suficiente e acordaria um caco no dia seguinte (o João passou a dormir a noite toda de 5 para 6 meses).

Meu grande medo de voltar a trabalhar era justamente ficar um caco humano, mas não foi isso que ocorreu, fico muito menos cansada. Eu realmente agora levo mais de boa as coisas. Se deu, deu, se não deu, não deu e tchau.

O importante é o meu filho estar bem, feliz. E não perco mais momentos de brincadeira com meu filho pra arrumar casa.

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Bem verdade também que chamei uma pessoa que faz faxina na minha casa de 15 em 15 dias. Daí eu só mantenho o que ela limpou e faxinou no pesado.

Mas o que quero dizer para vocês é que não se cobrem tanto, não tente ser mais do que você é. Se existem mães perfeitas, eu admiro, acho lindo, mas eu não sou uma delas e não me culpo mais por isso. 😉

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Beijos,

Nanda

Roupa com proteção solar

Muita gente viaja hoje, algumas foram ontem e outras vão amanhã curtir o carnaval. E a maioria das que irão viajar, vão para regiões de praia. Mas até para quem não viajou e nem vai, nesse calor de meu Deus que faz aqui no Brasil (principalmente aonde eu moro, no Rio de Janeiro), dias de folga são sinônimos de praia e piscina, ainda mais quando se tem crianças.

Por esse motivo, pensei em conversar com vocês hoje sobre roupas com proteção solar (e também porque uma amiga sugeriu o tema e esse post é dedicado à ela rs).

Hoje em dia, o protetor solar é mais do que um ítem importante, é essencial, tem que passar toda hora, tem que reforçar, principalmente em crianças que além de não curtirem muito passar protetor (bebês então não param quietos para passar protetor), são peixinhos difíceis de tirar de dentro d´água, não é mesmo?

O lega é que atualmente você consegue encontrar roupas e acessórios com proteção UV  que são bem eficientes e equivalem a um protetor com fator 50. Apesar de não ser necessário passar protetor na parte coberta pela roupa, ela não substitui o protetor, apenas complementam a proteção nos lugares de maior exposição ao sol e evitam que tenha que passar toda hora o protetor nas partes cobertas pela roupa, deixando a criança bem à vontade para curtir a praia ou a piscina.

Algumas pessoas quando vêem a roupinha acham que a criança vai morrer de calor, mas ela é fininha e é super fresquinha e confortável. Algumas marcas até não deixam a criança sentir frio na água gelada.

Quando são confeccionadas essas roupas usa-se o dióxido de titânio, é um protetor solar, e mesmo que você lave, essa proteção não sai da roupa. Algumas marcas até tem um número específico de lavagem, mas a maioria não tem.

Uma roupinha normal protege 5% do sol, a roupinha com proteção solar protege 90% do sol. Essa diferença gritante se dá porque em uma comum quando os raios “tocam” a roupa, uma parte é refletida, mas outra parte atravessa a fibra do tecido e atinge a pele. Enquanto a roupa com proteção tem a capacidade de bloquear esses raios, só uma pequena parte atinge a pele.

O João tem alguns modelos que eu amo.

O macacão é da Chicco

O macacão é da Chicco

Na Decathlon vende o kit com bermuda, blusa e chapéu. Comprei também o óculos separado e que também tem proteção

Na Decathlon vende o kit com bermuda, blusa e chapéu. Comprei também o óculos separado e que também tem proteção

Óculos Kidz Banz

Óculos Kidz Banz

Da UV Line, uma das melhores marcas de roupas com preteção UV

Da UV Line, uma das melhores marcas de roupas com preteção UV

Agora que estão todos protegidos, uma boa praia, uma boa piscina, um bom carnaval. 🙂

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Beijos,

Nanda

Ensaio de Carnaval

Opa, e cá estou eu falando de carnaval mais uma vez. É muito amor por carnaval, Braseeeel!

Mas é que eu preciso contar pra vocês que no dia 31/01, dia seguinte ao meu aniversário, fomos ao stúdio da Luciana Thomaz para fazer um ensaio de carnaval com o João.

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Foi uma mini sessão fotográfica, bem mini mesmo. Mas o resultado mexeu com meu coração, eu amei ver as fotos e ver o meu filho nelas. É difícil explicar, mas é que certas fotografias passam emoção, sabe? E nessas eu conseguia ver o João exatamente como ele é: feliz!

A Lu me envio mais de 60 fotos, como não poderia colocar todas aqui, já imaginem o quão difícil foi preparar esse post só com algumas das minhas preferidas.


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Sério, não me canso de ver essas fotos, acho que já vi mais de mil vezes.

Finalmente encontrei uma fotógrafa para chamar de minha ❤ Mas para quem se interessar, o studio da Luciana Thomaz fica no Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca (próximo ao antigo autódromo).

O site é o www.lucianathomaz.com.br

Facebook http://facebook.com/lucianathomazfotografia

E-mail luciana@lucianathomaz.com

Telefone (21)97935.2900

Instagram @lucianathomazfotografia

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Nanda