Especialistas da NotreDame Intermédica alertam sobre distúrbios emocionais gerados durante e após a gravidez

Alterações emocionais na gravidez são normais, mas podem e devem ser controladas.Falar sobre os sentimentos e jamais usar ou suspender medicações sem orientação médica são algumas das dicas.

De cada 100 mulheres grávidas, 10 a 20 são acometidas pela depressão. Mas, afinal, como evitar ou amenizar os distúrbios emocionais, entre outras alterações geradas pela mudança de vida com a chegada do bebê? A psicóloga Karen Valeria da Silva e a obstetra Dra. Daniela Leanza, que integram o corpo clínico da NotreDame Intermédica esclarecem estas dúvidas.

De acordo com as especialistas,  a gestação é um momento de importantes reestruturações na vida da mulher e nos papéis que exerce. Mais do que isso, é um momento de preparação psicológica para a maternidade. “Trata-se de uma fase onde é preciso reajustar seu relacionamento conjugal, sua situação socioeconômica e suas atividades profissionais. E isso não é nada fácil. Muitas vezes, a gestante ‘se vê’ sozinha em diversas situações e acaba por entrar num processo gradual de depressão que tende a piorar no pós-parto”, analisa a psicóloga Karen Valeria da Silva.

Além das mudanças psicológicas, ocorrem as transformações hormonais e metabólicas que, muitas vezes, culminam em sensação de fragilidade, preocupações excessivas com a gravidez e saúde do bebê, responsabilidade, insegurança, medo, e alterações de humor que variam entre momentos de felicidade, tristeza e angústia.

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Depressão

Apesar de atingir de 10% a 20% das mulheres grávidas, ainda não se sabe exatamente o que causa a depressão na gestação. Contudo, deve-se atentar para alguns fatores de risco que indicam mais chances para o distúrbio. Os mais comuns são histórico de depressão, problemas conjugais, condições socioeconômicas baixas, experiências traumáticas no período gestacional, gravidez indesejada e até mesmo predisposição genética.

Entre os sinais e sintomas, são comuns alterações no hábito alimentar – redução ou aumento do apetite – e alterações no sono – ou sonolência excessiva ou insônia -, diminuição da libido, falta de energia e fadiga, perda do prazer pelas atividades que gosta, sentimentos de culpa, inutilidade ou pânico, pensamentos suicidas, tristeza, infelicidade e choro fácil.

Os sintomas da depressão podem afetar o comportamento da gestante trazendo consequências futuras ao feto.

Algumas pacientes acabam se isolando socialmente, faltam nas consultas de pré-natal e não seguem as orientações médicas, podendo iniciar ou aumentar o consumo de  álcool, tabaco e drogas que podem  trazer consequências como alteração no desenvolvimento do feto, aborto espontâneo, parto prematuro, baixo peso ao nascer, bebês com problemas de sono e também o maior uso de UTI neonatal.

A depressão pode ser tratada com o uso de medicação, porém é preciso avaliar o risco-benefício do uso de psicoterapêuticos. “Se a mulher já usava um antidepressivo antes da gravidez, o médico deverá avaliar a continuidade do tratamento ou a troca da medicação. Podem ser considerados também os tratamentos alternativos, como sessões de relaxamento e o uso de fitoterápicos”, explica a Karen Valeria da Silva. Também é imprescindível o acompanhamento psicoterapêutico que poderá auxiliar na identificação dos gatilhos e fornecer ferramentas de enfrentamento.

Depressão pós-parto

A depressão pós-parto pode ocorrer logo após ou em até um ano após o parto. Seus sinais e sintomas ocorrem quase todos os dias e vão do sentimento de tristeza ou desespero constante, perder o interesse ou não sentir prazer na maioria das atividades diárias, alterações de humor, ansiedade e excesso de preocupação, e até pensamento de morte nos casos mais graves.

Oficinas de Saúde

Estes cuidados foram apresentados durante o dia 4/5 como parte do projeto “Oficinas de Saúde”,promovido mensalmente pelo Grupo NotreDame Intermédica. Nestas oportunidades, beneficiários e convidados participam de palestras com especialistas em diferentes áreas. A próxima Oficina de Saúde está programada para dia 6/6 e será sobre obesidade x qualidade de vida, com o tema “Não deixa a obesidade virar um peso na sua vida”.

Compartilhando e incentivando hábitos saudáveis

O Grupo NotreDame Intermédica mantem em seu canal no Youtube diversos vídeos com dicas e orientações valiosas que visam melhorar a qualidade de vida e auxiliar na prevenção de riscos e doenças da população em geral, além de campanhas e vídeos institucionais.

Site: www.gndi.com.br

E vocês, o que acharam?

Beijos,

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Como o bebê desenvolve os cinco sentidos?

Você sabia que os cinco sentidos do bebê são desenvolvidos em sua maioria ainda durante a gravidez? O bebê aprende, reage e amadurece os sentidos para sentir o mundo exterior.

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E quando se desenvolvem os sentidos?
Paladar – O paladar começa a ser desenvolvido na oitava semana de gravidez, quando o feto já consegue “sentir” os sabores do líquido amniótico. Ao nascer, já pode distinguir o que é doce, acreditam?
Mas somente aos seis meses de vida é que o paladar começa a ficar refinado e eles passam a diferenciar doce, salgado, amargo e azedo, por conta da introdução alimentar.
Olfato – O olfato se desenvolve a partir da vigésima oitava semana de gestação e o primeiro cheirinho a ser reconhecido pelo bebê é o do útero. Depois, ao nascer começa a reconhecer novos cheiros e como seu sistema respiratório ainda está em desenvolvimento, pode ocasionar uma alergia ou outra.
Visão – A visão é o último sentido a se desenvolver e assim que o bebê nasce ele ainda não enxerga bem. Recém nascidos enxergam a vida toda embaçada, mas isso não impede que eles aprendam características essências para a sobrevivência como rosto da mãe e o “mamá”. Já com um mês começam a enxergar com 30 cm de distância, aos seis meses já olham para os lados. Já com 12 meses começam a distinguir as cores e finalmente aos 18 meses começam a se aproximar do que seria uma visão adulta.
Tato – O tato é o primeiro sentido a ser desenvolvido, aparecendo entre a quinta e sexta semana de gestação. As primeiras áreas a terem sensibilidade são lábio e nariz e após a décima segunda semana, o feto já pode “sentir” o corpo todo. Por isso é tão importante toques na barriga, carinho e muito amor enquanto se espera o bebê!

E é uma delícia poder acompanhar esse desenvolvimento, essas descobertas. A gente morre de amor, morre de orgulho, morre de felicidade e continua vivendo.

E o que acharam do post? Deixem seus comentários 😉

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Conheça o passo a passo para planejar a gravidez

Cada vez mais os casais têm planejado com calma a chegada do bebê e nesse post damos um passo a passo desse planejamento

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A fase de planejamento da gravidez pode ser tão prazerosa quanto a gestação em si. Esse deve ser um momento de descobertas tanto da futura gestante quanto do parceiro, compreendendo, antecipadamente, todas as etapas da gravidez. Antes mesmo de procurar um médico obstetra, o casal pode buscar as primeiras informações por materiais instrutivos como e-book, blogs de clínicas especializadas, livros e outros.

Avaliação pré-concepcional

Após obter as primeiras informações sobre o planejamento da gravidez é comum surgirem diversas dúvidas e neste momento é indicado procurar uma clínica de obstetrícia e um médico especializado que irá acompanhar toda a gestação.

Além das dúvidas, comuns nesta fase, a futura gestante poderá aproveitar a visita ao médico para uma primeira rodada de exames, chamada de avaliação pré-concepcional, consiste em identificar pressão, diabetes, doenças sexualmente transmissíveis e outras condições da saúde do casal que podem influenciar a gestação.

É comum que, dado o interesse em engravidar, o obstetra indique o início da ingestão de ácido fólico e vitaminas, que ajudarão a preparar o organismo da mulher para a gestação.

Hábitos saudáveis e vacinas

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Ao iniciar as tentativas de engravidar é importante que a mulher verifique se todas as vacinas estão em dia, garantindo que não haverá nenhum problema durante a gestação, principalmente de doenças que possam afetar o desenvolvimento do feto.

Manter hábitos saudáveis também é importante neste momento, o que inclui desde a realização de atividades físicas leves até outros, como:

  • Manter uma dieta balanceada;
  • Parar de fumar ou evitar exposição à fumaça do cigarro;
  • Não ingerir ou diminuir o consumo de bebidas alcoólicas;
  • Manter boas noites de sono etc.

Com esses cuidados as chances de engravidar aumentam, assim como as chances de uma gestação saudável e sem complicações.

Avaliação de histórico familiar e idade limite para engravidar

O histórico familiar e a idade da mulher são aspectos importantes e que devem ser conversados com o obstetra antes de engravidar. Por exemplo, mulheres com histórico de familiares que apresentaram problemas na gestação, como diabetes gestacional, devem informar o médico sobre essas ocorrências.

Não existe uma idade limite para engravidar, entretanto, a partir dos 35 anos os óvulos liberados podem ter uma qualidade menor, gerando uma dificuldade em engravidar após essa idade em algumas mulheres, sendo importante conversar com o médico sobre esse assunto.

Mudanças no corpo

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As mudanças hormonais e físicas causadas pela gravidez é uma realidade e devem ser avaliadas pela mulher desde o planejamento da gestação. O obstetra poderá dar alguns indícios sobre o que esperar, e-books profissionais também abordam essas mudanças, mas o importante é que haja um preparo psicológico do casal.

Limitações durante a gestação

Com tempo para planejar a gravidez a mulher também pode se informar antecipadamente sobre as limitações desse período, como alimentação, até quando é possível dirigir ou viajar, até quanto poderá continuar trabalhando, entre outras informações que a ajudarão a se planejar melhor para a chegada do bebê.

Quer planejar a gravidez passo a passo? Baixe o e-book “Planejando a Futura Gravidez”, tire suas dúvidas e procure um médico de confiança.

Agora é só aguardar a chegada do positivo.😉

Esse post foi desenvolvido especialmente para o nosso blog pela Clínica Bedmed.

Beijos,

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Alimentação Pós Parto

Nutricionistra do Hospital Getúlio Vargas tira as dúvidas quanto a alimentação pós parto

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Logo que recebi alta depois do parto, a minha primeira pergunta a obstetra era o que eu podia ou não podia comer. Na hora ela respondeu que eu poderia comer tudo.

Só depois que ela saiu do quarto é que eu me toquei que tinha formulado minha pergunta de forma errada. Eu queria saber os alimentos que iriam interferir na amamentação, nas cólicas e na minha recuperação.

Com o tempo fui percebendo que não era a única com essas dúvidas, muitas mães não sabem a alimentação correta para esse período.

Pensando nisso, convidei a Dra Lumena Isis, nutricionista no Hospital Getúlio Vargas, para responder algumas dúvidas que eu tive e que acredito que muitas mamães podem ter também.

Existe alimentação diferenciada de parto normal para cesariana?

Na cesariana por ser uma cirurgia, é importante aumentar a ingestão de proteínas e alimentos ricos em vitamina C (legumes, verduras e frutas cítricas) que auxiliam na cicatrização.

Lembrando que esses alimentos também devem ser ingeridos para as mães que tiveram parto normal. E não deve esquecer da hidratação!

Há alimentos que são proibidos?

Proibidos somente bebida alcoolica, mas é válido evitar o excesso de alimentos estimulantes como: café, refrigerantes a base de cola, chá preto, chocolates.

Há alimentos que ajudem na cicatrização, que ajude os órgãos a voltar para o lugar, que ajudem na produção de leite ou até mesmo que dêem mais energia para as mamães nessa fase tão exaustiva?

Depois do parto, as mulheres devem priorizar os alimentos ricos em água (frutas, legumes), em proteína (carnes, ovos e leite), em antioxidantes (frutas e vegetais) e em ferro (carnes, oleaginosas, cereais integrais), sempre acompanhados de alimentos ricos em vitamina C, como as frutas cítricas. Estes alimentos também auxiliam na cicatrização.

É verdade que uma mãe que amamenta deve beber mais água que o normal?

Não, a mãe que amamenta deve se manter hidratada, e beber água e líquidos de acordo com seu corpo e metabolismo.

A alimentação da mãe influencia no período de cólicas do bebê? Se sim, o que pode e o que não pode? Acho que a principal duvida é quanto ao refrigerante e chocolate.

A alimentação para evitar as cólicas no bebe não está estipulada porque nem todos os bebês são iguais, e o que pode causar cólica num bebê, pode não causar em outro. Muitos bebês têm cólica independente do que a mãe coma ou não, mas é sempre uma questão de testar os alimentos um a um, introduzindo e excluindo, para verificar como o bebê reage. Alimentos que podem aumentar a produção de gases: feijão, cebola, repolho, couve-flor, brócolis, ervilha, doces em excesso, leite e derivados, refrigerantes.

Eu fiquei 9 meses sem poder comida japonesa e quando o João nasceu fiquei doida por uma. Muita gente criticou. Comida japonesa pode na gravidez? e depois de quanto tempo de parto, ela está liberada?

Pode, desde que a mulher tome alguns cuidados antes de ingerir comida japonesa, como observar a higiene do local e a forma de conservação do alimento por causa do risco de contaminação. Lembrando também que há risco não só na comida japonesa, mas também nas saladas e carnes mal passadas, o ideal é evitar comer fora de casa.

Muitas mulheres ficam preocupada com o peso pós gravidez. A mãe pode fazer dieta depois do parto? Depois de quanto tempo?

alimentação pós parto

A primeira medida para perder peso é amamentar: quando a mulher amamenta, produz um hormônio, que provoca a contração do útero e estimula o retorno ao tamanho normal. Sem falar que o aleitamento consome muitas calorias por dia.

A segunda medida é seguir um cardápio saudável para estimular a produção de leite e com isso o corpo volta ao normal. O emagrecimento só deve ser uma preocupação por volta dos seis meses de vida do bebê. Até lá o peso deve reduzir naturalmente, especialmente com a ajuda da amamentação.

A mulher que está amamentando tem que se alimentar mais vezes ou continua com a alimentação normal? De quanto em quanto tempo é aconselhável comer algo?

O ideal é que a mãe se alimente da maneira mais saudável possível, dedicando especial atenção aos líquidos. E fazer as refeições normais (café-da-manhã, colação, almoço, lanche, jantar e ceia).

Teria alguma dica para dar as mulheres que acabaram de ter bebê ou que estão amamentando?

O importante para a mulher que está amamentando é consumir nutrientes necessários para a saúde sem adicionar calorias na dieta, e procurar um nutricionista para fazer seu plano alimentar.

Espero ter ajudado de alguma maneira. Caso ainda tenha alguma dúvida, deixem nos comentários 😉

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Fê!

Curso de Gestante no Rio de Janeiro

Desembarca agora em Outubro o Sempre Materna, referência em curso de gestante

Um dos motivos de ter criado esse blog é que eu percebi o quanto ficamos perdidas quando engravidamos pela primeira vez.

É tudo novo, você não sabe nem por onde começar. Lembro de ter ido na feira da gestante a primeira vez e não fazer a menor idéia do que teria que comprar, do que realmente usaria, do que não podia deixar de ter e como usaria essas coisas. E os nomes? Gente, só fui saber a diferença de cueiro para manta depois que o João nasceu. Pagão então… Eu pesquisei esses ítens diversas vezes na internet e não conseguia entender (me julguem rs).

Eu não tinha noção de como cuidar de um bebê, de como trocar uma fralda, de como eu teria que cuidar do umbiguinho dele, dar banho, amamentar, etc. Me peguei chorando diversas vezes por ter medo de não dar conta, pois um serzinho dependeria de mim e eu não saberia o que fazer.

Queria muito fazer um curso de gestante. Senti muito a necessidade disso, para ter uma luz, uma orientação. Cheguei a pesquisar alguns cursos, não encontrei muitas opções no Rio de Janeiro. Os que eu achei ou eram absurdamente caros ou o conteúdo não me interessava por completo.

Foi aí que resolvi me virar sozinha. Comprei livros, revistas, fiz imensas pesquisas na internet e resolvi criar o blog para ajudar, pelo menos um pouquinho, à outras mulheres grávidas e perdidinhas como eu.

gravida confusa

Mas eu senti muita falta de um curso desses. Não só porque teria me poupado muito tempo, mas também que eu sentia que faltava muita coisa que eu precisava aprender e que eu nem sabia o que era. Tudo bem que a gente acaba aprendendo no dia a dia, mas aprende na marra e, além de ser bem mais difícil, às vezes só aprendemos depois, daí fica de ensinamento para um possível futuro filho. Passei muito perrengue.

Quando a Sempre Materna me procurou semana passada, eu fiquei super feliz. Primeiro porque fechamos uma parceria e eles estarão no nosso encontro de mães (postei tudo sobre o encontro aqui, vem ver).

Depois fiquei mais feliz ainda em saber que eles estão trazendo os cursos deles (que são de um valor super acessível) para o Rio de Janeiro que considero ser tão “pobre” em eventos e cursos materno-infantis. É muito bom saber que isso está mudando, vocês não imaginam o quanto fico feliz.

curso de gestante sempre materna

A Sempre Materna é uma famosa grife de cursos e já formou mais de 10 mil gestantes, papais, vovós e cuidadores.

Serão abordados tema como terceiro trimestre da gestação, troca de fralda, banho do bebê, higienização umbiguinho, aspectos emocionais na gestação e a participação do papai na jogada são alguns dos temas abordados nos cursos, que também reservam espaço para outros importantes assuntos como amamentação, volta ao trabalho, estimulação infantil e a postura da vovó em tempos modernos.

Isso é fantástico. Eles preparam as vovós também para a chegada dos netinhos. Pode parecer besteira, pois elas são nossas mães, logo têm experiência. Mas não é besteira, não.

A minha mãe ficava possessa da vida quando eu não seguia o que ela falava, dizia que na época dela tudo isso funcionava e que eu era “mãe de google” (exatamente assim que ela me chamava).

O que eu tentava explicar é que ela foi mãe há quase 30 anos, muita coisa mudou nesse tempo. O cenário mudou, a medicina mudou, novos estudos foram realizados, novos produtos foram inventados. Então o que antes era a verdade absoluta, hoje já não faz mais sentido.

Uma das nossas maiores discordâncias, por exemplo, era que ela dizia que eu tinha que segurar o seio como uma pinça para amamentar. E logo na maternidade a enfermeira me aconselhou a não pegar como uma pinça e me ensinou a pega correta. Pois assim o meu filho pegaria o bico corretamente e eu não teria problemas na amamentação. Mas minha mãe nunca aceitou isso, falava que eu preferia acreditar no que lia na internet do que nela e até ficava ressentida com isso.

Por isso acho tão importante esse curso para vovós, também. Talvez se minha mãe tivesse o feito, não tivéssemos passado por alguns desentendimentos.

As turmas no Rio de Janeiro serão nos dias 21 e 22 de outubro de 14h às 18h no espaço da livraria Sabor Literário, no Leblon (Rua Conde de Bernadotte, 26 – loja 126).

Quem participar do curso receberá como brinde um mini ensaio fotográfico, com direito a uma foto em alta resolução, ganhará uma bolsa recheada de mimos e produtos para a mamãe e o bebê e participará também de sorteios que serão feitos no dia.

E o mais legal é que euzinha estarei lá recepcionando as futuras mamães, papais e vovós.

curso de gestante no rio de janeiro

Programação:

14h – Terceiro Trimestre da Gestação & Aspectos Emocionais;

15h – Pausa Café (que está incluso) + Ensaio Fotográfico;

15h30  – Amamentação & Clube da Vovó Sempre Materna;

17h15 – Cuidados com o Bebê: troca de fralda, banho e higiene do coto umbilical.

As vagas são limitadíssimas, então não deixe pra última hora.

Investimento por gestante: R$ 190,00.

Acompanhante: R$ 60,00

E o mais legal, quem falar que é leitor aqui do blog, tem desconto de R$60,00. Adorei!

Mais informações: 0800 0310308.

Whatsapp: (21) 97634-0218

E-mail: semprematerna@semprematerna.com.br

Espero que tenham gostado e aguardo vocês lá nesse curso que é muito mais do que um simples curso de gestante 😉 Mais um projeto que sinto muito orgulho em fazer parte.

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Beijos,

Fê!

Rock in Rio com criança pode?

É possível levar crianças ao Rock in Rio de um jeito que seja divertido para elas e para os pais

Eu amo Rock in Rio. Fui em todas as edições que tiveram quando eu já era nascida. rsrs. Sim, porque o Rock in Rio tem 30 anos e eu tenho 29. Ou seja, por pouco eu não vou a todas as edições que tiveram. Massss, a minha mãe foi na que eu não pude ir e quem sabe eu não tenha ido na barriga dela?! Ou fui concebida no dia?! Vai saber, né? rs

Bom, na edição de 2013 talvez eu já estivesse com o João na barriga e não sabia. É bem provável que sim.

gravida rock in rio 2015

E eu amo tanto o clima do Rock in Rio e a sensação maravilhosa que ele proporciona que quando fiquei grávida, coloquei na minha cabeça que no Rock in Rio 2015, levaria o João comigo, ele já teria 1 ano e tal, dava super pra levar.

Comprei os ingressos, foi chegando perto e o pessoal foi me colocando medo. Que seria perrengue, que eu não conseguiria aproveitar, que não seria legal pra nenhum dos dois. Enfim, acabei não levando, mesmo. Achei que estaria sem muito sem juízo.

Fui sozinha (sozinha que eu digo, sem ele). Me arrependi? Sim!

Chegando lá, vi várias gravidinhas. Amei inclusive, os looks que elas fizeram pra colocar o barrigão pra jogo de um modo bem ‘rockstar’.

gravida no rock in rio 2015

No dia seguinte, assistindo pela tv, vejo uma família que levou o filho de 1 ano. E não teve como não pensar “viu? podia ser eu! dava pra ter ido”. Que droga!

bebê de 1 ano no rock in rio 2015

Óbvio que não dá pra aproveitar o festival 100%, como se estivesse sem a criança. Mas a vida, depois que tem filho, não dá aproveitar como antes. Estou acostumada a me adaptar a situações quando o João está. Isso realmente não me incomoda. Pelo contrário, prefiro não aproveitar tudo, mas ter ele do meu lado.

Por exemplo, não chegaria no festival cedo e ficaria debaixo do sol. Chegaria já sem sol, mais para perto dos horários dos shows.

Não tive perrengue nem pra vir e nem pra voltar. Nós compramos o ônibus do festival. Daí pegamos no local e hora marcada, ônibus de viagem. Saímos uns 20 minutos do último show acabar, daí nem pegamos fila para pegar o ônibus de volta. Voltamos dormindo no ar condicionado, com as luzes apagadas. Só acordamos quando chegamos.

Eu já não gosto de tumulto, de multidão. Já fico o mais longe possível para que eu tenha bastante espaço em volta de mim, me sinto mais confortável. Então, ele ficaria com a gente ali.

O som lá não é abafado que nem de boate que quando você chega em casa tá ouvindo “piiiiiiiiii….”. Como o espaço é aberto e grande, o som é bem espalhado e bem tranquilo.

Ahhh, e claro, não tirar o olho da criança, nem por um minuto. Pra quem curte, a mochilinha guia é uma ótima opção. Eu levaria, se fosse o caso. Mas não quero entrar nessa questão da mochilinha que é tão polêmica.

A família que levou a criança de 1 ano, ainda levou o carrinho do bebê. Achei o máximo. Porque quando o João cansasse, colocaria ele pra dormir tranquilamente (ele não se incomoda com barulho, pessoas, nada disso).

bebê de 1 ano no rock in rio 2015

No geral, é só levar comidinhas, bastante água (pode levar água, não pode levar garrafa com tampa, a tampinha fica na porta de entrada) e o restante que já levamos quando vamos fazer qualquer passeio.

Ah, e não pense que essa família foi a única. Tiveram várias, inclusive uma com um bebê de 7 meses. Eles o levaram e ainda colocaram protetor auricular nele. Que fofo!!

bebê no rock in rio 2015

Eu queria muito que o João tivesse ido, queria que ele sentisse uma das melhores sensações que é a de estar em festivais.

Mas veja bem, não estou dizendo que ninguém tem que ir com os filhos. Vai quem quer. Tem gente que não gosta, tem gente que não acha que é ambiente. Cada um pensa de uma maneira e eu respeito, do mesmo jeito que todos respeitam o meu modo de ver.

Se você tem vontade de levar seu filho ao Rock in Rio, leva sim. É uma delícia! Basta se programar direitinho.

Principais dúvidas sobre amamentação

Eu já tinha comentado aqui no blog sobre a minha (maravilhosa) experiência em amamentar o João.

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Nesse post mencionei que na gravidez assisti muitos vídeos sobre o assunto. Vídeos esses que me ajudaram a ter uma noção, mas que não me ajudaram muito. A maioria das coisas aprendi com o dia a dia. Se acontecia alguma coisa, procurava me informar. Ah, as enfermeiras da maternidade em que o João nasceu, a Casa de Saúde São José , foram importantíssimas no início do meu aleitamento, me ajudaram muito, me deram dicas valiosas.

Eu brinco que sou ativista da amamentação. Não sou neurótica com isso, mas acho que todas as mulheres do mundo deveriam passar por essa experiência inexplicável, pelo menos uma vez na vida. Faz bem à você, ao seu filho e ao elo, a relação entre vocês dois. É uma delícia.

E hoje resolvi compartilhar com vocês esse maravilhoso vídeo da consultora em amamentação da Lansinoh, Aline Daniele Jafet, sobre as principais dúvidas sobre amamentação, tais como: pega e posições.

Queria eu que durante a minha gravidez tivesse um vídeo maravilhoso como esse. Todas (todas mesmo) as dúvidas que ela tirou durante o vídeo, eu tive antes e durante a amamentação. Coisas que me ensinaram errado e que eu fui descobrindo que era errado, fui aprendendo com o erro.

Então recomendo assistir o vídeo até o final porque tenho certeza que vai esclarecer muita coisa.

Sobre a Aline Daniele Jafet:

Baby Planner certificada internacionalmente pela IMI – International Maternity & Parenting Institute
Doula pós- parto certificada pelo GAMA – Grupo de Apoio à Maternidade Ativa
Educadora Perinatal certificada pelo GAMA – Grupo de Apoio á Maternidade Ativa
Consultora em aleitamento materno pela Lansinoh e certificada pela Casa Curumim

O que acharam do vídeo? Deixem seus comentários sobre o vídeo, se ainda restou alguma dúvida, deixe também que tentarei responder todas.

Beijos,

Nanda

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