5 Experiências surpreendentes que vão transformar sua gestação

A gestação já é especial mas com algumas experiências pode se tornar fantástica

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Nós já falamos aqui que uma gestação dura, em média, 9 meses. Porém, para a gente, parece que é muito mais tempo, já que elas criam tanta expectativa que os dias demoram ainda mais para passar.

Além de toda a magia que naturalmente acompanha esse momento, dá para fazer com que ele se torne ainda mais especial através de alguns procedimentos diferentes, realizados durante a gestação e também no parto.

A tecnologia se desenvolve tanto que traz para a realidade procedimentos e técnicas que parecem vir de filmes futuristas, mas acredite, tudo isso é real.

1 – Ver o rosto do bebê ainda na barriga (Ultrassom 3D)

ultrassom 3d

O pré-natal é composto por vários exames obrigatórios, entre eles, o ultrassom, que é utilizado para verificar se está tudo certo com o corpo do bebê.

Até algum tempo atrás, o ultrassom 2D era o mais comum, com imagens tradicionais, parecidas com as que são obtidas ao fazer uma ultrassonografia de qualquer outra parte do corpo.

Só que justamente devido aos avanços da tecnologia, agora é possível optar pelo ultrassom 3D. Ele transforma as imagens planas em tridimensionais, com altura, largura e profundidade, ou seja, imagens muito melhores e mais precisas!

Através desse exame, é possível ver como está o desenvolvimento do bebê e até mesmo
suas feições, de acordo com sua posição no ventre, o que trará lágrimas imediatamente ao rosto dos papais.

2 – Descobrir o sexo do bebê ainda na 8ª semana (Sexagem fetal)

Sempre existem aqueles que são mais apressados (tipo eu) e querem saber logo o sexo do bebê, seja para tirar essa ansiedade da mente ou para comprar o enxoval e decorar o seu quartinho. É possível descobrir isso com menos de 2 meses de gravidez.

A solução é o exame de sexagem fetal, que é um exame de sangue que identifica a presença ou não de cromossomos Y no DNA do bebê, já que apenas os meninos apresentam esse cromossomo.

Também é super bacana poder montar um chá revelação, que é quando os pais descobrem, junto com seus familiares e amigos, se será um menino ou menina.

Outra boa notícia é que o exame vem se tornando cada vez mais comum e, por consequência, mais acessível aos papais. Certos convênios até cobrem esse exame, o que é excelente para poder montar o enxoval com ainda mais antecedência

3 – Parto mais natural (Parto humanizado)

Essa ideia traz consigo “desautomatizar” os partos e fazer com que cada um deles seja único. Afinal de contas, ninguém é igual a ninguém e, por isso, as gestantes não devem ser tratadas exatamente iguais.

O parto humanizado é feito no tempo da mulher. Caso ela tenha contrações por um longo tempo e, ainda assim, não queira ser submetida a uma cesariana, então isso será respeitado pela equipe médica, por exemplo.

Mas aí, você se pergunta: e se a mamãe e o bebê estiverem em risco? Calma, pois ele é feito com total acompanhamento da saúde do bebê e da mamãe, quando é necessário, os médicos ajudam com o que é preciso.

4 – Auxílio psicológico para encarar a gravidez

Não é apenas o corpo que merece atenção. O aspecto psicológico da mulher também deve ser cuidado, já que toda a sua rotina mudará com a chegada de um novo integrante para a família. E durante a gravidez muitas dúvidas e questionamentos surgem na sua cabeça.

Da mesma forma que a gestação traz momentos maravilhosos e muito felizes, também é comum que a mulher sinta um pouco de desespero, desconfiança e medo. Tudo isso é natural, já que a situação ainda é desconhecida para ela.

Por isso, para poder equilibrar os sentimentos e levar tudo da forma mais saudável possível, o acompanhamento de uma psicóloga pode ajudar muito com esses desafios emocionais que aparecerão cedo ou tarde.

5 – Parto na água

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Quando o bebê sai do ventre de sua mãe, ele se assusta e começa a chorar.

Esse é um dos momentos mais esperados por muitas mamães, mas outras preferem encarar a situação de outra forma. Para elas, recomenda-se o parto na água, que ajuda a mãe a não sentir dores muito intensas durante as contrações e também é ótimo para o bebê.

Esse parto é realizado em uma piscina ou banheira e traz mais conforto para a mulher, que pode escolher a posição em que se sente mais confortável. Ela se sente mais segura e concentrada e menos cansada.

Uma das coisas mais interessantes de um parto na água é que o bebê não sai chorando da barriga da sua mãe, já que ele não sente o impacto causado pela transição da bolsa amniótica e do mundo externo

 

É certo que todas as gestações são surpreendente e todas a serão lembradas para sempre.

Ainda assim, a mulher pode recorrer a alternativas que a deixem ainda mais feliz, segura e confortável para esse momento em que elas e os bebês são os protagonistas.

Portanto, seja através do pré-natal psicológico, do ultrassom 3D, da tecnologia da telemedicina ou da tranquilidade do parto humanizado, escolha o que for melhor para você e aproveite ainda mais desse momento tão maravilhoso e encantador!

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Por que a gravidez é contada através de semanas?

Em algum momento você também já se perguntou porque a gravidez é contada através de semanas?

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A verdade é que enquanto você não engravida, você não entende nada quando pergunta para uma grávida com quantos meses ela está e ela responde: “22 semanas”. WHAT?

Aí você coloca todo seu kumon pra jogo, abre a calculadora do seu celular e chega a conclusão que ela está com 4 meses e meio. Será?

E por que diabos a gravidez é contada através de semanas?

Quando a gente engravida pela primeira vez, se sente totalmente perdida. É um mundo completamente novo. E a primeira coisa que você precisa aprender é que, sim, a gravidez é contada por semanas e que nem sempre o número de semanas indica o mês de gestação.

E ahhh! Você não conta a gestação partir da data em que o bebê foi concebido, sabia?

O Obstetra Dr. Jorge Cholak Filho explica que a gravidez dura, em média, 280 dias. Mas se dividirmos 280 dias em semanas (por 7), teremos o resultado de 40 semanas, que equivale a 10 meses. E é por isso que nunca devemos contar dessa maneira, porque “não vai bater” com o período de gestação que conhecemos que é de 9 meses.

Segundo o especialista, na medicina não começamos a contar a gravidez a partir do dia que a mulher
engravidou, porque ela não sabe a data exata da relação sexual. Lembra somente da data da última menstruação e é esse o dia considerado pelos médicos para o início do processo de gestação. Essa é a contagem correta, mesmo sabendo que a mulher não ficou grávida enquanto estava menstruada, e sim, provavelmente, 2 semanas depois. Diante disso, entendemos que além das 36 semanas, temos mais essas 2 contabilizadas entre o 1° dia da última menstruação e a data da ovulação.

Além disso, os meses não tem exatamente 4 semanas, ou seja, 28 dias. Apenas fevereiro tem 28 dias, sendo que os demais tem 30 ou 31. Portanto, se somarmos esses ‘restinhos’ de dias, teremos mais 2 semanas de gestação. Chegando assim as 40 semanas.

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O principal motivo do controle semanal é que facilita a precisão de cada período e, com isso, cuidado. Isso também se aplica em entender melhor o desenvolvimento do bebê, que feito semanalmente ajuda bastante. Quando pensamos em 1 mês, isso torna o espaço de tempo muito mais amplo, dificultando um bom controle, acredita o Dr. Renato Gil Nisenbaum – Ginecologista e Obstetra na Clínica Dr Renato Nisenbaum, que atua há 15 anos de forma humanizada em São Paulo.

Dr. Cholak complementa que a gravidez é contada em semanas porque são muitas as mudanças que acontecem na gestação de uma semana para outra. Então é importante que a gestação seja mais “dividida”, já que toda semana há uma novidade quanto à evolução do bebê e do corpo da gestante. Na 5ª quinta semana, por exemplo, que o médico tem a visão do saco gestacional, o embrião aparece no ultrassom na 6ª semana e por aí vai.

Espero poder ter ajudado você. Caso tenha alguma dúvida, pode enviar nos comentários ou no e-mail maenaodorme@gmail.com 😉

Beijos,

Fernanda Pereira

 

Especialistas da NotreDame Intermédica alertam sobre distúrbios emocionais gerados durante e após a gravidez

Alterações emocionais na gravidez são normais, mas podem e devem ser controladas.Falar sobre os sentimentos e jamais usar ou suspender medicações sem orientação médica são algumas das dicas.

De cada 100 mulheres grávidas, 10 a 20 são acometidas pela depressão. Mas, afinal, como evitar ou amenizar os distúrbios emocionais, entre outras alterações geradas pela mudança de vida com a chegada do bebê? A psicóloga Karen Valeria da Silva e a obstetra Dra. Daniela Leanza, que integram o corpo clínico da NotreDame Intermédica esclarecem estas dúvidas.

De acordo com as especialistas,  a gestação é um momento de importantes reestruturações na vida da mulher e nos papéis que exerce. Mais do que isso, é um momento de preparação psicológica para a maternidade. “Trata-se de uma fase onde é preciso reajustar seu relacionamento conjugal, sua situação socioeconômica e suas atividades profissionais. E isso não é nada fácil. Muitas vezes, a gestante ‘se vê’ sozinha em diversas situações e acaba por entrar num processo gradual de depressão que tende a piorar no pós-parto”, analisa a psicóloga Karen Valeria da Silva.

Além das mudanças psicológicas, ocorrem as transformações hormonais e metabólicas que, muitas vezes, culminam em sensação de fragilidade, preocupações excessivas com a gravidez e saúde do bebê, responsabilidade, insegurança, medo, e alterações de humor que variam entre momentos de felicidade, tristeza e angústia.

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Depressão

Apesar de atingir de 10% a 20% das mulheres grávidas, ainda não se sabe exatamente o que causa a depressão na gestação. Contudo, deve-se atentar para alguns fatores de risco que indicam mais chances para o distúrbio. Os mais comuns são histórico de depressão, problemas conjugais, condições socioeconômicas baixas, experiências traumáticas no período gestacional, gravidez indesejada e até mesmo predisposição genética.

Entre os sinais e sintomas, são comuns alterações no hábito alimentar – redução ou aumento do apetite – e alterações no sono – ou sonolência excessiva ou insônia -, diminuição da libido, falta de energia e fadiga, perda do prazer pelas atividades que gosta, sentimentos de culpa, inutilidade ou pânico, pensamentos suicidas, tristeza, infelicidade e choro fácil.

Os sintomas da depressão podem afetar o comportamento da gestante trazendo consequências futuras ao feto.

Algumas pacientes acabam se isolando socialmente, faltam nas consultas de pré-natal e não seguem as orientações médicas, podendo iniciar ou aumentar o consumo de  álcool, tabaco e drogas que podem  trazer consequências como alteração no desenvolvimento do feto, aborto espontâneo, parto prematuro, baixo peso ao nascer, bebês com problemas de sono e também o maior uso de UTI neonatal.

A depressão pode ser tratada com o uso de medicação, porém é preciso avaliar o risco-benefício do uso de psicoterapêuticos. “Se a mulher já usava um antidepressivo antes da gravidez, o médico deverá avaliar a continuidade do tratamento ou a troca da medicação. Podem ser considerados também os tratamentos alternativos, como sessões de relaxamento e o uso de fitoterápicos”, explica a Karen Valeria da Silva. Também é imprescindível o acompanhamento psicoterapêutico que poderá auxiliar na identificação dos gatilhos e fornecer ferramentas de enfrentamento.

Depressão pós-parto

A depressão pós-parto pode ocorrer logo após ou em até um ano após o parto. Seus sinais e sintomas ocorrem quase todos os dias e vão do sentimento de tristeza ou desespero constante, perder o interesse ou não sentir prazer na maioria das atividades diárias, alterações de humor, ansiedade e excesso de preocupação, e até pensamento de morte nos casos mais graves.

Oficinas de Saúde

Estes cuidados foram apresentados durante o dia 4/5 como parte do projeto “Oficinas de Saúde”,promovido mensalmente pelo Grupo NotreDame Intermédica. Nestas oportunidades, beneficiários e convidados participam de palestras com especialistas em diferentes áreas. A próxima Oficina de Saúde está programada para dia 6/6 e será sobre obesidade x qualidade de vida, com o tema “Não deixa a obesidade virar um peso na sua vida”.

Compartilhando e incentivando hábitos saudáveis

O Grupo NotreDame Intermédica mantem em seu canal no Youtube diversos vídeos com dicas e orientações valiosas que visam melhorar a qualidade de vida e auxiliar na prevenção de riscos e doenças da população em geral, além de campanhas e vídeos institucionais.

Site: www.gndi.com.br

E vocês, o que acharam?

Beijos,

Fê!

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Como o bebê desenvolve os cinco sentidos?

Você sabia que os cinco sentidos do bebê são desenvolvidos em sua maioria ainda durante a gravidez? O bebê aprende, reage e amadurece os sentidos para sentir o mundo exterior.

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E quando se desenvolvem os sentidos?
Paladar – O paladar começa a ser desenvolvido na oitava semana de gravidez, quando o feto já consegue “sentir” os sabores do líquido amniótico. Ao nascer, já pode distinguir o que é doce, acreditam?
Mas somente aos seis meses de vida é que o paladar começa a ficar refinado e eles passam a diferenciar doce, salgado, amargo e azedo, por conta da introdução alimentar.
Olfato – O olfato se desenvolve a partir da vigésima oitava semana de gestação e o primeiro cheirinho a ser reconhecido pelo bebê é o do útero. Depois, ao nascer começa a reconhecer novos cheiros e como seu sistema respiratório ainda está em desenvolvimento, pode ocasionar uma alergia ou outra.
Visão – A visão é o último sentido a se desenvolver e assim que o bebê nasce ele ainda não enxerga bem. Recém nascidos enxergam a vida toda embaçada, mas isso não impede que eles aprendam características essências para a sobrevivência como rosto da mãe e o “mamá”. Já com um mês começam a enxergar com 30 cm de distância, aos seis meses já olham para os lados. Já com 12 meses começam a distinguir as cores e finalmente aos 18 meses começam a se aproximar do que seria uma visão adulta.
Tato – O tato é o primeiro sentido a ser desenvolvido, aparecendo entre a quinta e sexta semana de gestação. As primeiras áreas a terem sensibilidade são lábio e nariz e após a décima segunda semana, o feto já pode “sentir” o corpo todo. Por isso é tão importante toques na barriga, carinho e muito amor enquanto se espera o bebê!

E é uma delícia poder acompanhar esse desenvolvimento, essas descobertas. A gente morre de amor, morre de orgulho, morre de felicidade e continua vivendo.

E o que acharam do post? Deixem seus comentários 😉

Beijos,

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Conheça o passo a passo para planejar a gravidez

Cada vez mais os casais têm planejado com calma a chegada do bebê e nesse post damos um passo a passo desse planejamento

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A fase de planejamento da gravidez pode ser tão prazerosa quanto a gestação em si. Esse deve ser um momento de descobertas tanto da futura gestante quanto do parceiro, compreendendo, antecipadamente, todas as etapas da gravidez. Antes mesmo de procurar um médico obstetra, o casal pode buscar as primeiras informações por materiais instrutivos como e-book, blogs de clínicas especializadas, livros e outros.

Avaliação pré-concepcional

Após obter as primeiras informações sobre o planejamento da gravidez é comum surgirem diversas dúvidas e neste momento é indicado procurar uma clínica de obstetrícia e um médico especializado que irá acompanhar toda a gestação.

Além das dúvidas, comuns nesta fase, a futura gestante poderá aproveitar a visita ao médico para uma primeira rodada de exames, chamada de avaliação pré-concepcional, consiste em identificar pressão, diabetes, doenças sexualmente transmissíveis e outras condições da saúde do casal que podem influenciar a gestação.

É comum que, dado o interesse em engravidar, o obstetra indique o início da ingestão de ácido fólico e vitaminas, que ajudarão a preparar o organismo da mulher para a gestação.

Hábitos saudáveis e vacinas

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Ao iniciar as tentativas de engravidar é importante que a mulher verifique se todas as vacinas estão em dia, garantindo que não haverá nenhum problema durante a gestação, principalmente de doenças que possam afetar o desenvolvimento do feto.

Manter hábitos saudáveis também é importante neste momento, o que inclui desde a realização de atividades físicas leves até outros, como:

  • Manter uma dieta balanceada;
  • Parar de fumar ou evitar exposição à fumaça do cigarro;
  • Não ingerir ou diminuir o consumo de bebidas alcoólicas;
  • Manter boas noites de sono etc.

Com esses cuidados as chances de engravidar aumentam, assim como as chances de uma gestação saudável e sem complicações.

Avaliação de histórico familiar e idade limite para engravidar

O histórico familiar e a idade da mulher são aspectos importantes e que devem ser conversados com o obstetra antes de engravidar. Por exemplo, mulheres com histórico de familiares que apresentaram problemas na gestação, como diabetes gestacional, devem informar o médico sobre essas ocorrências.

Não existe uma idade limite para engravidar, entretanto, a partir dos 35 anos os óvulos liberados podem ter uma qualidade menor, gerando uma dificuldade em engravidar após essa idade em algumas mulheres, sendo importante conversar com o médico sobre esse assunto.

Mudanças no corpo

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As mudanças hormonais e físicas causadas pela gravidez é uma realidade e devem ser avaliadas pela mulher desde o planejamento da gestação. O obstetra poderá dar alguns indícios sobre o que esperar, e-books profissionais também abordam essas mudanças, mas o importante é que haja um preparo psicológico do casal.

Limitações durante a gestação

Com tempo para planejar a gravidez a mulher também pode se informar antecipadamente sobre as limitações desse período, como alimentação, até quando é possível dirigir ou viajar, até quanto poderá continuar trabalhando, entre outras informações que a ajudarão a se planejar melhor para a chegada do bebê.

Quer planejar a gravidez passo a passo? Baixe o e-book “Planejando a Futura Gravidez”, tire suas dúvidas e procure um médico de confiança.

Agora é só aguardar a chegada do positivo.😉

Esse post foi desenvolvido especialmente para o nosso blog pela Clínica Bedmed.

Beijos,

Fê!

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Alimentação Pós Parto

Nutricionistra do Hospital Getúlio Vargas tira as dúvidas quanto a alimentação pós parto

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Logo que recebi alta depois do parto, a minha primeira pergunta a obstetra era o que eu podia ou não podia comer. Na hora ela respondeu que eu poderia comer tudo.

Só depois que ela saiu do quarto é que eu me toquei que tinha formulado minha pergunta de forma errada. Eu queria saber os alimentos que iriam interferir na amamentação, nas cólicas e na minha recuperação.

Com o tempo fui percebendo que não era a única com essas dúvidas, muitas mães não sabem a alimentação correta para esse período.

Pensando nisso, convidei a Dra Lumena Isis, nutricionista no Hospital Getúlio Vargas, para responder algumas dúvidas que eu tive e que acredito que muitas mamães podem ter também.

Existe alimentação diferenciada de parto normal para cesariana?

Na cesariana por ser uma cirurgia, é importante aumentar a ingestão de proteínas e alimentos ricos em vitamina C (legumes, verduras e frutas cítricas) que auxiliam na cicatrização.

Lembrando que esses alimentos também devem ser ingeridos para as mães que tiveram parto normal. E não deve esquecer da hidratação!

Há alimentos que são proibidos?

Proibidos somente bebida alcoolica, mas é válido evitar o excesso de alimentos estimulantes como: café, refrigerantes a base de cola, chá preto, chocolates.

Há alimentos que ajudem na cicatrização, que ajude os órgãos a voltar para o lugar, que ajudem na produção de leite ou até mesmo que dêem mais energia para as mamães nessa fase tão exaustiva?

Depois do parto, as mulheres devem priorizar os alimentos ricos em água (frutas, legumes), em proteína (carnes, ovos e leite), em antioxidantes (frutas e vegetais) e em ferro (carnes, oleaginosas, cereais integrais), sempre acompanhados de alimentos ricos em vitamina C, como as frutas cítricas. Estes alimentos também auxiliam na cicatrização.

É verdade que uma mãe que amamenta deve beber mais água que o normal?

Não, a mãe que amamenta deve se manter hidratada, e beber água e líquidos de acordo com seu corpo e metabolismo.

A alimentação da mãe influencia no período de cólicas do bebê? Se sim, o que pode e o que não pode? Acho que a principal duvida é quanto ao refrigerante e chocolate.

A alimentação para evitar as cólicas no bebe não está estipulada porque nem todos os bebês são iguais, e o que pode causar cólica num bebê, pode não causar em outro. Muitos bebês têm cólica independente do que a mãe coma ou não, mas é sempre uma questão de testar os alimentos um a um, introduzindo e excluindo, para verificar como o bebê reage. Alimentos que podem aumentar a produção de gases: feijão, cebola, repolho, couve-flor, brócolis, ervilha, doces em excesso, leite e derivados, refrigerantes.

Eu fiquei 9 meses sem poder comida japonesa e quando o João nasceu fiquei doida por uma. Muita gente criticou. Comida japonesa pode na gravidez? e depois de quanto tempo de parto, ela está liberada?

Pode, desde que a mulher tome alguns cuidados antes de ingerir comida japonesa, como observar a higiene do local e a forma de conservação do alimento por causa do risco de contaminação. Lembrando também que há risco não só na comida japonesa, mas também nas saladas e carnes mal passadas, o ideal é evitar comer fora de casa.

Muitas mulheres ficam preocupada com o peso pós gravidez. A mãe pode fazer dieta depois do parto? Depois de quanto tempo?

alimentação pós parto

A primeira medida para perder peso é amamentar: quando a mulher amamenta, produz um hormônio, que provoca a contração do útero e estimula o retorno ao tamanho normal. Sem falar que o aleitamento consome muitas calorias por dia.

A segunda medida é seguir um cardápio saudável para estimular a produção de leite e com isso o corpo volta ao normal. O emagrecimento só deve ser uma preocupação por volta dos seis meses de vida do bebê. Até lá o peso deve reduzir naturalmente, especialmente com a ajuda da amamentação.

A mulher que está amamentando tem que se alimentar mais vezes ou continua com a alimentação normal? De quanto em quanto tempo é aconselhável comer algo?

O ideal é que a mãe se alimente da maneira mais saudável possível, dedicando especial atenção aos líquidos. E fazer as refeições normais (café-da-manhã, colação, almoço, lanche, jantar e ceia).

Teria alguma dica para dar as mulheres que acabaram de ter bebê ou que estão amamentando?

O importante para a mulher que está amamentando é consumir nutrientes necessários para a saúde sem adicionar calorias na dieta, e procurar um nutricionista para fazer seu plano alimentar.

Espero ter ajudado de alguma maneira. Caso ainda tenha alguma dúvida, deixem nos comentários 😉

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Fê!

Curso de Gestante no Rio de Janeiro

Desembarca agora em Outubro o Sempre Materna, referência em curso de gestante

Um dos motivos de ter criado esse blog é que eu percebi o quanto ficamos perdidas quando engravidamos pela primeira vez.

É tudo novo, você não sabe nem por onde começar. Lembro de ter ido na feira da gestante a primeira vez e não fazer a menor idéia do que teria que comprar, do que realmente usaria, do que não podia deixar de ter e como usaria essas coisas. E os nomes? Gente, só fui saber a diferença de cueiro para manta depois que o João nasceu. Pagão então… Eu pesquisei esses ítens diversas vezes na internet e não conseguia entender (me julguem rs).

Eu não tinha noção de como cuidar de um bebê, de como trocar uma fralda, de como eu teria que cuidar do umbiguinho dele, dar banho, amamentar, etc. Me peguei chorando diversas vezes por ter medo de não dar conta, pois um serzinho dependeria de mim e eu não saberia o que fazer.

Queria muito fazer um curso de gestante. Senti muito a necessidade disso, para ter uma luz, uma orientação. Cheguei a pesquisar alguns cursos, não encontrei muitas opções no Rio de Janeiro. Os que eu achei ou eram absurdamente caros ou o conteúdo não me interessava por completo.

Foi aí que resolvi me virar sozinha. Comprei livros, revistas, fiz imensas pesquisas na internet e resolvi criar o blog para ajudar, pelo menos um pouquinho, à outras mulheres grávidas e perdidinhas como eu.

gravida confusa

Mas eu senti muita falta de um curso desses. Não só porque teria me poupado muito tempo, mas também que eu sentia que faltava muita coisa que eu precisava aprender e que eu nem sabia o que era. Tudo bem que a gente acaba aprendendo no dia a dia, mas aprende na marra e, além de ser bem mais difícil, às vezes só aprendemos depois, daí fica de ensinamento para um possível futuro filho. Passei muito perrengue.

Quando a Sempre Materna me procurou semana passada, eu fiquei super feliz. Primeiro porque fechamos uma parceria e eles estarão no nosso encontro de mães (postei tudo sobre o encontro aqui, vem ver).

Depois fiquei mais feliz ainda em saber que eles estão trazendo os cursos deles (que são de um valor super acessível) para o Rio de Janeiro que considero ser tão “pobre” em eventos e cursos materno-infantis. É muito bom saber que isso está mudando, vocês não imaginam o quanto fico feliz.

curso de gestante sempre materna

A Sempre Materna é uma famosa grife de cursos e já formou mais de 10 mil gestantes, papais, vovós e cuidadores.

Serão abordados tema como terceiro trimestre da gestação, troca de fralda, banho do bebê, higienização umbiguinho, aspectos emocionais na gestação e a participação do papai na jogada são alguns dos temas abordados nos cursos, que também reservam espaço para outros importantes assuntos como amamentação, volta ao trabalho, estimulação infantil e a postura da vovó em tempos modernos.

Isso é fantástico. Eles preparam as vovós também para a chegada dos netinhos. Pode parecer besteira, pois elas são nossas mães, logo têm experiência. Mas não é besteira, não.

A minha mãe ficava possessa da vida quando eu não seguia o que ela falava, dizia que na época dela tudo isso funcionava e que eu era “mãe de google” (exatamente assim que ela me chamava).

O que eu tentava explicar é que ela foi mãe há quase 30 anos, muita coisa mudou nesse tempo. O cenário mudou, a medicina mudou, novos estudos foram realizados, novos produtos foram inventados. Então o que antes era a verdade absoluta, hoje já não faz mais sentido.

Uma das nossas maiores discordâncias, por exemplo, era que ela dizia que eu tinha que segurar o seio como uma pinça para amamentar. E logo na maternidade a enfermeira me aconselhou a não pegar como uma pinça e me ensinou a pega correta. Pois assim o meu filho pegaria o bico corretamente e eu não teria problemas na amamentação. Mas minha mãe nunca aceitou isso, falava que eu preferia acreditar no que lia na internet do que nela e até ficava ressentida com isso.

Por isso acho tão importante esse curso para vovós, também. Talvez se minha mãe tivesse o feito, não tivéssemos passado por alguns desentendimentos.

As turmas no Rio de Janeiro serão nos dias 21 e 22 de outubro de 14h às 18h no espaço da livraria Sabor Literário, no Leblon (Rua Conde de Bernadotte, 26 – loja 126).

Quem participar do curso receberá como brinde um mini ensaio fotográfico, com direito a uma foto em alta resolução, ganhará uma bolsa recheada de mimos e produtos para a mamãe e o bebê e participará também de sorteios que serão feitos no dia.

E o mais legal é que euzinha estarei lá recepcionando as futuras mamães, papais e vovós.

curso de gestante no rio de janeiro

Programação:

14h – Terceiro Trimestre da Gestação & Aspectos Emocionais;

15h – Pausa Café (que está incluso) + Ensaio Fotográfico;

15h30  – Amamentação & Clube da Vovó Sempre Materna;

17h15 – Cuidados com o Bebê: troca de fralda, banho e higiene do coto umbilical.

As vagas são limitadíssimas, então não deixe pra última hora.

Investimento por gestante: R$ 190,00.

Acompanhante: R$ 60,00

E o mais legal, quem falar que é leitor aqui do blog, tem desconto de R$60,00. Adorei!

Mais informações: 0800 0310308.

Whatsapp: (21) 97634-0218

E-mail: semprematerna@semprematerna.com.br

Espero que tenham gostado e aguardo vocês lá nesse curso que é muito mais do que um simples curso de gestante 😉 Mais um projeto que sinto muito orgulho em fazer parte.

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Para falar comigo, meu e-mail é fernanda_carvalho@globo.com

Beijos,

Fê!