Pediatra ensina a preparar o quarto e criar hábitos para que a hora do sono seja um momento tranquilo, de relaxamento, para pais e filhos.

como fazer o bebê dormir a noite toda

É fato que bebês com menos de seis meses raramente dormem a noite inteira. Além das interrupções em razão das mamadas, eles ainda não têm maturidade neurológica e não produzem a melatonina, hormônio que regula o sono. “Por isso, é função dos pais estabelecerem rotinas e hábitos que induzam a criança a dormir, sem trocar o dia pela noite”, aconselha a pediatra consultora da Netfarma, Fernanda Catherino. E como fazer isso? Seguem abaixo algumas dicas da especialista para deixar a hora do sono para pais e filhos mais tranquila.

Calmaria antes da soneca
É importante escurecer o quarto do bebê antes de colocá-lo no berço – uma forma de acostumar o seu relógio biológico a se adaptar ao dia e à noite. Outra dica é tornar o ambiente mais silencioso e calmo para que a criança consiga relaxar. Por isso, antes da soneca, evite brincadeiras que possam despertá-la.

Uma coisa que também funciona é nas mamadas da madrugada, não acender a luz, nem para trocar a fralda (ficar somente com a luz de apoio). Para o bebê aprender o que é dia e o que é noite.

Rotinas à risca
Os pais devem estabelecer rotinas de sono para as crianças. Em outras palavras, deve-se acostumar os pequenos a se deitarem nos mesmos horários. Trata-se de uma outra maneira de regular a hora do descanso. Um banho quentinho, uma fralda sequinha, uma troca de roupa por um pijama e um ‘mamazinho’ são excelentes formas para estabelecer uma rotina.

Controle-se ao ouvir choros e resmungos
Não deixe se levar por qualquer som emitido pelo neném, principalmente quando estiver ao lado da babá eletrônica. É claro: fique atento a choros intermitentes, mas procure se controlar antes de sair correndo para vê-lo no berço. Verá que, na maioria dos casos, se não for a hora da mamada ou da troca de fralda, é apenas um barulhinho que todo bebê faz e ele voltará a dormir.

No próprio berço
Acostume os pequenos a dormirem em seu próprio berço desde os primeiros dias de vida. Na hora da soneca, evite embalá-los sempre nos braços, assim irá evitar que isso vire um costume que depois será difícil de desabituar.

Vozes da mamãe e do papai
Leia ou cante em voz suave e baixa para o pequeno, mesmo que ele tenha meses de vida. A voz dos pais costumam ser reconfortantes. Coloque o bebê no berço, sente-se um pouco distante para que ele não te veja. A técnica da leitura induz ao sono e pode ser usada por muitos anos, sem contar que é uma ótima maneira de despertar curiosidade e cultivar o hábito da leitura.

Bom senso
Os bebês costumam sentir mais frio porque o organismo deles ainda não têm maturidade para regular a temperatura do corpo, mas cuidado ao enchê-los de edredons e cobertores. Use o bom senso na hora de dormir para manter o ambiente confortável. No verão, ele também sofrerá com o calor, por isso, lembre-se de manter o ambiente arejado.

Outra dica é sempre se atentar para a saúde do seu bebê: cólicas, resfriados e assaduras podem atrapalhar o sono do pequeno. O melhor é sempre prevenir qualquer problema, para que o baby se sinta confortável e toda a família durmam bem.

Beijos,

Fê!

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Festa Junina: Fogos de artifício podem prejudicar a audição de bebês e crianças

Chegou a época mais deliciosa do ano, as festas juninas! Porém algo tradicional nessas festas pode causar problemas às crianças.

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As Festas Juninas começaram e em meio a guloseimas irresistíveis, outra tradição se destaca nos festejos: os fogos de artifício, rojões e outros artefatos explosivos. Embora lindos no céu, o barulho causa incômodo e um impacto muito grande em bebês e crianças pequenas, com riscos sérios para a audição.

O som forte produzido por esses artefatos pode causar danos irreparáveis na audição, como perda auditiva severa e irreversível. O principal sintoma de que algo está errado é o aparecimento imediato de zumbido. As crianças podem manifestar no choro o que estão sentido, mas o pior é que na maioria das vezes os pais não se dão conta do estrago que os fogos podem ter causado ao sistema auditivo de seus filhos.

É importante manter as crianças longe dos fogos, uma vez que o ruído – principalmente o dos rojões – pode ser bem alto, mesmo a uma distância superior a 3m.

festa junina

“A imaturidade auditiva dos primeiros 18 meses de idade pode fazer com que haja lesão na cóclea – órgão localizado na orelha interna – se a criança for exposta a sons muito altos ou passar muito tempo em um ambiente barulhento. Essa lesão pode passar despercebida naquele momento, mas iniciar um processo de perda de audição, uma vez que as células auditivas da orelha interna morrem e não há reposição”, explica Marcela Vidal, fonoaudióloga da Telex Soluções Auditivas.

A especialista lembra também que na empolgação da festa é comum esquecer que o barulho pode estimular demais um bebê e deixá-lo irritado. É importante ficar atento aos sinais. “Há crianças que dormem profundamente em um ambiente barulhento, já outras ficam extremamente desconfortáveis. Irritação e choro são os principais sintomas de que o bebê não está confortável no ambiente. É importante então procurar locais mais tranquilos e manter a voz – dos pais ou cuidadores – sempre em baixo volume, para que o bebê fique mais calmo, estimulando a plasticidade do nervo auditivo, que é importante nos primeiros meses de vida”, explica.

O ideal é não levar os pequenos para locais onde há queima de fogos; porém, se for inevitável, é importante que eles fiquem o mais afastado possível. 😉

Beijos,

Fê!

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Minha experiência com aluguel de brinquedos

Conheça um pouco esse serviço tão legal que é o de aluguel de brinquedos, você vai se apaixonar.

Outro dia estava em uma festa quando escutei duas mães conversando. Uma estava contando para outra que agora ela escondia os brinquedos do filho, de vez em quando dava algo para ele brincar, deixava por um período e depois escondia novamente. Dava outro brinquedo por mais um período.

Disse que assim ele não enjoava dos brinquedos e não ficava tudo espalhado pela casa.

Eu penso que essa criança tem brinquedos em excesso.

Não julgo, João também tem. Semana passada fiz faxina no quarto dele e tem 3 sacos de lixo lotados de brinquedos para eu levar para doação.

E não adianta, eles ficam espalhados por mais que você passe o dia arrumando a casa, guardando as coisas. Na verdade, nem tem lugar para guardar tanto brinquedo.

Essa conversa que ouvi e a faxina que fiz no quarto do João me fez pensar muito nessa questão do exagero, do consumo consciente e que, de fato, as crianças enjoam muito rápido dos brinquedos ou até mesmo crescem muito rápido e os brinquedos acabam se tornando obsoletos para elas.

Andei pesquisando a respeito e acabei conhecendo a Cegonha de Aluguel, que é ma empresa de assinatura de brinquedos. Nessa empresa você pode fazer planos de aluguel de brinquedos e acessórios desde quando a criança nasce até 6 anos de idade. Você pode escolher mensalmente os brinquedos que deseja e recebe em casa.

Eles têm três planos (à partir de 67 reais mensais):

  • A Básica, com 2 pontos mensais
  • A Top, com 5 pontos mensais
  • A Premium, com 8 pontos mensais

Cada brinquedo tem uma pontuação e você escolhe o que vai receber de acordo com a pontuação do seu plano.

Eu fiz o plano top, com 5 pontos mensais e me surpreendi com a quantidade de brinquedos legais que somavam 5 pontos. Ah, e você pode fazer a procura pela faixa etária da criança, o que facilita muito.

Só para vocês terem idéia, eu fiquei em dúvida se alugava um kit com uma bateria e um escorrega ou uma cadeirinha para o carro ou uma casinha.

Acabei escolhendo a casinha, porque o João ama casinhas. Tem uma na escola e ele não sai de lá de dentro.

Confesso que fiquei com um certo receio da casinha vir bem usadinha, com marquinhas, até mesmo desbotada. Mas me surpreendi tanto com a Cegonha que vocês nem imaginam.

Eles entregaram a casinha na minha casa no dia seguinte que fiz minha escolha (mês que vem, eles virão buscar). Todas as peças vieram embaladas no plástico bolha, veio manual e a casa parece ser totalmente nova. Sério, parece que eu comprei na loja. Ela tá em perfeitas condições.

Está sendo uma experiência incrível. Só consigo pensar nas vantagens que o consumo compartilhado traz:

  • economia financeira, porque você não precisa comprar “todos” os brinquedos ao mesmo tempo;
  • economia de espaço, porque não fica tudo jogado pela casa;
  • às vezes você quer comprar alguma coisa que é bem cara (um carrinho, por exemplo), mas não sabe se vai valer a pena, se vão se adaptar. Você pode testar um mês, por exemplo e gostando muito, faz o investimento;
  • reutilização, ajudando o meio ambiente.

Além disso, pensando nas famílias que vem de férias com as crianças para o Rio de Janeiro e Niterói, a Cegonha de Aluguel disponibiliza alguns produtos para aluguel pontual pelo período que for mais conveniente para as famílias.

E vocês, o que acharam?

Beijos,

Fê!

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Mas você sabe qual o cãozinho ideal para faixa etária do seu filho?

Animais de estimação são as coisas mais fofinhas do mundo! Mas antes da adotar um bichinho, seja ele qual for, você precisa saber quais as limitações de cada raça e suas necessidades!

De acordo com os especialistas, também é bem legal escolher um animal que se adeque ao seu ambiente e estilo de vida, assim a relação animal x família será ainda mais prazerosa!

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Bebê

Pug.

O Pug é o cachorro perfeito para quem fica em casa. Dócil, tranquilo e brincalhão, a raça pode ficar horas descansando ao lado do dono e do neném.

Spitz Alemão.

Com seu pequeno porte, o Spitz Alemão (ou Lulu da Pomerânea), o famoso ursinho em miniatura é muito alegre, expressivo e inteligente, agradando pais e bebês.

Beagle.

Mesmo bastante bagunceiros, os Beagles aprendem comandos com facilidade e o melhor de tudo: sem perder a alegria! Além disso, a raça é leal e independente.

Buldogue Francês.

Sociável, afetuoso e paciente. Essas são algumas características marcantes do Buldogue Francês que, por sinal, é um excelente companheiro para os bebês, já que suas atividades favoritas são brincar e dormir.

Buldogue Inglês.

Assim como o Pug e o Buldogue Francês, o Buldogue Inglês não precisa de muitos exercícios para manter a forma. Conhecido como uma das raças mais amáveis do mundo canino, o grandão é uma ótima companhia para a família e pode se adaptar muito bem às crianças.

Criança

Maltês.

Conhecido pela sua agitação, o Maltês é um dos cãezinhos ideais para aquela criança que tem bastante energia. Além de ter bastante pique e disposição para brincar, a raça é gentil e fácil de lidar.

Shih Tzu.

É um cãozinho extrovertido, alerta, ativo e uma ótima companhia para os pequenos.

Dachshund.

Se a criança é curiosa, aventureira e brincalhona, o salsicha é o cachorro perfeito! A raça Dachshund é super popular entre a garotada e pode garantir diversão e atividade física.

Cocker.

Seus charmosos cachos não deixam dúvidas: o Cocker Spaniel é uma raça adorável! Fiel, amigável e tranquilo, esse cão pode ser adestrado com facilidade.

Golden Retriever.

Quem nunca esbarrou em um Golden não sabe o que é felicidade. O cão parece sorrir toda hora! Além de ser confiável e inteligente, o Golden também não perde uma oportunidade de brincar com a criançada.

Pré-adolescente

Labrador.

É inteligente, confiável e um ótimo companheiro para as atividades que gastam bastante energia.

Bull Terrier.

Se o adolescente tem costume de praticar esportes, o Bull Terrier vai se encaixar perfeitamente na rotina dele. Forte, resistente e bem esperto, a raça preenche todos os requisitos de um bom atleta.

Border Collie.

O Border Collie, conhecido como a raça mais inteligente do mundo, é querido por pessoas de todas as idades. É espoleta, mas obediente quando adestrado. Precisa de espaço e alguém para brincar.

Schnauzer.

Além de ser sociável e amigável, o Schnauzer é bem apegado ao dono. Acompanha a família em todas as suas atividades e o melhor: é bem comportado dentro de casa! A famosa raça da barbinha comprida pode tanto viver num casarão com quintal como em um pequeno apartamento na cidade.

Vira-lata.

O cão sem raça definida com certeza se encaixa em todas as famílias. Tem preto, branco, tricolor, de porte pequeno, de porte médio, enfim… das mais variadas combinações que enchem de amor o dia a dia do dono. Sua natureza desconhecida faz com que cada um seja único e com características singulares.

Beijos,

Fê!

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Carregador na tomada. É fatal?

Vira e mexe recebemos via mensagens de celular ou em grupos nas redes sociais, a matéria sobre uma menina que morre ao colocar um carregador de celular na boca. Alguém se lembra dessa notícia?

Ela parece ser real e causou muita comoção na internet, gerando um certo pânico nos pais.
Mas será mesmo que um carregador de celular pode matar? Quais os cuidados devemos tomar neste caso?

O texto abaixo é de referência médica e achei de extrema importância colocar no blog, como forma de alertar e conscientizar todos vocês!

carregadordecelularefatal
O carregador pode ou não matar um bebê? A resposta do médico é depende!

Se os seus carregadores são originais e não aquele comprado no camelo da esquina, a chance de uma falha de construção causar um curto circuito e permitir passar a corrente de 110 ou 220 volts, a depender de onde você mora, é estilo loteria, uma grande raridade.

Agora, se o seu carregador não é original, ou se você tem um Galaxy Note 7 em casa, saiba e tenha certeza: deixe-os longe do alcance das crianças!

A questão é que, em condições adequadas de funcionamento, a voltagem na ponta do carregador é de 5 volts, incapaz de eletrocutar uma pessoa. Você pode lamber o carregador e NADA acontece.

Mas há uma voltagem potencialmente muito maior entre a extremidade do cabo e digamos,  qualquer objeto de metal ou ligado à eletricidade próximo do carregador, que na maioria das vezes não está isolado.

Então, se uma criança colocar a ponta do carregador na boca e tocar ao mesmo tempo em um objeto de metal ou ligado à rede elétrica, pode ocorrer passagem de corrente e um choque de mais alta voltagem, que pode resultar em eletrocução.

A estrutura do carregadores “genéricos”, por sua construção mais econômica, não garante esse aspecto de segurança, ou seja, que o carregador seja isolado.

Resumo: os carregadores bons, de empresas certificadas pelo INMETRO/ANATEL são seguros, com os genéricos, você está contando com a sorte.

Resumo, proteja as tomadas de casa, compre um celular seguro e deixe o carregador, o celular e qualquer outro produto ligado à eletricidade, longe do alcance dos bebês!

(Texto Resposta do Drº Flávio, Pediatra CRM 5239)

Beijos,

Fê!

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Crises de Desenvolvimento

Você sabia que existem os saltos de desenvolvimento? Entenda melhor e prepare-se para passar por eles.

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Período Simbiótico – 3 meses:

Para o bebê existe uma única palavra neste período “mamãefilho” é assim que eles entendem, como se fossem uma única pessoa. A partir dos 3 meses, o bebê passa a olhar no olho da mãe, começa a sorrir mais e imita alguns gestos. Especialistas dizem que é a partir deste momento que os bebês entendem que não está grudado na mãe, mas que está ao lado dela. Já entende que para ter o que necessita, é preciso chama-la para ter leite, colo ou fraldas limpas. Neste momento, bate a ansiedade. É como se o bebê pensasse que ninguém irá escutá-lo. Se o seu bebê estava super bem mas de repente parou de mamar, passou a acordar durante a noite chorando ou até mesmo têm ficado agitado durante o dia, converse com o pediatra. Outro sintoma desta crise é que parece que o bebê nunca está satisfeito com nada, se você dá a chupeta chora, não quer colo, berço, chão… Essa crise costuma durar 15 dias .

Triângulo Familiar entre 5 e 6 meses:

Entre os 5 e 6 meses começa a formação do triângulo familiar. Os primeiros 3 meses do bebê é um período em que nós mamães nos dedicamos inteiramente a eles. Estamos aprendendo muito, nos conhecendo e conhecendo nosso bebê. Por mais que queremos que os pais estejam envolvidos nos cuidados do bebê, eles ainda não tiveram uma relação simbiótica com o filho. Então, por volta do sexto mês de vida, o bebê, que já conhece a mãe, começa a reconhecer a figura do pai, dando início à formação do triângulo e da crise. Assim como nos primeiros meses, o bebê pode diminuir um pouco o apetite e ter transtorno de sono. É durante essa crise que nós devemos deixar que os laços entre pais e filhos se estreitem para que nossos filhos tenha uma relação de triangulo familiar, é importante “cortar o cordão umbilical” durante este período.Essa crise poderá ser confundida com o nascimento dos dentes, por isso temos que prestar atenção porque a dentição dói e deixa o bebê irritado.

A Crise dos 8 Meses – Fase da Angustia ou Separação:

A crise dos 8 meses, que também pode começar um pouco antes, acontece porque o bebê começa a perceber que ele e a mãe não são as mesmas pessoas, e isso lhe traz ansiedade e angústia. Há vários indícios de pesquisas que sugerem, quando o bebê chorar, de preferência a mãe que deve ir até o quarto e não o pai, pois isso lhe traz mais segurança.  É importante que o bebê veja a mãe ali, porque ao apagar as luzes e sair do quarto ele pensa que ela foi embora e nunca mais voltará e isso o deixa desolado. Com o tempo, eles irão perceber que as pessoas e os objetos continuarão existindo, mesmo estando fora do campo de visão deles, e a angústia da crise daseparação vai diminuindo. Existem objetos de transição, como uma naninha, por exemplo, que podem auxiliar o bebê nessa transição.

1 ano: Ambivalência Dependência/Independência:

Já nessa fase a criança está quase andando e quer ser independente, mas ainda precisa de colo. Ela quer explorar o ambiente, abre gavetas, tira tudo de dentro, mas ainda não vai muito longe da mãe. A crise se dá por essa vontade de ser independente e a necessidade de ser, ainda, dependente.Como todas as outras fases, o sono da criança pode ser alterado, o apetite aumentar ou diminuir e a criança poderá ficar mais agitada. É importante não forçar a criança a fazer algo, mas sim estimular. O cérebro e as pernas ainda não estão combinados, a criança quer, mas não consegue e isso lhe traz angústia.

Você sabe diferenciar os estágios da febre?

A febre tem vários estágios e é muito importante saber diferenciar cada estágio dela para que possa fazer o tratamento correto.

Seu filho está bem, brincando, quando de repente você o percebe bem quieto e quando o pega no colo logo percebe que está quentinho! Logo, você já sabe, ele está com febre! Mas você sabe o que fazer?
febre

– Intercale a medicação:

Muitas vezes, antes do intervalo recomendado entre uma dose e outra de remédio, a temperatura  começa a subir novamente. Nesse caso, você pode dar um outro tipo de medicamento. Se a criança tomou paracetamol, por exemplo, você pode dar ibuprofeno. Também vale fazer esse revezamento para não exceder a máxima dose diária recomendada. Por exemplo, se o remédio pode ser dado de 4 em 4 horas, mas não mais que 5 vezes ao dia, em 24 horas, esse limite não seria respeitado, por isso, é melhor alternar as medicações. No entanto, SEMPRE com orientação do pediatra.

-Fique atento:

Se você perceber que a criança não responde a medicação, ou que  está com muito frio, muito sono, gemendo de dor, não exite, leve-a ao pronto socorro!

– Cuidado com os RNs:

Bebês abaixo de 3 meses devem ter atenção redobrada quando o assunto é febre! No primeiro pico de febre, já corra para o Hospital!

– Febre acima de 37,8º já precisa ser medicada:

Com essa temperatura, a criança já começa a sentir mal estar, dor de cabeça ou no corpo. A medicação é feita para aliviar então, os sintomas!

O que podemos fazer para aliviar?

Dar um banho morno, compressas de água na testa e nuca, ingestão de líquidos, repouso são dicas para diminuir o mal estar da criança!

E lembre-se, nunca esqueça de consultar o pediatra!

Beijos,

Fê!

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Para falar comigo, meu e-mail é maenaodorme@gmail.com