Crises de Desenvolvimento

Você sabia que existem os saltos de desenvolvimento? Entenda melhor e prepare-se para passar por eles.

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Período Simbiótico – 3 meses:

Para o bebê existe uma única palavra neste período “mamãefilho” é assim que eles entendem, como se fossem uma única pessoa. A partir dos 3 meses, o bebê passa a olhar no olho da mãe, começa a sorrir mais e imita alguns gestos. Especialistas dizem que é a partir deste momento que os bebês entendem que não está grudado na mãe, mas que está ao lado dela. Já entende que para ter o que necessita, é preciso chama-la para ter leite, colo ou fraldas limpas. Neste momento, bate a ansiedade. É como se o bebê pensasse que ninguém irá escutá-lo. Se o seu bebê estava super bem mas de repente parou de mamar, passou a acordar durante a noite chorando ou até mesmo têm ficado agitado durante o dia, converse com o pediatra. Outro sintoma desta crise é que parece que o bebê nunca está satisfeito com nada, se você dá a chupeta chora, não quer colo, berço, chão… Essa crise costuma durar 15 dias .

Triângulo Familiar entre 5 e 6 meses:

Entre os 5 e 6 meses começa a formação do triângulo familiar. Os primeiros 3 meses do bebê é um período em que nós mamães nos dedicamos inteiramente a eles. Estamos aprendendo muito, nos conhecendo e conhecendo nosso bebê. Por mais que queremos que os pais estejam envolvidos nos cuidados do bebê, eles ainda não tiveram uma relação simbiótica com o filho. Então, por volta do sexto mês de vida, o bebê, que já conhece a mãe, começa a reconhecer a figura do pai, dando início à formação do triângulo e da crise. Assim como nos primeiros meses, o bebê pode diminuir um pouco o apetite e ter transtorno de sono. É durante essa crise que nós devemos deixar que os laços entre pais e filhos se estreitem para que nossos filhos tenha uma relação de triangulo familiar, é importante “cortar o cordão umbilical” durante este período.Essa crise poderá ser confundida com o nascimento dos dentes, por isso temos que prestar atenção porque a dentição dói e deixa o bebê irritado.

A Crise dos 8 Meses – Fase da Angustia ou Separação:

A crise dos 8 meses, que também pode começar um pouco antes, acontece porque o bebê começa a perceber que ele e a mãe não são as mesmas pessoas, e isso lhe traz ansiedade e angústia. Há vários indícios de pesquisas que sugerem, quando o bebê chorar, de preferência a mãe que deve ir até o quarto e não o pai, pois isso lhe traz mais segurança.  É importante que o bebê veja a mãe ali, porque ao apagar as luzes e sair do quarto ele pensa que ela foi embora e nunca mais voltará e isso o deixa desolado. Com o tempo, eles irão perceber que as pessoas e os objetos continuarão existindo, mesmo estando fora do campo de visão deles, e a angústia da crise daseparação vai diminuindo. Existem objetos de transição, como uma naninha, por exemplo, que podem auxiliar o bebê nessa transição.

1 ano: Ambivalência Dependência/Independência:

Já nessa fase a criança está quase andando e quer ser independente, mas ainda precisa de colo. Ela quer explorar o ambiente, abre gavetas, tira tudo de dentro, mas ainda não vai muito longe da mãe. A crise se dá por essa vontade de ser independente e a necessidade de ser, ainda, dependente.Como todas as outras fases, o sono da criança pode ser alterado, o apetite aumentar ou diminuir e a criança poderá ficar mais agitada. É importante não forçar a criança a fazer algo, mas sim estimular. O cérebro e as pernas ainda não estão combinados, a criança quer, mas não consegue e isso lhe traz angústia.

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Os Grandes Erros do Desfralde

Uma dos maiores anseios dos pais após os filhos completarem um ano de idade, sem sombra de dúvidas é saber a hora certa de fazer o desfralde.

Recebo muitas perguntas sobre o assunto e leio muitos questionamentos na rede sobre isso. O fato é, que sem sombra de dúvidas, cometer alguns erros nesse processo pode atrapalhar o desenvolvimento da criança para o resto da vida!
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Muito tem se falado sobre o cuidado ao desfraldar muito cedo, sobre os problemas do desfralde tardio, então hoje falo sobre os erros mais comuns cometidos por nós, pais, na hora de realizar o processo em casa!

– Antecipar o processo de desfralde:

Seu filho mal fez um ano e você já vai tirar as fraldas? Pense bem antes de fazer isso!
Somente após um ano e meio, o bebê tem a capacidade de controlar o esfincter anal. Do nascimento até mais ou menos essa idade a criança tem apenas capacidade de retenção, ou seja, de segurar as fezes e a urina e somente depois aprende a controlar a liberação deles.
Uma dica bem bacana que vi no Instagram da PsiMama é que se eu filho já souber pular com os dois pés, já consegue também controlar o esfincter urinário, ou seja, já está começando a se preparar para o desfralde!

 – Brigar Com a Criança:

Sim, nós sabemos que pocinhas de xixi pela casa não é legal, que seu sofá possivelmente será perfumado com esse cheirinho, mas brigar JAMAIS é a solução correta no desfralde. Um dos mantras desse processo é paciência, paciência e mais paciência! Não demonstre frustração ou insatisfação quando um desses acidentes acontecerem. O melhor a fazer é respirar fundo, explicar com todo amor do mundo onde a criança deve urinar ou evacuar e limpar a bagunça. Nessa hora vale pedir a ajuda do filho!

 – Não É Necessário Uma Festa:

A criança finalmente aprendeu como deve ser? Sim, nós mães faltamos soltar fogos! É comum explodirmos de felicidade, parece que retiram uma carga de 500 toneladas de nossas costas! Mas não é recomendado festa, aplausos e recompensas! A criança precisa aprender e principalmente entender, que desfraldar é um processo natural da vida e não que, se ela fizer daquela forma ganhará um presente! Por isso, vale sim dancinhas, aplausos e beijos, mas com moderação!

 – Ai, que preguiça:

Você tentou uma semana e não teve sucesso? A maneira mais eficaz de resolver isso é continuar tentando. Uma vez iniciado, é melhor não interromper o processo. Por isso, tantos debates e matérias sobre o assunto. Causar essa confusão na mente da criança, pode ser um dano sério, muita das vezes com problemas para o resto da vida. Se seu filho já dá sinais claros de que é hora de dar adeus às fraldas, arregace as mangas e vá a luta!

Beijos,

Fê!

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Horário de verão o sono do bebê

O horário de verão começou neste último sábado e já vejo algumas mães de cabelo em pé!

No post de hoje, vou compartilhar algumas dicas especiais para organizar a rotina sem muitos danos ao organismo dos pequenos, já que é comprovado que crianças menores de quatro anos sentem ainda mais o efeito da mudança do que os adultos.
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– Não tente mudar o horário de dormir de uma vez só!

O relógio biológico não está acostumado para essa brusca mudança! Crianças que dormem às 19/20h tendem a sofrer com a mudança no horário. Isso porque ainda estará claro e ela não vai querer dormir! Tente ajustar o horário durante uma semana, colocando 15 minutos por dia na diferença da hora de dormir!
 

– Use táticas especiais!

Tente passar a diminuir a rotina da casa a partir de um horário X. Dê banho, conte histórias, dê o jantar. Caso ainda esteja claro, tente escurecer o ambiente em que a criança irá dormir, causando o efeito de “noite”.
 

– Invista em relaxamento!

Que tal uma bela massagem antes de dormir? Ou um banho de banheira bem relaxante! Ou até mesmo uma música bem calma e baixinha! Esses serão artifícios que ajudarão o bebê a dormir melhor!
 

– Não elimine as sonecas

Achar que eliminando as sonecas o seu bebê terá sono a noite é ilusão! Ao fazer isso você deixará a criança mais irritada e cansada, podendo causar efeito contrário e enorme dificuldade de dormir, causando maior estresse!
 

– Fique atenta aos sinais de sono da criança! 

Mesmo que você faça a adaptação em 15 minutos por dia, pode ser que seu filho sinta sono um pouco antes. Se isso acontecer, tente colocá-lo para dormir antes e repita o horário no dia seguinte. Muitas crianças são bem adaptáveis e não sentirão tanta diferença com a mudança de horário. Pior será se elas passarem do ponto de dormir e entrarem em um ciclo de lutar contra o sono.
 
Por fim, não tenha pressa e faça a adaptação no tempo correto do seu bebê!

Beijos,

Fê!

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Show do Bita no Rio de Janeiro

Finalmente fomos ao Show do Bita e vamos contar tudo para vocês.

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O João é apaixonado pelo Bita desde muuuuuito pequenininho. E eu também sempre amei. Sempre achei as músicas e os clipes muito fofos, diferentes e, o mais importante, prendia a atenção do João!

A primeira vez que teve o show aqui no Rio de Janeiro, eu não consegui ir e fiquei super chateada.

Agora imagina a alegria da criança (no caso, eu mesma) quando o próprio pessoal do Mundo Bita convida a gente para ir no show deles aqui no Rio, semana passada, no dia das crianças. Sério, eu fiquei muito feliz. Eu fiquei mais feliz do que quando comprei ingressos para o show do Guns’n Roses. DE VERDADE!

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Fiquei mega ansiosa para chegar o dia. E aí que o João pegou gastroenterite 2 dias antes. No dia do show ele estava super abatido, porque não estava aceitando comer nada.

Como o show é curtinho, duro em cerca de 40/50 minutos, resolvi ir com ele para ele se distrair e finalmente ver o Bita de pertinho.

Posso falar? Não me arrependi em nada, pelo contrário.

Eu sou daquelas mães bobas que se emociona com tudo. Meus olhos ficaram cheios d’água olhando para o João assistindo ao show, vidrado.

Mesmo sem muita forcinha, ele às vezes queria ficar em pé, ensaiando uma dancinha. Depois voltava pro meu colo, sem desgrudar os olhos do palco.

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E eu olhava em volta e todas as crianças estavam apaixonadas, rindo, pulando, dançando. Sabe uma coisa que dá gosto de ver? Os pais com os olhos brilhando. Tinha um pai atrás de mim que cantava as músicas mais alto que as crianças, ele tava realmente muito feliz. E quando acabou, ele ainda disse: “ahhhh, não, Bita! A gente veio de muito longe ver você, não acaba agora não!”. Eu ri muito com ele.

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Obrigada, Bita, por ser tão especial na minha vida.

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Para quem quiser, terão mais dois show no Rio, ainda essa semana, nos dias 22 e 23 de Outubro, às 15h e 17h (são duas sessões por dia), no Teatro Clara Nunes – Shopping da Gávea.

O ingresso está 60 reais a inteira e 30 reais a meia (de 2 à 21 anos; estudantes; atores; maiores de 60 anos e professores da Rede Municipal). Vendidos na bilheteria do teatro ou pelo site https://goo.gl/8QIxVP

Obs: Crianças até 1 ano e 11 meses não pagam e ficam no colo.

Se seu filho gosta de Bita, como o meu, não perca essa oportunidade. De verdade!

Beijos,

Fê!

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Sobre o amor de mãe

Quando você não é mãe não entende muito o que quer dizer ‘que filhos trazem sentido a vida’.

Eu pensava: Eu amo a minha vida. Não preciso de uma criança para me trazer sentido.

Veio a gravidez, fiquei extremamente feliz durante a gravidez inteira. Amava minha barriga, achava que já amava meu filho.

A verdade é que eu não sabia nada sobre a vida e absolutamente nada sobre o amor.

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Eu não tive aquele insight que todo mundo tem quando o filho nasce. Não tive aquele amor, não chorei, não me emocionei. Quando a médica me mostrou o João, parecia que eu estava conhecendo um bebê de outra pessoa. Eu pensei: “ah, tá. Esse é o João”. Não tive aquele instinto de querer pegar no colo. Só beijei porque a enfermeira falou para eu dar um beijo.

Me senti muito culpada por isso.

Admiro muito as mães que se emocionam na hora do parto, admiro de verdade, acho lindíssimo. Mas se após ler isso aqui, você vier para mim e falar: “Nossa, me apaixonei assim que vi meu filho pela primeira vez, me emocionei deee-mais”, saiba que eu vou te ‘odiar’ muito. Porque minha culpa já me basta e não preciso de ninguém jogando isso na minha cara. Além do queeeeee….você não ganha nada se gabando com isso.

Quando o João foi para o quarto, eu fui amamentar pela primeira vez na minha vida. Era meu sonho amamentar. Aí minha primeira impressão foi: “ah, então é isso que é amamentar?”

E aí veio a noite. E me peguei vendo se ele estava respirando ainda. Me peguei acordando meu marido (eu não conseguia levantar sozinha) para ele ir ver se o João estava respirando.

No dia seguinte, quase de tarde, fui amamentar ainda na maternidade e ao colocar ele para arrotar, tirei uma selfie nossa. Ele parecia ser do tamanho do meu ombro, era a coisa mais linda. É a minha foto preferida de nós dois. Ele era meu. Saiu de mim. Era tudo que eu tinha ali. E eu era tudo que ele tinha ali.  (Essa ainda é a minha posição favorita com o João, tinha muito medo que ele crescesse e não ficássemos mais assim, mas a expressão ‘o filho nunca é grande o suficiente para o colo de uma mãe’ é tão verdade, que nós ficamos assim o tempo todo).

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Fomos para a casa e aí eu amamentava segurando a mãozinha dele. Às vezes ele me olhava enquanto mamava e era a coisa mais linda da vida. A gente ficava assim se olhando. Depois ele aprendeu a colocar a mão no meu peito enquanto mamava e essa é a minha melhor lembrança da amamentação.

Vieram as doenças (todo bebê fica doente, mais do que normal) e eu me peguei querendo trocar de lugar com ele, só para não o ver abatido. É engraçado dizer, mas eu me sentiria melhor se fosse eu a doente.

Comemorei quando ele descobriu a mão, quando ele deu a primeira gargalhada dele, comemorei quando ele virou sozinho, quando ficou de bruços sustentando a cabeça, quando sentou sozinho, chorei copiosamente no consultório da pediatra quando parei de amamentar, mas aí logo depois comemorei que ele engatinhou, o primeiro dentinho, a primeira vez que ele andou. E são mais de 2 anos comemorando cada conquista dele, cada conquista nossa.

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Hoje o João me faz sentir a mulher mais linda e importante desse planeta. Porque, para ele, eu sou a mulher mais bonita e importante desse planeta. E não importa que eu esteja acima do peso, não importa que eu tenha mil defeitos. Para ele, realmente isso não importa, ele não tá nem aí para isso.

E como ele me faz sentir linda? Quando eu estou me vestindo para sair, colocando um vestido qualquer, e ele me olha e grita com surpresa: “MAMÃE, QUE LIIIIIINDA”.

E como ele me faz sentir importante? Quando ele acorda e a primeira pessoa que procura sou eu. Quando ele está dormindo, escuta minha voz (dormimos os três juntos na cama) e fica me procurando com os pés enquanto os olhos ainda estão fechados. Quando ele dorme no meu colo, me envolvendo toda.

E, principalmente, quando ele diz “Te amo, mamãe”. Como eu disse lá em cima, eu nunca soube nada do que é a vida, nunca soube nada do que é amor. Eu sempre achei que soubesse, mas eu estava completamente enganada.

Eu nasci junto com o João. Nós fomos construindo aos poucos esse amor, esse amor louco, estarrecedor.

Você pode ter se apaixonado pelo seu filho no primeiro segundo e se isso aconteceu, acredito ter sido a melhor sensação do mundo.

Mas se essa paixão não veio no primeiro momento, não se culpe, não se preocupe. Ela virá e será tão maravilhoso quanto. O momento do parto envolve muitas coisas, são muitos sentimentos envolvidos e não conseguir entender o que realmente está sentindo não é nenhum pecado e nenhum erro grave.

Beijos,

Fê!

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Como o bebê desenvolve os cinco sentidos?

Você sabia que os cinco sentidos do bebê são desenvolvidos em sua maioria ainda durante a gravidez? O bebê aprende, reage e amadurece os sentidos para sentir o mundo exterior.

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E quando se desenvolvem os sentidos?
Paladar – O paladar começa a ser desenvolvido na oitava semana de gravidez, quando o feto já consegue “sentir” os sabores do líquido amniótico. Ao nascer, já pode distinguir o que é doce, acreditam?
Mas somente aos seis meses de vida é que o paladar começa a ficar refinado e eles passam a diferenciar doce, salgado, amargo e azedo, por conta da introdução alimentar.
Olfato – O olfato se desenvolve a partir da vigésima oitava semana de gestação e o primeiro cheirinho a ser reconhecido pelo bebê é o do útero. Depois, ao nascer começa a reconhecer novos cheiros e como seu sistema respiratório ainda está em desenvolvimento, pode ocasionar uma alergia ou outra.
Visão – A visão é o último sentido a se desenvolver e assim que o bebê nasce ele ainda não enxerga bem. Recém nascidos enxergam a vida toda embaçada, mas isso não impede que eles aprendam características essências para a sobrevivência como rosto da mãe e o “mamá”. Já com um mês começam a enxergar com 30 cm de distância, aos seis meses já olham para os lados. Já com 12 meses começam a distinguir as cores e finalmente aos 18 meses começam a se aproximar do que seria uma visão adulta.
Tato – O tato é o primeiro sentido a ser desenvolvido, aparecendo entre a quinta e sexta semana de gestação. As primeiras áreas a terem sensibilidade são lábio e nariz e após a décima segunda semana, o feto já pode “sentir” o corpo todo. Por isso é tão importante toques na barriga, carinho e muito amor enquanto se espera o bebê!

E é uma delícia poder acompanhar esse desenvolvimento, essas descobertas. A gente morre de amor, morre de orgulho, morre de felicidade e continua vivendo.

E o que acharam do post? Deixem seus comentários 😉

Beijos,

Fê!

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Multa para quem transportar criança fora da cadeirinha vai ficar mais cara. Veja como utilizar corretamente o dispositivo

A partir de 1º de novembro a infração, que era de R$ 191,54 passará para R$ 293,47. Além do uso do equipamento de retenção, motorista deve averiguar se o modelo e o modo de instalação estão adequados

Cadeirinha é obrigatória para o transporte de crianças
Clique para ver maior | Imagem: Divulgação/Tutti Baby

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Cadeirinha é obrigatória para o transporte de crianças | Imagem: Divulgação/Tutti Baby

Há mais de cinco anos o Brasil deu um importante passo para a prevenção de riscos às crianças no trânsito. Desde que a lei da cadeirinha entrou em vigor no país, a maioria dos pais passou a se preocupar com o uso de dispositivos de retenção. No entanto, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal, muitos motoristas ainda são imprudentes nesta questão. Só em 2015, nas rodovias federais houve a autuação de 740 motoristas que transportavam crianças sem o dispositivo.

A partir de novembro deste ano, a lei fica ainda mais rigorosa e a multa, que era de R$ 191,54 passará para R$ 293,47. Além disso, a fiscalização também será mais rígida. E os motoristas devem estar atentos: não é só a falta do equipamento que causa a infração, mas também o uso inadequado da cadeirinha.

Amanda Teixeira, da área de desenvolvimento da Tutti Baby, empresa especializada nestes itens, explica o que se deve levar em consideração no momento da aquisição e instalação do produto. “Existem diversos modelos no mercado e por isso muitos consumidores acabam errando na escolha. A primeira dica é verificar se a peça é certificada pelo INOR, o órgão creditado pelo Inmetro que atesta a qualidade do produto. Depois, a embalagem e o manual de instruções trazem as informações sobre para qual grupo de massa o produto é indicado e como deve ser ajustado no automóvel”, diz.

Para Amanda, um dos principais erros dos pais é não verificar o modo de instalação. “O bebê conforto, por exemplo, é utilizado para criançasde até um ano e deve, obrigatoriamente, ser instalado de costas para o motorista. Alguns modelos de cadeirinha usam o cinto do carro para fixação das crianças. Se ele passar pelo pescoço, significa que o produto é inadequado”, alerta.

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Itens de retenção devem ser instalados corretamente | Imagem: Divulgação/Tutti Baby

Tipo ideal de acordo com o tamanho da criança
A profissional da Tutti Baby destaca ainda que existem cinco grupos, classificados pelo peso das crianças, para adequação dos modelos de cadeirinha. São eles:

Grupo de massa O : de 0 kg até 10 kg, altura aproximada de 0,72m, até 9 meses (usa o bebê-conforto)
Grupo de massa O+: de 0 kg até 13 kg, altura aproximada de 0,80m, até 1 ano (usa o bebê-conforto ou cadeirinha)
Grupo de massa I: de 9 kg até 18 kg, altura aproximada de 1m, até dois anos e oito meses (usa cadeirinha)
Grupo de massa II
: de 15 kg a 25 kg, altura aproximada de 1,15m, até cinco anos (usa cadeirinha)
Grupo de massa III: de 22 kg a 36 kg, altura aproximada 1,30m, até 10 anos (usa cadeirinha ou acento de elevação).

Sobre a Tutti Baby
Com sede em Massaranduba (SC), a Tutti Baby faz parte do Grupo Zanotti e é especialista em fabricação de produtos para bebês, que englobam os grupos Passeio (carrinhos e bolsas), Retenção (cadeirinhas para automóvel e bebê conforto), Casa (cercado, andador e grade para porta), Alimentação (cadeiras) e Puericultura Leve (banheiras, troninhos, assento redutor, saboneteiras e suporte para banheira).

Está presente em todo o território brasileiro, com mais de 1,6 mil pontos de venda.

Agora é entender que não é só pela multa, cadeirinhas salvam vidas.

Beijos,

Fê!

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