Agosto Dourado: Posições para amamentar o bebê de forma correta

Escolher a postura adequada é um dos fatores que mais colabora com o sucesso do aleitamento

posicoes corretas para amamentacao

A amamentação logo nas primeiras horas de vida do bebê acarreta em diversos benefícios para a mãe e o recém-nascido. De acordo com Lavínia Springmann, Consultora da Amamentação da NUK, as mães que amamentam logo após o parto apresentam maior chance de sucesso nas práticas da amamentação. Além disso, o contato da pele da mãe com a do bebê ajuda a prevenir a ocorrência de hipotermia e auxilia na relação entre mãe e filho.

Segundo Lavínia, a posição correta para amamentação é um dos fatores mais importantes para evitar desconfortos futuros. A mãe deve escolher a maneira mais confortável para que o bebê pegue a mama de maneira correta e consiga ingerir maior quantidade de leite.

Confira algumas posições:

Segurar o bebê no colo em posição transversal, “barriga com barriga”, utilizando o braço contrário ao seio em que ele está mamando.

posição para amamentar barriga com barriga
Apoie o bebê no colo em posição transversal, utilizando o braço do mesmo lado do seio em que ele mama.

posição para amamentar transversal
Segure o bebê passando-o embaixo do seu braço, do mesmo lado do seio em que ele está mamando. Sente-se de pernas cruzadas na beira da cama, sofá ou use duas cadeiras.

posição para amamentar embaixo do braço
Coloque o bebê na posição “de cavalinho” em uma das suas coxas, deixando-o de frente para o seio.

posição para amamentar cavalinho
Coloque o bebê em posição paralela ao corpo, elevando ligeiramente sua cabecinha, para ajudar o leite a descer. A recomendação é que a mãe só amamente deitada se estiver bem acordada para não correr risco de acidentes.

posição para amamentar deitada
Use qualquer combinação citada no caso de ter gêmeos e deseje amamentar ao mesmo tempo.

posição para amamentar gêmeos
A pega correta:

A posição certa está diretamente ligada ao sucesso da amamentação e alguns sinais revelam se a pega foi feita de maneira correta:

– O bebê abre bem a boca e abocanha quase toda a aréola;

– A boca do bebê se mantém bem aberta e acoplada ao seio e seu queixo se encosta na parte inferior da mama;

– A aréola fica mais visível acima da boca do bebê do que abaixo;

– O bebê suga, respira e engole o leite de forma natural e coordenada, com sucções lentas e profundas. Suas bochechas ficam arrendodadas.

Orientações:

Os dedos não devem pinçar o seio, nem tocar a aréola. Não é necessário o apoio com a mão, apenas quando os seios da mãe são muito grandes e pesados. É preciso cuidado para não bloquear a descida do leite (não use o dedo em tesoura) e não coloque o dedo na aréola, pois é lá que o bebê deve colocar a boca.

É importante que o bebê arrote depois da mamada, pois engole muito ar enquanto mama que se acumula em seu estômago, causando desconforto. Cada criança tem seu próprio padrão de sucção variando o tempo da mamada, por isso evite controlar esse tempo.

Durante o período de amamentação, é recomendável que a mãe tenha uma dieta equilibrada, rica em cálcio (encontrado nos laticínios), iodo (presente em peixes de água salgada) e aumentar a quantidade de ingestão de líquidos.

Auxílio:

A Concha de Amamentação NUK foi desenvolvida com formato ergonômico e interior em silicone, promovendo o efeito massageador que facilita o aleitamento.

concha de amamentação

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Agosto Dourado – 6 benefícios e dificuldades da amamentação

Agosto é o mês do aleitamento materno

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Ontem se deu início ao Agosto Dourado, que busca mobilizar e conscientizar a população sobre a importância da amamentação, tanto para os bebês, como para as mães.

A cor dourada está relacionada ao alimento ouro para a saúde dos bebês, o leite materno. E o mês de Agosto é todinho dedicado a informar e debater sobre a importância de amamentar. Durante o mês terão palestras e eventos, divulgação de informações no rádio, na TV e na internet sobre os benefícios do aleitamento materno. A lei brasileira também sugere que prédios públicos sejam iluminados com a cor dourada em homenagem à amamentação.

mitos e verdades amamentacao

A amamentação é uma pratica natural, capaz de trazer inúmeros benefícios para o bebê e para a mãe.

O aleitamento materno deve ser exclusivo até os seis meses de vida, sem a oferta de água, por exemplo. O leite materno é um alimento completo e ideal para o bebê, pois ele contém todos os nutrientes em quantidades adequadas e fornece água para hidratação.

O benefícios da amamentação são inúmeros, mas destaquei os seis mais importantes:

1 – Aumenta o vínculo entre mãe e filho;

2 – Ajuda no desenvolvimento motor e emocional da criança;

3 – Faz o útero da mãe voltar mais rápido ao tamanho natural. Com isso, também evita o sangramento excessivo e, consequentemente, que a mãe sofra de anemia;

4 – Ajuda a mulher a voltar mais rapidamente ao peso que tinha antes da gestação, pois consome até 800 calorias por dia (mesmo dando muita fome), e diminui o risco de câncer de mama e de ovário;

5 – Por ser de fácil digestão, provoca menos cólicas nos bebês;

6 – Colabora para a formação do sistema imunológico da criança, previne alergias, obesidade e intolerância ao glúten;

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Quem dera se a amamentação fosse algo automático, mas não basta instinto materno. Muitas mulheres passam por dificuldades.  É preciso orientação, apoio e muita informação para oferecer ao bebê o alimento mais completo que existe.

Separei também as seis maiores dificuldades enfrentadas na amamentação:

1 – Dor – Pode ser o bico rachado, os seios cheios, ingurgitados, o que pode até evoluir para uma mastite e causar febre alta na mãe. A pega errada é outra causa de sofrimento. – A utilização do próprio leite materno nas regiões afetadas, várias vezes ao dia, auxilia bastante no processo de cicatrização, pomada lanolina, pega correta e, se puder, contar com a ajuda de um profissional

2- Pouco leite – Isso pode acontecer no caso de mulheres que tenham passado por cirurgias mamárias, como as redutoras ou mastopexias. Ou por provável “má pega”, que ocorre quando o bebê coloca somente o mamilo na boca, ele deve colocar toda a aréola na boca do bebê para que possa sugar direitinho. Mas é importante que saiba que não existe leite fraco ou pouca produção. O que pode acontecer é um desequilíbrio causado quando o bebê não suga direito. Pois isso que é preciso ensinar o bebê a mamar do jeito certo.  A mãe deve se alimentar bem e tomar muita água ao longo do dia. Até o bebê nascer, a mãe necessita de líquidos apenas para si. A partir do nascimento, há necessidade de líquidos para ela e para o bebê. E a principal regra da amamentação: quanto mais o bebê mamar, mais leite será produzido.

3 – Bico invertido – Ter o bico do seio voltado para dentro e não para fora pode dificultar a pega do bebê. Nos primeiros dias, poderá ser mais difícil para o bebê manter a pega, mas é possível ajustar a postura, colocar o bebê bem próximo ao corpo da mãe e usar recursos e massagens para tentar protruir os mamilos.

4 – Falta de apoio e críticas –  Contar com a ajuda de familiares e do marido é essencial para uma amamentação tranquila e eficiente. Ler livros específicos e buscar fazer cursos são boas alternativas. Também é possível pedir ajuda nos postos de saúde ou em bancos de leite. A maternidade precisa de menos julgamentos e mais apoio.

5 – Falta de informação e preparo – Ao longo dos nove meses da gestação, alguns pais e mães até se matriculam em cursos sobre o tema. No entanto, nem sempre o conteúdo sobre amamentação é suficiente. Ler e ver vídeos sobre o assunto, vão te ajudar nessa jornada.

6 – Leite empedra – No início, se produz mais leite do que o bebê consome. Nesse caso, pode-se esvaziar as mamas com uma bomba, usar concha de amamentação (ela acondiciona o leite que vaza). É indicado também massagear as mamas antes de amamentar ou até sair parte do leite. Com isso, o leite amolece e o bebê consegue mamar.

Os desafios são muitos, mas, se a sua escolha for amamentar, não dê ouvidos ao que as pessoas falam, palpites que não ajudam em nada, só atrapalham. Encare o desafio. Com informação, orientação e apoio, amamentar é possível. E vai ser a experiência mais incrível da sua vida.

 

Mas é importante lembrar que, apesar dos esforços, muitas mães não conseguem amamentar, por inúmeros motivos. Essa mãe não deve se culpar e muito menos ser julgada. Ninguém sabe as batalhas que cada um enfrenta. Então se você não conseguiu amamentar, ‘TÁ TUDO BEM!”.

Medo de escuro: saiba como ajudar o pequeno

Se o seu filho não dorme sozinho e tem pânico só de pensar em ficar no escuro, fique calma, esse é um medo comum entre as crianças.

medo de escuro

Nictofobia. Você provavelmente não conhece essa palavra, mas passa por essa situação toda noite. É a fobia do escuro, um medo comum dos pequenos, mas que pode ser amenizado.

Sentir medo faz parte do desenvolvimento emocional dos seres humanos. É uma reação de proteção quando o cérebro acredita que algo vai nos fazer mal. O medo do escuro infantil, na maioria das vezes, não está associado à escuridão em si.

Como as crianças de três a sete anos têm a imaginação muito aflorada e, na hora de dormir, as luzes estão apagadas e os pais não estão por perto, elas ficam mais propensas a imaginar perigos.

Um simples rangido da cama pode ser o monstro que veio puxar o pé, a brisa que vem da janela é a bruxa que passou voando em sua vassoura e despertar no meio da noite é o vampiro que veio sugar o sangue.

As crianças em idade escolar, que começam a compreender que existem coisas e pessoas perigosas no mundo real, pode ter medo de ladrões entrarem em casa se as luzes estiverem apagadas, por exemplo.

Essas são explicações comuns das crianças que têm medo de ficar em um local escuro,
especialmente na hora de dormir. É por isso que os adultos têm que explicar a diferença entre o mundo real e a ficção, além de proporcionar conforto e segurança às crianças.

Conforme os pequenos crescem, eles passam a separar melhor a fantasia da realidade. Nessa fase, o papel dos pais é muito importante para explicar o que realmente representa um perigo, pois eles ainda são muito ingênuos para isso.

Perante os próprios medos, os pequenos podem se recusar a ir para a cama, ir dormir mais tarde do que o relógio biológico precisa, apresentar choros compulsivos, crises de ansiedade, tremores e suor frio. Fazer xixi na cama também pode ser um sinal de que o medo está fora de controle.

Se essa situação é comum no seu lar, algumas táticas baseadas em evidências, carinho e paciência podem funcionar. Veja algumas dicas que a Alô Bebê preparou para ajudar a acabar com os medos:

Entenda de onde vem o medo do seu filho

Pergunte aos pequenos quais são os perigos do escuro. Ele provavelmente vai apontar personagens de filmes, de desenhos ou de videogames, ou outros que alguém mencionou para tentar assustá-lo.

As crianças que recentemente passaram por algum tipo de trauma, como um roubo na residência, um sequestro relâmpago ou abuso sexual, podem demonstrar medos de pessoas reais, como “homem alto” ou “mulher má”.

Combata o estresse diário

As crianças que ficam ansiosas por causa da escola, da separação da mãe, da quebra da rotina ou outros pequenos eventos cotidianos têm mais chances de sofrer de medo do escuro e ter pesadelos durante o sono. Durante o dia a dia, procure amenizar essas situações na vida do pequeno.

Reveja os horários de sono

A maioria das crianças sente sono entre 20 e 21h30. Porém, o relógio biológico de algumas pode trabalhar de forma diferente, fazendo com que o sono venha um pouco mais tarde, sem prejuízos para seu desenvolvimento.

Se você colocar o seu filho na cama cedo demais, ele terá dificuldade para dormir, e passará mais tempo acordado no escuro, o que dará a ele mais tempo para imaginar perigos e sentir medo.

Evite imagens durante a noite

O excesso de estímulos já pode atrapalhar o sono infantil, e quando esses estímulos vêm em forma de filmes, desenhos ou livros com personagens maléficos, eles podem transmitir medo aos pequenos.

Pais que assistem ao telejornal no mesmo ambiente em que a criança está também podem contribuir para isso, pois as notícias geralmente não são nada agradáveis e podem sensibilizar as crianças, mesmo se parecer que elas não estão prestando atenção.

Ofereça uma forma lúdica de proteção

Ter um bichinho de pelúcia para dormir pode funcionar em alguns casos. O item deve ser visto pela criança como uma forma de proteção e pode ser usado todas as noites, inclusive em viagens ou em noites na casa dos amiguinhos.

Um ritual noturno para que o pequeno se sinta protegido também pode ser útil. Borrifar um spray “antimonstros” embaixo de berço do bebê, pedir para o pequeno fechar a janela e colocar um cobertor especial tendem a deixar a criança mais segura para dormir.

Aposte nas luzes

Se o pequeno não suporta ficar no escuro, invista em um abajur ou uma lâmpada de tomada para deixar sempre ligado. É essencial que a luz emitida seja fraca para não atrapalhar o sono. Um ruído branco, como o barulho de chuva, também pode ajudar.

Evite deixar o lustre do quarto aceso, pois o excesso de luz afeta a qualidade do sono. Acender as luzes do banheiro ou corredor também não é boa ideia, pois você pode acabar desligando acidentalmente, o que vai deixar a criança apavorada no meio da noite.

Leia livros sobre o assunto

A leitura traz benefícios também para a segurança e a autonomia das crianças, especialmente quando ocorre na hora de dormir. Por isso, aproveite esse momento para ler um livro que trate justamente sobre o medo do escuro e sua superação. O pequeno, com certeza, vai se identificar.

66 coisas positivas que todo filho deve ouvir de seus pais

Ajude seu filho a ter pensamentos positivos e melhore a sua autoestima.

Faça pequenos elogios ao seu filho, crie esse hábito, e o ajude a se tornar um adulto confiante.

elogie seu filho

1- Sou grata por ter você em minha vida

2- Você me dá orgulho

3- Você diz coisas sensatas

4- Eu amo ser sua mãe

5- Você tem ótimas idéias

6- Você não precisa ser perfeito para ser bom

7- Sua opinião é importante

8- Você é importante

9- Você é amado

10- Eu acredito em você

11- Essa família não seria a mesma sem você

12- Você é valioso

13- Você pode dizer não

14- Você pode dizer sim

15- Eu sei que você deu o seu melhor

16- Você estava certo

17- Eu aceito quem você é

18- Você pode tentar do seu jeito

19- Você é útil

20- Você merece

21- Você me faz feliz

22- Eu amo a sua criatividade

23- Estar com você é divertido

24- Eu mal posso esperar para ouvir falarem sobre você

25- Não tenha medo de ser quem você é

26- Você faz a diferença

27- Estou animada em passar tempo com você

28- Você é interessante

29- Eu amo ver o mundo do seu jeito

30- É bom ser curioso

31- Amo o jeito que você conta histórias

32- O que você fez foi incrível

33- Eu admiro você

34- Essa é uma ótima pergunta

35- Seus amigos têm sorte de ter você

36- Eu confio em você

37- Essa foi realmente uma ótima escolha

38- Ver você feliz, me deixa feliz

39- Ser sua mãe é minha profissão preferida

40- Eu aprendo coisas novas com você todo dia

41- Você me faz uma pessoa melhor

42- Você é um bom menino(a)

43- Obrigada por ser você

44- Eu estou tão feliz que você está aqui

45- Você parece ótimo

46- Eu entendo você

47- Acompanhar o seu crescimento é o melhor de tudo

48- Isso é muito corajoso

49- Eu perdôo você

50- Eu prezo por você

51- Todos nós erramos

52- Sim, eu também

53- Você é muito bom nisso

54- Você pode tentar amanhã de novo

55- Ninguém é perfeito

56- Eu amo como você fala isso

57- Nem todo mundo gostará de você, e não tem nada de errado nisso

58- Você fez isso tão bem

59- Estou ouvindo

60- Esse é um assunto muito bom

61- Você é lindo por dentro e por fora

62- Eu te amo

63- Eu não consigo parar de te amar

64- Você é o suficiente

65- Você preenche meu coração

66- Eu tenho fé em você

 

5 MOTIVOS PARA VIAJAR COM OS FILHOS

Conheça as razões pelas quais valem a pena arrumar as malas e embarcar na companhia das crianças. Fernanda Braz, a autora da coleção “Vovô Conhece o Mundo”, explica como o hábito de viajar pode estreitar os laços familiares

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Quem me acompanha nas redes sociais sabe que viajei esse final de semana e cheguei na segunda-feira de Búzios. Foi tudo delicioso. Apesar de não conseguir tanto como gostaríamos, nós amamos viajar.

A escritora paulista, Fernanda Braz, que escreveu a coletânea infanto-juvenil “Vovô Conhece o Mundo” e estimula a criança a desvendar enigmas pelo

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Fernanda Braz, autora da coleção infantil “Vovô conhece o mundo”.

mundo, não acredita que viajar seja custo e, sim, um investimento para a educação e desenvolvimento intelectual da criança.

“De uma forma natural e divertida é a melhor forma deles aprenderem, criarem a resiliência, estimulando o exercício da flexibilidade e adaptabilidade”, diz. Ela, que se inspirou nas viagens que fez com a família para escrever, equilibra, entre uma ponte área e outra, a vida de mãe e a carreira de executiva de negócios.
A seguir, ela conta os motivos que a inspiram a não abrir mão de viajar com filhos sempre que pode.

  1. Viajar estreita os laços familiares

A vida moderna mudou a dinâmica familiar e muitas mães trabalham fora, mas antes da culpa pela falta de tempo, pense que quantidade não é qualidade. Aproveite a viagem de férias para ficar junto com a família e curtir os filhotes. Esqueça por um tempo o trabalho, as redes sociais e viva intensamente essa experiência.

 

  1. Viajar cria memórias inesquecíveis

Viajar nos distancia do stress do dia a dia e acaba proporcionando momentos inesquecíveis. Quando a família entra em sintonia, a rotina é leve e as interações muito mais divertidas, registrando na memória: “como é gostoso viajar com a minha família”.

 

  1. Viajar contribui com o processo de aprendizagem

Uma boa viagem precisa do equilíbrio entre explorar, descansar e brincar. Quando fizer um roteiro, reserve um tempo para as crianças brincarem. Durante a viagem, chame a atenção dos seus filhos para coisas que possam contribuir com o processo de aprendizagem. Se visitar um museu proponha um caça ao tesouro às principais obras, mas se o destino for praia, convide os pequenos a observar a natureza.

 

  1. Viajar estimula o exercício da flexibilidade e adaptabilidade

O mundo está em constante mudança e a capacidade de se adaptar é condição chave para o sucesso. Em vez de quase enlouquecer para criar um ambiente igualzinho ao de casa, procure mostrar as características do lugar, estimulando a flexibilidade. Isso significa provar uma comida diferente, ir ao supermercado, andar de transporte público observando a rotina das pessoas. As crianças têm a capacidade de se adaptar e podem te surpreender.

 

  1. Viajar ensina a respeitar e entender a diversidade

O novo muitas vezes gera desconforto. Quando viajar procure valorizar o diferente e ensinar às crianças o respeito ao próximo. Procure entender as características da cultura local e mostrar que a riqueza está na diversidade. Tenha certeza que cada experiência ajudará seu filho a ter uma visão de que o mundo é muito maior do que a família, a escola e os amigos. Quando pensar no custo de uma viagem, lembre-se que viagem de férias é um investimento que vai além de simplesmente conhecer um lugar especial. Sempre que possível ultrapasse as barreiras geográficas e o mais importante: em vez de tirar fotos para postar, registre na alma cada momento em família… é isso que faz a vida valer a pena.

E o que acharam das dicas? Vamos viajar mais?

Beijos,

Fê!

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Especialistas da NotreDame Intermédica alertam sobre distúrbios emocionais gerados durante e após a gravidez

Alterações emocionais na gravidez são normais, mas podem e devem ser controladas.Falar sobre os sentimentos e jamais usar ou suspender medicações sem orientação médica são algumas das dicas.

De cada 100 mulheres grávidas, 10 a 20 são acometidas pela depressão. Mas, afinal, como evitar ou amenizar os distúrbios emocionais, entre outras alterações geradas pela mudança de vida com a chegada do bebê? A psicóloga Karen Valeria da Silva e a obstetra Dra. Daniela Leanza, que integram o corpo clínico da NotreDame Intermédica esclarecem estas dúvidas.

De acordo com as especialistas,  a gestação é um momento de importantes reestruturações na vida da mulher e nos papéis que exerce. Mais do que isso, é um momento de preparação psicológica para a maternidade. “Trata-se de uma fase onde é preciso reajustar seu relacionamento conjugal, sua situação socioeconômica e suas atividades profissionais. E isso não é nada fácil. Muitas vezes, a gestante ‘se vê’ sozinha em diversas situações e acaba por entrar num processo gradual de depressão que tende a piorar no pós-parto”, analisa a psicóloga Karen Valeria da Silva.

Além das mudanças psicológicas, ocorrem as transformações hormonais e metabólicas que, muitas vezes, culminam em sensação de fragilidade, preocupações excessivas com a gravidez e saúde do bebê, responsabilidade, insegurança, medo, e alterações de humor que variam entre momentos de felicidade, tristeza e angústia.

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Depressão

Apesar de atingir de 10% a 20% das mulheres grávidas, ainda não se sabe exatamente o que causa a depressão na gestação. Contudo, deve-se atentar para alguns fatores de risco que indicam mais chances para o distúrbio. Os mais comuns são histórico de depressão, problemas conjugais, condições socioeconômicas baixas, experiências traumáticas no período gestacional, gravidez indesejada e até mesmo predisposição genética.

Entre os sinais e sintomas, são comuns alterações no hábito alimentar – redução ou aumento do apetite – e alterações no sono – ou sonolência excessiva ou insônia -, diminuição da libido, falta de energia e fadiga, perda do prazer pelas atividades que gosta, sentimentos de culpa, inutilidade ou pânico, pensamentos suicidas, tristeza, infelicidade e choro fácil.

Os sintomas da depressão podem afetar o comportamento da gestante trazendo consequências futuras ao feto.

Algumas pacientes acabam se isolando socialmente, faltam nas consultas de pré-natal e não seguem as orientações médicas, podendo iniciar ou aumentar o consumo de  álcool, tabaco e drogas que podem  trazer consequências como alteração no desenvolvimento do feto, aborto espontâneo, parto prematuro, baixo peso ao nascer, bebês com problemas de sono e também o maior uso de UTI neonatal.

A depressão pode ser tratada com o uso de medicação, porém é preciso avaliar o risco-benefício do uso de psicoterapêuticos. “Se a mulher já usava um antidepressivo antes da gravidez, o médico deverá avaliar a continuidade do tratamento ou a troca da medicação. Podem ser considerados também os tratamentos alternativos, como sessões de relaxamento e o uso de fitoterápicos”, explica a Karen Valeria da Silva. Também é imprescindível o acompanhamento psicoterapêutico que poderá auxiliar na identificação dos gatilhos e fornecer ferramentas de enfrentamento.

Depressão pós-parto

A depressão pós-parto pode ocorrer logo após ou em até um ano após o parto. Seus sinais e sintomas ocorrem quase todos os dias e vão do sentimento de tristeza ou desespero constante, perder o interesse ou não sentir prazer na maioria das atividades diárias, alterações de humor, ansiedade e excesso de preocupação, e até pensamento de morte nos casos mais graves.

Oficinas de Saúde

Estes cuidados foram apresentados durante o dia 4/5 como parte do projeto “Oficinas de Saúde”,promovido mensalmente pelo Grupo NotreDame Intermédica. Nestas oportunidades, beneficiários e convidados participam de palestras com especialistas em diferentes áreas. A próxima Oficina de Saúde está programada para dia 6/6 e será sobre obesidade x qualidade de vida, com o tema “Não deixa a obesidade virar um peso na sua vida”.

Compartilhando e incentivando hábitos saudáveis

O Grupo NotreDame Intermédica mantem em seu canal no Youtube diversos vídeos com dicas e orientações valiosas que visam melhorar a qualidade de vida e auxiliar na prevenção de riscos e doenças da população em geral, além de campanhas e vídeos institucionais.

Site: www.gndi.com.br

E vocês, o que acharam?

Beijos,

Fê!

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15 coisas para fazer antes que seu filho cresça

Eles crescem, é inevitável. Mesmo que para nós, mães, eles sejam para sempre nossos pequenos, como num piscar de olhos eles saem correndo para ganhar o mundo e conquistar seus objetivos.

E para eternizar momentos em nosso coração, listei algumas coisas que você precisa fazer com seu filho antes que ele cresça!

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– Dar colo por horas seguidas, enquanto ele descansa em seus braços (não se esqueça que logo ele não caberá mais ali)

– Ficar de mãos dadas, contando histórias e dizendo coisas simples da vida, enquanto ele se acomoda em seu colo.

– Cheirar seu cabelo, na tentativa de guardar para sempre na memória aquele aroma de bebê.

– Fazer que ele gargalhe de suas bobagens. E perceber que a alegria não depende de mais nada.

– Deixá-lo dormir em sua cama naquela noite terrivelmente fria de inverno, ou quando ele sentir medo, ou se sentir só … ou apenas quando você quiser dormir com ele.

– Fazer um picnic no parque, brincar com o pé no chão, tomar banho de chuva.

– Marcar sua altura na régua e ver como a cada ano, seu filho cresce saudável.

– Deixar que ele coma com você aquela porcaria que jamais daria para ele, mas naquele dia, resolveu deixar o lado mãe chata e ser feliz!

– Inventar histórias e brincadeiras que só vocês dois entenderão.

– Escutar “mãe” por milhões de vezes seguidas, apenas pelo gostinho dele dizer: “Mãe”. (a gente reclama, mas é bom demais)

– Brincar de esconde-esconde e vê-lo com metade do corpo para fora do esconderijo, certo de que está muito bem escondido.

– Brincar de carrinho subindo montanhas imaginárias, ou comer comidinhas que não existem. Entrar no mundinho particular deles!

– Fazer ao menos uma festa de aniversário dele no estilo “Mamãe que fez” e sentir orgulho de escutar que foi a melhor festa que ele já teve.

– Abraçá-lo com todas as suas forças na saída da escola. Em alguns anos, isso será considerado “pagar o maior mico com a galera”.

– Dizer “eu te amo” todos os dias! Para que nunca, sequer por um segundo, ele deixe de acreditar você estará lá sempre que ele precisar.

Beijos,

Fê!

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