5 MOTIVOS PARA VIAJAR COM OS FILHOS

Conheça as razões pelas quais valem a pena arrumar as malas e embarcar na companhia das crianças. Fernanda Braz, a autora da coleção “Vovô Conhece o Mundo”, explica como o hábito de viajar pode estreitar os laços familiares

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Quem me acompanha nas redes sociais sabe que viajei esse final de semana e cheguei na segunda-feira de Búzios. Foi tudo delicioso. Apesar de não conseguir tanto como gostaríamos, nós amamos viajar.

A escritora paulista, Fernanda Braz, que escreveu a coletânea infanto-juvenil “Vovô Conhece o Mundo” e estimula a criança a desvendar enigmas pelo

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Fernanda Braz, autora da coleção infantil “Vovô conhece o mundo”.

mundo, não acredita que viajar seja custo e, sim, um investimento para a educação e desenvolvimento intelectual da criança.

“De uma forma natural e divertida é a melhor forma deles aprenderem, criarem a resiliência, estimulando o exercício da flexibilidade e adaptabilidade”, diz. Ela, que se inspirou nas viagens que fez com a família para escrever, equilibra, entre uma ponte área e outra, a vida de mãe e a carreira de executiva de negócios.
A seguir, ela conta os motivos que a inspiram a não abrir mão de viajar com filhos sempre que pode.

  1. Viajar estreita os laços familiares

A vida moderna mudou a dinâmica familiar e muitas mães trabalham fora, mas antes da culpa pela falta de tempo, pense que quantidade não é qualidade. Aproveite a viagem de férias para ficar junto com a família e curtir os filhotes. Esqueça por um tempo o trabalho, as redes sociais e viva intensamente essa experiência.

 

  1. Viajar cria memórias inesquecíveis

Viajar nos distancia do stress do dia a dia e acaba proporcionando momentos inesquecíveis. Quando a família entra em sintonia, a rotina é leve e as interações muito mais divertidas, registrando na memória: “como é gostoso viajar com a minha família”.

 

  1. Viajar contribui com o processo de aprendizagem

Uma boa viagem precisa do equilíbrio entre explorar, descansar e brincar. Quando fizer um roteiro, reserve um tempo para as crianças brincarem. Durante a viagem, chame a atenção dos seus filhos para coisas que possam contribuir com o processo de aprendizagem. Se visitar um museu proponha um caça ao tesouro às principais obras, mas se o destino for praia, convide os pequenos a observar a natureza.

 

  1. Viajar estimula o exercício da flexibilidade e adaptabilidade

O mundo está em constante mudança e a capacidade de se adaptar é condição chave para o sucesso. Em vez de quase enlouquecer para criar um ambiente igualzinho ao de casa, procure mostrar as características do lugar, estimulando a flexibilidade. Isso significa provar uma comida diferente, ir ao supermercado, andar de transporte público observando a rotina das pessoas. As crianças têm a capacidade de se adaptar e podem te surpreender.

 

  1. Viajar ensina a respeitar e entender a diversidade

O novo muitas vezes gera desconforto. Quando viajar procure valorizar o diferente e ensinar às crianças o respeito ao próximo. Procure entender as características da cultura local e mostrar que a riqueza está na diversidade. Tenha certeza que cada experiência ajudará seu filho a ter uma visão de que o mundo é muito maior do que a família, a escola e os amigos. Quando pensar no custo de uma viagem, lembre-se que viagem de férias é um investimento que vai além de simplesmente conhecer um lugar especial. Sempre que possível ultrapasse as barreiras geográficas e o mais importante: em vez de tirar fotos para postar, registre na alma cada momento em família… é isso que faz a vida valer a pena.

E o que acharam das dicas? Vamos viajar mais?

Beijos,

Fê!

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Especialistas da NotreDame Intermédica alertam sobre distúrbios emocionais gerados durante e após a gravidez

Alterações emocionais na gravidez são normais, mas podem e devem ser controladas.Falar sobre os sentimentos e jamais usar ou suspender medicações sem orientação médica são algumas das dicas.

De cada 100 mulheres grávidas, 10 a 20 são acometidas pela depressão. Mas, afinal, como evitar ou amenizar os distúrbios emocionais, entre outras alterações geradas pela mudança de vida com a chegada do bebê? A psicóloga Karen Valeria da Silva e a obstetra Dra. Daniela Leanza, que integram o corpo clínico da NotreDame Intermédica esclarecem estas dúvidas.

De acordo com as especialistas,  a gestação é um momento de importantes reestruturações na vida da mulher e nos papéis que exerce. Mais do que isso, é um momento de preparação psicológica para a maternidade. “Trata-se de uma fase onde é preciso reajustar seu relacionamento conjugal, sua situação socioeconômica e suas atividades profissionais. E isso não é nada fácil. Muitas vezes, a gestante ‘se vê’ sozinha em diversas situações e acaba por entrar num processo gradual de depressão que tende a piorar no pós-parto”, analisa a psicóloga Karen Valeria da Silva.

Além das mudanças psicológicas, ocorrem as transformações hormonais e metabólicas que, muitas vezes, culminam em sensação de fragilidade, preocupações excessivas com a gravidez e saúde do bebê, responsabilidade, insegurança, medo, e alterações de humor que variam entre momentos de felicidade, tristeza e angústia.

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Depressão

Apesar de atingir de 10% a 20% das mulheres grávidas, ainda não se sabe exatamente o que causa a depressão na gestação. Contudo, deve-se atentar para alguns fatores de risco que indicam mais chances para o distúrbio. Os mais comuns são histórico de depressão, problemas conjugais, condições socioeconômicas baixas, experiências traumáticas no período gestacional, gravidez indesejada e até mesmo predisposição genética.

Entre os sinais e sintomas, são comuns alterações no hábito alimentar – redução ou aumento do apetite – e alterações no sono – ou sonolência excessiva ou insônia -, diminuição da libido, falta de energia e fadiga, perda do prazer pelas atividades que gosta, sentimentos de culpa, inutilidade ou pânico, pensamentos suicidas, tristeza, infelicidade e choro fácil.

Os sintomas da depressão podem afetar o comportamento da gestante trazendo consequências futuras ao feto.

Algumas pacientes acabam se isolando socialmente, faltam nas consultas de pré-natal e não seguem as orientações médicas, podendo iniciar ou aumentar o consumo de  álcool, tabaco e drogas que podem  trazer consequências como alteração no desenvolvimento do feto, aborto espontâneo, parto prematuro, baixo peso ao nascer, bebês com problemas de sono e também o maior uso de UTI neonatal.

A depressão pode ser tratada com o uso de medicação, porém é preciso avaliar o risco-benefício do uso de psicoterapêuticos. “Se a mulher já usava um antidepressivo antes da gravidez, o médico deverá avaliar a continuidade do tratamento ou a troca da medicação. Podem ser considerados também os tratamentos alternativos, como sessões de relaxamento e o uso de fitoterápicos”, explica a Karen Valeria da Silva. Também é imprescindível o acompanhamento psicoterapêutico que poderá auxiliar na identificação dos gatilhos e fornecer ferramentas de enfrentamento.

Depressão pós-parto

A depressão pós-parto pode ocorrer logo após ou em até um ano após o parto. Seus sinais e sintomas ocorrem quase todos os dias e vão do sentimento de tristeza ou desespero constante, perder o interesse ou não sentir prazer na maioria das atividades diárias, alterações de humor, ansiedade e excesso de preocupação, e até pensamento de morte nos casos mais graves.

Oficinas de Saúde

Estes cuidados foram apresentados durante o dia 4/5 como parte do projeto “Oficinas de Saúde”,promovido mensalmente pelo Grupo NotreDame Intermédica. Nestas oportunidades, beneficiários e convidados participam de palestras com especialistas em diferentes áreas. A próxima Oficina de Saúde está programada para dia 6/6 e será sobre obesidade x qualidade de vida, com o tema “Não deixa a obesidade virar um peso na sua vida”.

Compartilhando e incentivando hábitos saudáveis

O Grupo NotreDame Intermédica mantem em seu canal no Youtube diversos vídeos com dicas e orientações valiosas que visam melhorar a qualidade de vida e auxiliar na prevenção de riscos e doenças da população em geral, além de campanhas e vídeos institucionais.

Site: www.gndi.com.br

E vocês, o que acharam?

Beijos,

Fê!

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15 coisas para fazer antes que seu filho cresça

Eles crescem, é inevitável. Mesmo que para nós, mães, eles sejam para sempre nossos pequenos, como num piscar de olhos eles saem correndo para ganhar o mundo e conquistar seus objetivos.

E para eternizar momentos em nosso coração, listei algumas coisas que você precisa fazer com seu filho antes que ele cresça!

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– Dar colo por horas seguidas, enquanto ele descansa em seus braços (não se esqueça que logo ele não caberá mais ali)

– Ficar de mãos dadas, contando histórias e dizendo coisas simples da vida, enquanto ele se acomoda em seu colo.

– Cheirar seu cabelo, na tentativa de guardar para sempre na memória aquele aroma de bebê.

– Fazer que ele gargalhe de suas bobagens. E perceber que a alegria não depende de mais nada.

– Deixá-lo dormir em sua cama naquela noite terrivelmente fria de inverno, ou quando ele sentir medo, ou se sentir só … ou apenas quando você quiser dormir com ele.

– Fazer um picnic no parque, brincar com o pé no chão, tomar banho de chuva.

– Marcar sua altura na régua e ver como a cada ano, seu filho cresce saudável.

– Deixar que ele coma com você aquela porcaria que jamais daria para ele, mas naquele dia, resolveu deixar o lado mãe chata e ser feliz!

– Inventar histórias e brincadeiras que só vocês dois entenderão.

– Escutar “mãe” por milhões de vezes seguidas, apenas pelo gostinho dele dizer: “Mãe”. (a gente reclama, mas é bom demais)

– Brincar de esconde-esconde e vê-lo com metade do corpo para fora do esconderijo, certo de que está muito bem escondido.

– Brincar de carrinho subindo montanhas imaginárias, ou comer comidinhas que não existem. Entrar no mundinho particular deles!

– Fazer ao menos uma festa de aniversário dele no estilo “Mamãe que fez” e sentir orgulho de escutar que foi a melhor festa que ele já teve.

– Abraçá-lo com todas as suas forças na saída da escola. Em alguns anos, isso será considerado “pagar o maior mico com a galera”.

– Dizer “eu te amo” todos os dias! Para que nunca, sequer por um segundo, ele deixe de acreditar você estará lá sempre que ele precisar.

Beijos,

Fê!

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Crises de Desenvolvimento

Você sabia que existem os saltos de desenvolvimento? Entenda melhor e prepare-se para passar por eles.

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Período Simbiótico – 3 meses:

Para o bebê existe uma única palavra neste período “mamãefilho” é assim que eles entendem, como se fossem uma única pessoa. A partir dos 3 meses, o bebê passa a olhar no olho da mãe, começa a sorrir mais e imita alguns gestos. Especialistas dizem que é a partir deste momento que os bebês entendem que não está grudado na mãe, mas que está ao lado dela. Já entende que para ter o que necessita, é preciso chama-la para ter leite, colo ou fraldas limpas. Neste momento, bate a ansiedade. É como se o bebê pensasse que ninguém irá escutá-lo. Se o seu bebê estava super bem mas de repente parou de mamar, passou a acordar durante a noite chorando ou até mesmo têm ficado agitado durante o dia, converse com o pediatra. Outro sintoma desta crise é que parece que o bebê nunca está satisfeito com nada, se você dá a chupeta chora, não quer colo, berço, chão… Essa crise costuma durar 15 dias .

Triângulo Familiar entre 5 e 6 meses:

Entre os 5 e 6 meses começa a formação do triângulo familiar. Os primeiros 3 meses do bebê é um período em que nós mamães nos dedicamos inteiramente a eles. Estamos aprendendo muito, nos conhecendo e conhecendo nosso bebê. Por mais que queremos que os pais estejam envolvidos nos cuidados do bebê, eles ainda não tiveram uma relação simbiótica com o filho. Então, por volta do sexto mês de vida, o bebê, que já conhece a mãe, começa a reconhecer a figura do pai, dando início à formação do triângulo e da crise. Assim como nos primeiros meses, o bebê pode diminuir um pouco o apetite e ter transtorno de sono. É durante essa crise que nós devemos deixar que os laços entre pais e filhos se estreitem para que nossos filhos tenha uma relação de triangulo familiar, é importante “cortar o cordão umbilical” durante este período.Essa crise poderá ser confundida com o nascimento dos dentes, por isso temos que prestar atenção porque a dentição dói e deixa o bebê irritado.

A Crise dos 8 Meses – Fase da Angustia ou Separação:

A crise dos 8 meses, que também pode começar um pouco antes, acontece porque o bebê começa a perceber que ele e a mãe não são as mesmas pessoas, e isso lhe traz ansiedade e angústia. Há vários indícios de pesquisas que sugerem, quando o bebê chorar, de preferência a mãe que deve ir até o quarto e não o pai, pois isso lhe traz mais segurança.  É importante que o bebê veja a mãe ali, porque ao apagar as luzes e sair do quarto ele pensa que ela foi embora e nunca mais voltará e isso o deixa desolado. Com o tempo, eles irão perceber que as pessoas e os objetos continuarão existindo, mesmo estando fora do campo de visão deles, e a angústia da crise daseparação vai diminuindo. Existem objetos de transição, como uma naninha, por exemplo, que podem auxiliar o bebê nessa transição.

1 ano: Ambivalência Dependência/Independência:

Já nessa fase a criança está quase andando e quer ser independente, mas ainda precisa de colo. Ela quer explorar o ambiente, abre gavetas, tira tudo de dentro, mas ainda não vai muito longe da mãe. A crise se dá por essa vontade de ser independente e a necessidade de ser, ainda, dependente.Como todas as outras fases, o sono da criança pode ser alterado, o apetite aumentar ou diminuir e a criança poderá ficar mais agitada. É importante não forçar a criança a fazer algo, mas sim estimular. O cérebro e as pernas ainda não estão combinados, a criança quer, mas não consegue e isso lhe traz angústia.

Os Grandes Erros do Desfralde

Uma dos maiores anseios dos pais após os filhos completarem um ano de idade, sem sombra de dúvidas é saber a hora certa de fazer o desfralde.

Recebo muitas perguntas sobre o assunto e leio muitos questionamentos na rede sobre isso. O fato é, que sem sombra de dúvidas, cometer alguns erros nesse processo pode atrapalhar o desenvolvimento da criança para o resto da vida!
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Muito tem se falado sobre o cuidado ao desfraldar muito cedo, sobre os problemas do desfralde tardio, então hoje falo sobre os erros mais comuns cometidos por nós, pais, na hora de realizar o processo em casa!

– Antecipar o processo de desfralde:

Seu filho mal fez um ano e você já vai tirar as fraldas? Pense bem antes de fazer isso!
Somente após um ano e meio, o bebê tem a capacidade de controlar o esfincter anal. Do nascimento até mais ou menos essa idade a criança tem apenas capacidade de retenção, ou seja, de segurar as fezes e a urina e somente depois aprende a controlar a liberação deles.
Uma dica bem bacana que vi no Instagram da PsiMama é que se eu filho já souber pular com os dois pés, já consegue também controlar o esfincter urinário, ou seja, já está começando a se preparar para o desfralde!

 – Brigar Com a Criança:

Sim, nós sabemos que pocinhas de xixi pela casa não é legal, que seu sofá possivelmente será perfumado com esse cheirinho, mas brigar JAMAIS é a solução correta no desfralde. Um dos mantras desse processo é paciência, paciência e mais paciência! Não demonstre frustração ou insatisfação quando um desses acidentes acontecerem. O melhor a fazer é respirar fundo, explicar com todo amor do mundo onde a criança deve urinar ou evacuar e limpar a bagunça. Nessa hora vale pedir a ajuda do filho!

 – Não É Necessário Uma Festa:

A criança finalmente aprendeu como deve ser? Sim, nós mães faltamos soltar fogos! É comum explodirmos de felicidade, parece que retiram uma carga de 500 toneladas de nossas costas! Mas não é recomendado festa, aplausos e recompensas! A criança precisa aprender e principalmente entender, que desfraldar é um processo natural da vida e não que, se ela fizer daquela forma ganhará um presente! Por isso, vale sim dancinhas, aplausos e beijos, mas com moderação!

 – Ai, que preguiça:

Você tentou uma semana e não teve sucesso? A maneira mais eficaz de resolver isso é continuar tentando. Uma vez iniciado, é melhor não interromper o processo. Por isso, tantos debates e matérias sobre o assunto. Causar essa confusão na mente da criança, pode ser um dano sério, muita das vezes com problemas para o resto da vida. Se seu filho já dá sinais claros de que é hora de dar adeus às fraldas, arregace as mangas e vá a luta!

Beijos,

Fê!

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Horário de verão o sono do bebê

O horário de verão começou neste último sábado e já vejo algumas mães de cabelo em pé!

No post de hoje, vou compartilhar algumas dicas especiais para organizar a rotina sem muitos danos ao organismo dos pequenos, já que é comprovado que crianças menores de quatro anos sentem ainda mais o efeito da mudança do que os adultos.
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– Não tente mudar o horário de dormir de uma vez só!

O relógio biológico não está acostumado para essa brusca mudança! Crianças que dormem às 19/20h tendem a sofrer com a mudança no horário. Isso porque ainda estará claro e ela não vai querer dormir! Tente ajustar o horário durante uma semana, colocando 15 minutos por dia na diferença da hora de dormir!
 

– Use táticas especiais!

Tente passar a diminuir a rotina da casa a partir de um horário X. Dê banho, conte histórias, dê o jantar. Caso ainda esteja claro, tente escurecer o ambiente em que a criança irá dormir, causando o efeito de “noite”.
 

– Invista em relaxamento!

Que tal uma bela massagem antes de dormir? Ou um banho de banheira bem relaxante! Ou até mesmo uma música bem calma e baixinha! Esses serão artifícios que ajudarão o bebê a dormir melhor!
 

– Não elimine as sonecas

Achar que eliminando as sonecas o seu bebê terá sono a noite é ilusão! Ao fazer isso você deixará a criança mais irritada e cansada, podendo causar efeito contrário e enorme dificuldade de dormir, causando maior estresse!
 

– Fique atenta aos sinais de sono da criança! 

Mesmo que você faça a adaptação em 15 minutos por dia, pode ser que seu filho sinta sono um pouco antes. Se isso acontecer, tente colocá-lo para dormir antes e repita o horário no dia seguinte. Muitas crianças são bem adaptáveis e não sentirão tanta diferença com a mudança de horário. Pior será se elas passarem do ponto de dormir e entrarem em um ciclo de lutar contra o sono.
 
Por fim, não tenha pressa e faça a adaptação no tempo correto do seu bebê!

Beijos,

Fê!

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Show do Bita no Rio de Janeiro

Finalmente fomos ao Show do Bita e vamos contar tudo para vocês.

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O João é apaixonado pelo Bita desde muuuuuito pequenininho. E eu também sempre amei. Sempre achei as músicas e os clipes muito fofos, diferentes e, o mais importante, prendia a atenção do João!

A primeira vez que teve o show aqui no Rio de Janeiro, eu não consegui ir e fiquei super chateada.

Agora imagina a alegria da criança (no caso, eu mesma) quando o próprio pessoal do Mundo Bita convida a gente para ir no show deles aqui no Rio, semana passada, no dia das crianças. Sério, eu fiquei muito feliz. Eu fiquei mais feliz do que quando comprei ingressos para o show do Guns’n Roses. DE VERDADE!

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Fiquei mega ansiosa para chegar o dia. E aí que o João pegou gastroenterite 2 dias antes. No dia do show ele estava super abatido, porque não estava aceitando comer nada.

Como o show é curtinho, duro em cerca de 40/50 minutos, resolvi ir com ele para ele se distrair e finalmente ver o Bita de pertinho.

Posso falar? Não me arrependi em nada, pelo contrário.

Eu sou daquelas mães bobas que se emociona com tudo. Meus olhos ficaram cheios d’água olhando para o João assistindo ao show, vidrado.

Mesmo sem muita forcinha, ele às vezes queria ficar em pé, ensaiando uma dancinha. Depois voltava pro meu colo, sem desgrudar os olhos do palco.

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E eu olhava em volta e todas as crianças estavam apaixonadas, rindo, pulando, dançando. Sabe uma coisa que dá gosto de ver? Os pais com os olhos brilhando. Tinha um pai atrás de mim que cantava as músicas mais alto que as crianças, ele tava realmente muito feliz. E quando acabou, ele ainda disse: “ahhhh, não, Bita! A gente veio de muito longe ver você, não acaba agora não!”. Eu ri muito com ele.

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Obrigada, Bita, por ser tão especial na minha vida.

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Para quem quiser, terão mais dois show no Rio, ainda essa semana, nos dias 22 e 23 de Outubro, às 15h e 17h (são duas sessões por dia), no Teatro Clara Nunes – Shopping da Gávea.

O ingresso está 60 reais a inteira e 30 reais a meia (de 2 à 21 anos; estudantes; atores; maiores de 60 anos e professores da Rede Municipal). Vendidos na bilheteria do teatro ou pelo site https://goo.gl/8QIxVP

Obs: Crianças até 1 ano e 11 meses não pagam e ficam no colo.

Se seu filho gosta de Bita, como o meu, não perca essa oportunidade. De verdade!

Beijos,

Fê!

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