Especialistas da NotreDame Intermédica alertam sobre distúrbios emocionais gerados durante e após a gravidez

Alterações emocionais na gravidez são normais, mas podem e devem ser controladas.Falar sobre os sentimentos e jamais usar ou suspender medicações sem orientação médica são algumas das dicas.

De cada 100 mulheres grávidas, 10 a 20 são acometidas pela depressão. Mas, afinal, como evitar ou amenizar os distúrbios emocionais, entre outras alterações geradas pela mudança de vida com a chegada do bebê? A psicóloga Karen Valeria da Silva e a obstetra Dra. Daniela Leanza, que integram o corpo clínico da NotreDame Intermédica esclarecem estas dúvidas.

De acordo com as especialistas,  a gestação é um momento de importantes reestruturações na vida da mulher e nos papéis que exerce. Mais do que isso, é um momento de preparação psicológica para a maternidade. “Trata-se de uma fase onde é preciso reajustar seu relacionamento conjugal, sua situação socioeconômica e suas atividades profissionais. E isso não é nada fácil. Muitas vezes, a gestante ‘se vê’ sozinha em diversas situações e acaba por entrar num processo gradual de depressão que tende a piorar no pós-parto”, analisa a psicóloga Karen Valeria da Silva.

Além das mudanças psicológicas, ocorrem as transformações hormonais e metabólicas que, muitas vezes, culminam em sensação de fragilidade, preocupações excessivas com a gravidez e saúde do bebê, responsabilidade, insegurança, medo, e alterações de humor que variam entre momentos de felicidade, tristeza e angústia.

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Depressão

Apesar de atingir de 10% a 20% das mulheres grávidas, ainda não se sabe exatamente o que causa a depressão na gestação. Contudo, deve-se atentar para alguns fatores de risco que indicam mais chances para o distúrbio. Os mais comuns são histórico de depressão, problemas conjugais, condições socioeconômicas baixas, experiências traumáticas no período gestacional, gravidez indesejada e até mesmo predisposição genética.

Entre os sinais e sintomas, são comuns alterações no hábito alimentar – redução ou aumento do apetite – e alterações no sono – ou sonolência excessiva ou insônia -, diminuição da libido, falta de energia e fadiga, perda do prazer pelas atividades que gosta, sentimentos de culpa, inutilidade ou pânico, pensamentos suicidas, tristeza, infelicidade e choro fácil.

Os sintomas da depressão podem afetar o comportamento da gestante trazendo consequências futuras ao feto.

Algumas pacientes acabam se isolando socialmente, faltam nas consultas de pré-natal e não seguem as orientações médicas, podendo iniciar ou aumentar o consumo de  álcool, tabaco e drogas que podem  trazer consequências como alteração no desenvolvimento do feto, aborto espontâneo, parto prematuro, baixo peso ao nascer, bebês com problemas de sono e também o maior uso de UTI neonatal.

A depressão pode ser tratada com o uso de medicação, porém é preciso avaliar o risco-benefício do uso de psicoterapêuticos. “Se a mulher já usava um antidepressivo antes da gravidez, o médico deverá avaliar a continuidade do tratamento ou a troca da medicação. Podem ser considerados também os tratamentos alternativos, como sessões de relaxamento e o uso de fitoterápicos”, explica a Karen Valeria da Silva. Também é imprescindível o acompanhamento psicoterapêutico que poderá auxiliar na identificação dos gatilhos e fornecer ferramentas de enfrentamento.

Depressão pós-parto

A depressão pós-parto pode ocorrer logo após ou em até um ano após o parto. Seus sinais e sintomas ocorrem quase todos os dias e vão do sentimento de tristeza ou desespero constante, perder o interesse ou não sentir prazer na maioria das atividades diárias, alterações de humor, ansiedade e excesso de preocupação, e até pensamento de morte nos casos mais graves.

Oficinas de Saúde

Estes cuidados foram apresentados durante o dia 4/5 como parte do projeto “Oficinas de Saúde”,promovido mensalmente pelo Grupo NotreDame Intermédica. Nestas oportunidades, beneficiários e convidados participam de palestras com especialistas em diferentes áreas. A próxima Oficina de Saúde está programada para dia 6/6 e será sobre obesidade x qualidade de vida, com o tema “Não deixa a obesidade virar um peso na sua vida”.

Compartilhando e incentivando hábitos saudáveis

O Grupo NotreDame Intermédica mantem em seu canal no Youtube diversos vídeos com dicas e orientações valiosas que visam melhorar a qualidade de vida e auxiliar na prevenção de riscos e doenças da população em geral, além de campanhas e vídeos institucionais.

Site: www.gndi.com.br

E vocês, o que acharam?

Beijos,

Fê!

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Sobre o amor de mãe

Quando você não é mãe não entende muito o que quer dizer ‘que filhos trazem sentido a vida’.

Eu pensava: Eu amo a minha vida. Não preciso de uma criança para me trazer sentido.

Veio a gravidez, fiquei extremamente feliz durante a gravidez inteira. Amava minha barriga, achava que já amava meu filho.

A verdade é que eu não sabia nada sobre a vida e absolutamente nada sobre o amor.

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Eu não tive aquele insight que todo mundo tem quando o filho nasce. Não tive aquele amor, não chorei, não me emocionei. Quando a médica me mostrou o João, parecia que eu estava conhecendo um bebê de outra pessoa. Eu pensei: “ah, tá. Esse é o João”. Não tive aquele instinto de querer pegar no colo. Só beijei porque a enfermeira falou para eu dar um beijo.

Me senti muito culpada por isso.

Admiro muito as mães que se emocionam na hora do parto, admiro de verdade, acho lindíssimo. Mas se após ler isso aqui, você vier para mim e falar: “Nossa, me apaixonei assim que vi meu filho pela primeira vez, me emocionei deee-mais”, saiba que eu vou te ‘odiar’ muito. Porque minha culpa já me basta e não preciso de ninguém jogando isso na minha cara. Além do queeeeee….você não ganha nada se gabando com isso.

Quando o João foi para o quarto, eu fui amamentar pela primeira vez na minha vida. Era meu sonho amamentar. Aí minha primeira impressão foi: “ah, então é isso que é amamentar?”

E aí veio a noite. E me peguei vendo se ele estava respirando ainda. Me peguei acordando meu marido (eu não conseguia levantar sozinha) para ele ir ver se o João estava respirando.

No dia seguinte, quase de tarde, fui amamentar ainda na maternidade e ao colocar ele para arrotar, tirei uma selfie nossa. Ele parecia ser do tamanho do meu ombro, era a coisa mais linda. É a minha foto preferida de nós dois. Ele era meu. Saiu de mim. Era tudo que eu tinha ali. E eu era tudo que ele tinha ali.  (Essa ainda é a minha posição favorita com o João, tinha muito medo que ele crescesse e não ficássemos mais assim, mas a expressão ‘o filho nunca é grande o suficiente para o colo de uma mãe’ é tão verdade, que nós ficamos assim o tempo todo).

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Fomos para a casa e aí eu amamentava segurando a mãozinha dele. Às vezes ele me olhava enquanto mamava e era a coisa mais linda da vida. A gente ficava assim se olhando. Depois ele aprendeu a colocar a mão no meu peito enquanto mamava e essa é a minha melhor lembrança da amamentação.

Vieram as doenças (todo bebê fica doente, mais do que normal) e eu me peguei querendo trocar de lugar com ele, só para não o ver abatido. É engraçado dizer, mas eu me sentiria melhor se fosse eu a doente.

Comemorei quando ele descobriu a mão, quando ele deu a primeira gargalhada dele, comemorei quando ele virou sozinho, quando ficou de bruços sustentando a cabeça, quando sentou sozinho, chorei copiosamente no consultório da pediatra quando parei de amamentar, mas aí logo depois comemorei que ele engatinhou, o primeiro dentinho, a primeira vez que ele andou. E são mais de 2 anos comemorando cada conquista dele, cada conquista nossa.

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Hoje o João me faz sentir a mulher mais linda e importante desse planeta. Porque, para ele, eu sou a mulher mais bonita e importante desse planeta. E não importa que eu esteja acima do peso, não importa que eu tenha mil defeitos. Para ele, realmente isso não importa, ele não tá nem aí para isso.

E como ele me faz sentir linda? Quando eu estou me vestindo para sair, colocando um vestido qualquer, e ele me olha e grita com surpresa: “MAMÃE, QUE LIIIIIINDA”.

E como ele me faz sentir importante? Quando ele acorda e a primeira pessoa que procura sou eu. Quando ele está dormindo, escuta minha voz (dormimos os três juntos na cama) e fica me procurando com os pés enquanto os olhos ainda estão fechados. Quando ele dorme no meu colo, me envolvendo toda.

E, principalmente, quando ele diz “Te amo, mamãe”. Como eu disse lá em cima, eu nunca soube nada do que é a vida, nunca soube nada do que é amor. Eu sempre achei que soubesse, mas eu estava completamente enganada.

Eu nasci junto com o João. Nós fomos construindo aos poucos esse amor, esse amor louco, estarrecedor.

Você pode ter se apaixonado pelo seu filho no primeiro segundo e se isso aconteceu, acredito ter sido a melhor sensação do mundo.

Mas se essa paixão não veio no primeiro momento, não se culpe, não se preocupe. Ela virá e será tão maravilhoso quanto. O momento do parto envolve muitas coisas, são muitos sentimentos envolvidos e não conseguir entender o que realmente está sentindo não é nenhum pecado e nenhum erro grave.

Beijos,

Fê!

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Como o bebê desenvolve os cinco sentidos?

Você sabia que os cinco sentidos do bebê são desenvolvidos em sua maioria ainda durante a gravidez? O bebê aprende, reage e amadurece os sentidos para sentir o mundo exterior.

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E quando se desenvolvem os sentidos?
Paladar – O paladar começa a ser desenvolvido na oitava semana de gravidez, quando o feto já consegue “sentir” os sabores do líquido amniótico. Ao nascer, já pode distinguir o que é doce, acreditam?
Mas somente aos seis meses de vida é que o paladar começa a ficar refinado e eles passam a diferenciar doce, salgado, amargo e azedo, por conta da introdução alimentar.
Olfato – O olfato se desenvolve a partir da vigésima oitava semana de gestação e o primeiro cheirinho a ser reconhecido pelo bebê é o do útero. Depois, ao nascer começa a reconhecer novos cheiros e como seu sistema respiratório ainda está em desenvolvimento, pode ocasionar uma alergia ou outra.
Visão – A visão é o último sentido a se desenvolver e assim que o bebê nasce ele ainda não enxerga bem. Recém nascidos enxergam a vida toda embaçada, mas isso não impede que eles aprendam características essências para a sobrevivência como rosto da mãe e o “mamá”. Já com um mês começam a enxergar com 30 cm de distância, aos seis meses já olham para os lados. Já com 12 meses começam a distinguir as cores e finalmente aos 18 meses começam a se aproximar do que seria uma visão adulta.
Tato – O tato é o primeiro sentido a ser desenvolvido, aparecendo entre a quinta e sexta semana de gestação. As primeiras áreas a terem sensibilidade são lábio e nariz e após a décima segunda semana, o feto já pode “sentir” o corpo todo. Por isso é tão importante toques na barriga, carinho e muito amor enquanto se espera o bebê!

E é uma delícia poder acompanhar esse desenvolvimento, essas descobertas. A gente morre de amor, morre de orgulho, morre de felicidade e continua vivendo.

E o que acharam do post? Deixem seus comentários 😉

Beijos,

Fê!

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Conheça o passo a passo para planejar a gravidez

Cada vez mais os casais têm planejado com calma a chegada do bebê e nesse post damos um passo a passo desse planejamento

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A fase de planejamento da gravidez pode ser tão prazerosa quanto a gestação em si. Esse deve ser um momento de descobertas tanto da futura gestante quanto do parceiro, compreendendo, antecipadamente, todas as etapas da gravidez. Antes mesmo de procurar um médico obstetra, o casal pode buscar as primeiras informações por materiais instrutivos como e-book, blogs de clínicas especializadas, livros e outros.

Avaliação pré-concepcional

Após obter as primeiras informações sobre o planejamento da gravidez é comum surgirem diversas dúvidas e neste momento é indicado procurar uma clínica de obstetrícia e um médico especializado que irá acompanhar toda a gestação.

Além das dúvidas, comuns nesta fase, a futura gestante poderá aproveitar a visita ao médico para uma primeira rodada de exames, chamada de avaliação pré-concepcional, consiste em identificar pressão, diabetes, doenças sexualmente transmissíveis e outras condições da saúde do casal que podem influenciar a gestação.

É comum que, dado o interesse em engravidar, o obstetra indique o início da ingestão de ácido fólico e vitaminas, que ajudarão a preparar o organismo da mulher para a gestação.

Hábitos saudáveis e vacinas

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Ao iniciar as tentativas de engravidar é importante que a mulher verifique se todas as vacinas estão em dia, garantindo que não haverá nenhum problema durante a gestação, principalmente de doenças que possam afetar o desenvolvimento do feto.

Manter hábitos saudáveis também é importante neste momento, o que inclui desde a realização de atividades físicas leves até outros, como:

  • Manter uma dieta balanceada;
  • Parar de fumar ou evitar exposição à fumaça do cigarro;
  • Não ingerir ou diminuir o consumo de bebidas alcoólicas;
  • Manter boas noites de sono etc.

Com esses cuidados as chances de engravidar aumentam, assim como as chances de uma gestação saudável e sem complicações.

Avaliação de histórico familiar e idade limite para engravidar

O histórico familiar e a idade da mulher são aspectos importantes e que devem ser conversados com o obstetra antes de engravidar. Por exemplo, mulheres com histórico de familiares que apresentaram problemas na gestação, como diabetes gestacional, devem informar o médico sobre essas ocorrências.

Não existe uma idade limite para engravidar, entretanto, a partir dos 35 anos os óvulos liberados podem ter uma qualidade menor, gerando uma dificuldade em engravidar após essa idade em algumas mulheres, sendo importante conversar com o médico sobre esse assunto.

Mudanças no corpo

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As mudanças hormonais e físicas causadas pela gravidez é uma realidade e devem ser avaliadas pela mulher desde o planejamento da gestação. O obstetra poderá dar alguns indícios sobre o que esperar, e-books profissionais também abordam essas mudanças, mas o importante é que haja um preparo psicológico do casal.

Limitações durante a gestação

Com tempo para planejar a gravidez a mulher também pode se informar antecipadamente sobre as limitações desse período, como alimentação, até quando é possível dirigir ou viajar, até quanto poderá continuar trabalhando, entre outras informações que a ajudarão a se planejar melhor para a chegada do bebê.

Quer planejar a gravidez passo a passo? Baixe o e-book “Planejando a Futura Gravidez”, tire suas dúvidas e procure um médico de confiança.

Agora é só aguardar a chegada do positivo.😉

Esse post foi desenvolvido especialmente para o nosso blog pela Clínica Bedmed.

Beijos,

Fê!

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Enxoval para dois: a escolha de itens neutros e duráveis gera economia na chegada segundo filho

Para economizar e garantir que tudo caiba no orçamento da família, alguns itens do mais velho podem ser utilizados pelo caçula. Amanda Teixeixa, da área de desenvolvimento da Tutti Baby, traz algumas dicas para quem pensa em aumentar a família sem extrapolar nos gastos.

A missão parece quase impossível: escolher todos os itens do enxoval, acertar nos melhores modelos de carrinho, cadeirinha para automóvel e outros itens, de acordo com a vida familiar. Depois de todo o trabalho para montar o enxoval do primeiro filho, o casal começa a planejar a chegada de um irmãozinho e a saga recomeça. Mas com algumas escolhas certeiras, os itens do primogênito podem ser reutilizados pelo caçula.

Amanda Teixeira, da área de desenvolvimento da Tutti Baby, explica que basta pensar com cuidado em alguns detalhes que a economia será certa. “Hoje o mercado conta com uma série de opções de peças que podem ser reutilizadas e que contam com alta durabilidade. Essas devem ser as escolhas de quem quer economizar sem abrir mão de conforto e segurança”, afirma.

Cores e estampas
A primeira dica da profissional é pensar nas cores e desenhos dos tecidos que irão acompanhar os carrinhos de passeio, a cadeirinha do carro ou o bebê conforto. “O xadrez, por exemplo, é um clássico e pode ser substituído pelos tradicionais rosa e azul. Outras cores, como o jeans, que é super moderno, e as estampas de estrelas com fundo cinza também são as nossas sugestões para o enxoval compartilhado”, sugere.

 
Durabilidade e higiene
Criança se suja, aprende a comer derrubando a papinha e isso é totalmente normal. Por isso, para que as peças tenham vida longa, é importante optar por tecidos laváveis. “Outros detalhes, como a estrutura do carrinho ou o tipo do plástico da banheira também devem ser observados. Com um pouco de cuidado, eles terão vida longa”, explica Amanda.

Produtos dobráveis e fáceis de armazenar, como o trocador, passam um filho para o outro
Clique para ver maior | Imagem: Divulgação

banheira com trocador tutti baby mãe não dorme

Produtos dobráveis e fáceis de armazenar, como o trocador, passam de um filho para o outro Imagem: Divulgação

Fácil de guardar
Por último, é importante avaliar se as peças que serão compartilhadas poderão ser armazenadas facilmente. A profissional da Tutti Baby explica que carrinhos trocadores dobráveis são fundamentais. “Assim, mesmo que o próximo filho demore um pouco a chegar, as peças estarão bem guardadas. O ideal é que estejam dentro de plásticos e em locais fechados, para evitar o acúmulo de pó. Aliás, mais um ponto para os tecidos laváveis, que estarão novinhos em folha para a nova missão assim que o segundo bebê chegar”, completa.

cadeira safety confort tutti baby mãe não dorme

Tecidos removíveis e laváveis são fundamentais para garantir a higiene da cadeirinha ou bebê conforto | Imagem: Divulgação

Agora, com menos uma preocupação na cabeça, é só curtir a chegada do mais novo bebê em casa ❤

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Fê!

Curso de Gestante no Rio de Janeiro

Desembarca agora em Outubro o Sempre Materna, referência em curso de gestante

Um dos motivos de ter criado esse blog é que eu percebi o quanto ficamos perdidas quando engravidamos pela primeira vez.

É tudo novo, você não sabe nem por onde começar. Lembro de ter ido na feira da gestante a primeira vez e não fazer a menor idéia do que teria que comprar, do que realmente usaria, do que não podia deixar de ter e como usaria essas coisas. E os nomes? Gente, só fui saber a diferença de cueiro para manta depois que o João nasceu. Pagão então… Eu pesquisei esses ítens diversas vezes na internet e não conseguia entender (me julguem rs).

Eu não tinha noção de como cuidar de um bebê, de como trocar uma fralda, de como eu teria que cuidar do umbiguinho dele, dar banho, amamentar, etc. Me peguei chorando diversas vezes por ter medo de não dar conta, pois um serzinho dependeria de mim e eu não saberia o que fazer.

Queria muito fazer um curso de gestante. Senti muito a necessidade disso, para ter uma luz, uma orientação. Cheguei a pesquisar alguns cursos, não encontrei muitas opções no Rio de Janeiro. Os que eu achei ou eram absurdamente caros ou o conteúdo não me interessava por completo.

Foi aí que resolvi me virar sozinha. Comprei livros, revistas, fiz imensas pesquisas na internet e resolvi criar o blog para ajudar, pelo menos um pouquinho, à outras mulheres grávidas e perdidinhas como eu.

gravida confusa

Mas eu senti muita falta de um curso desses. Não só porque teria me poupado muito tempo, mas também que eu sentia que faltava muita coisa que eu precisava aprender e que eu nem sabia o que era. Tudo bem que a gente acaba aprendendo no dia a dia, mas aprende na marra e, além de ser bem mais difícil, às vezes só aprendemos depois, daí fica de ensinamento para um possível futuro filho. Passei muito perrengue.

Quando a Sempre Materna me procurou semana passada, eu fiquei super feliz. Primeiro porque fechamos uma parceria e eles estarão no nosso encontro de mães (postei tudo sobre o encontro aqui, vem ver).

Depois fiquei mais feliz ainda em saber que eles estão trazendo os cursos deles (que são de um valor super acessível) para o Rio de Janeiro que considero ser tão “pobre” em eventos e cursos materno-infantis. É muito bom saber que isso está mudando, vocês não imaginam o quanto fico feliz.

curso de gestante sempre materna

A Sempre Materna é uma famosa grife de cursos e já formou mais de 10 mil gestantes, papais, vovós e cuidadores.

Serão abordados tema como terceiro trimestre da gestação, troca de fralda, banho do bebê, higienização umbiguinho, aspectos emocionais na gestação e a participação do papai na jogada são alguns dos temas abordados nos cursos, que também reservam espaço para outros importantes assuntos como amamentação, volta ao trabalho, estimulação infantil e a postura da vovó em tempos modernos.

Isso é fantástico. Eles preparam as vovós também para a chegada dos netinhos. Pode parecer besteira, pois elas são nossas mães, logo têm experiência. Mas não é besteira, não.

A minha mãe ficava possessa da vida quando eu não seguia o que ela falava, dizia que na época dela tudo isso funcionava e que eu era “mãe de google” (exatamente assim que ela me chamava).

O que eu tentava explicar é que ela foi mãe há quase 30 anos, muita coisa mudou nesse tempo. O cenário mudou, a medicina mudou, novos estudos foram realizados, novos produtos foram inventados. Então o que antes era a verdade absoluta, hoje já não faz mais sentido.

Uma das nossas maiores discordâncias, por exemplo, era que ela dizia que eu tinha que segurar o seio como uma pinça para amamentar. E logo na maternidade a enfermeira me aconselhou a não pegar como uma pinça e me ensinou a pega correta. Pois assim o meu filho pegaria o bico corretamente e eu não teria problemas na amamentação. Mas minha mãe nunca aceitou isso, falava que eu preferia acreditar no que lia na internet do que nela e até ficava ressentida com isso.

Por isso acho tão importante esse curso para vovós, também. Talvez se minha mãe tivesse o feito, não tivéssemos passado por alguns desentendimentos.

As turmas no Rio de Janeiro serão nos dias 21 e 22 de outubro de 14h às 18h no espaço da livraria Sabor Literário, no Leblon (Rua Conde de Bernadotte, 26 – loja 126).

Quem participar do curso receberá como brinde um mini ensaio fotográfico, com direito a uma foto em alta resolução, ganhará uma bolsa recheada de mimos e produtos para a mamãe e o bebê e participará também de sorteios que serão feitos no dia.

E o mais legal é que euzinha estarei lá recepcionando as futuras mamães, papais e vovós.

curso de gestante no rio de janeiro

Programação:

14h – Terceiro Trimestre da Gestação & Aspectos Emocionais;

15h – Pausa Café (que está incluso) + Ensaio Fotográfico;

15h30  – Amamentação & Clube da Vovó Sempre Materna;

17h15 – Cuidados com o Bebê: troca de fralda, banho e higiene do coto umbilical.

As vagas são limitadíssimas, então não deixe pra última hora.

Investimento por gestante: R$ 190,00.

Acompanhante: R$ 60,00

E o mais legal, quem falar que é leitor aqui do blog, tem desconto de R$60,00. Adorei!

Mais informações: 0800 0310308.

Whatsapp: (21) 97634-0218

E-mail: semprematerna@semprematerna.com.br

Espero que tenham gostado e aguardo vocês lá nesse curso que é muito mais do que um simples curso de gestante 😉 Mais um projeto que sinto muito orgulho em fazer parte.

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Beijos,

Fê!

E como fica o relacionamento depois do nascimento do filho?

Antes de imaginar engravidar, eu reparava uma coisa que não conseguia entender. Assim que o bebê nascia, muitos casais se separavam. Pra mim, não fazia o menor sentido. Depois que eles se completam, eles resolvem se separar?!

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Aí quando fiquei grávida, achava que era porque os casais tinham opiniões diferentes na criação dos filhos e falava o tempo todo com meu marido que não teríamos isso, que criaríamos o João em comum acordo e que jamais discutiríamos na frente dele.

De fato não discordamos em nada na criação dele até agora. Tudo que fazemos, concordamos entre si e quando não concordamos, tentamos conversar sobre isso numa boa.

O problema todo é que nao é só isso. Na verdade, isso é só 1% dos motivos das desavenças pós filhos.

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Quem diz que a vida do casal não muda depois dos filhos, está totalmente enganado.

Muda sim e muda tudo. As crises pós nascimento do filho são mais comuns do que se possa imaginar.

Tem gente que consegue lidar bem com isso, umas mais ou menos e outras não conseguem e é por isso que o relacionamento acaba.

No meu caso, não soube lidar muito bem, tivemos uma crise bem grande e não nos dávamos conta que estávamos passando por uma crise.

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O que aconteceu comigo foi assim:

Quando o João nasceu, meu marido tirou férias porque a licença RÍDICULA de 5 dias para os pais é uma piada. E juro que se ele não tivesse tirado férias, nem sei se teria conseguido, mesmo tendo ficado os 10 primeiros dias na casa da minha mãe com ajuda de muita gente.

Nós estávamos totalmente exaustos, acho que nunca me senti tão cansada quanto fiquei no primeiro mês de vida do João. Além de exaustos, nós estávamos inseguros, todos os dias eram completamente novos e a gente não sabia como lidar com isso.

E não era só isso. Meu humor estava completamente em oscilação, uma hora eu estava ótima e do nada começava a chorar. Chorava porque me achava feia, porque me achava incompetente, porque estava cansada, por tudo. Depois, mais pra frente, descobri que é normal essa depressãozinha depois do parto, quase todas as mulheres tem. Não chega a ser uma depressão pós parto daquelas que precisa de tratamento. Geralmente, ela some sozinha depois de alguns dias.

Nós que nunca fomos de brigar, discutíamos o tempo inteiro por coisas tão banais que nem lembro mais os motivos das brigas. A gente estava mal se falando.

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Era tão notório que um dia a minha mãe passou aqui e percebeu esse clima no ar, chamou a gente pra conversar, brigou com a gente, disse que agora tínhamos que nos unir (não lembro muito bem o que ela disse porque eu só sabia chorar nessa hora) e mandou a gente dar um abraço. Isso, ela fez que nem mãe quando está separando briga de irmão. rsrs.

Antes do João nascer, a gente nunca dormia brigado, nunca deixávamos de dar beijo de boa noite e dizer “eu te amo”. Me peguei indo dormir brigada com ele inúmeras vezes depois do nascimento do João.

Quando as férias do meu marido terminaram, as coisas por aqui pioraram.

Porque na cabeça dele (e de todos os outros maridos), ele passava o dia todo trabalhando, ele estava cansado. Eu ficava o dia todo em casa, tô descansada. Só que toda mãe que fica em casa sabe muito bem que é totalmente ao contrário. Dar conta da casa e do filho é mais cansativo do que trabalhar fora. Tanto que eu repito sempre que depois que voltei a trabalhar, me sinto muito menos cansada do que quando ficava 24h com o João em casa.

E já da minha parte o que rolava é que eu ficava o dia todo com o João, era totalmente estressante e cansativo. Ia chegando a noite e o João ia ficando insuportável, porque todo bebê pequenino luta muito com o sono. Eu ficava doida pro meu marido chegar, pra me ajudar. Por vezes briguei feio com ele porque ele demorava pra chegar, ficava trabalhando até tarde e não vinha pra casa ajudar com o João.

E quando ele pintava na porta, eu praticamente jogava o João no colo dele como que diz “toma que agora é teu”. Eu realmente estava muito cansada e só conseguia tomar banho e, às vezes, até fazer xixi quando ele chegava em casa.

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Isso fazia com que não conversássemos e quando a gente se falava era pra brigar.

Fomos ao fundo do poço como casal. E não conseguíamos enxergar isso.

Eu me sentia sufocada, tinha vontade de gritar e gritar com ele.

Chegamos a terminar algumas vezes, mas morando na mesma casa, porque tinha o João e agora não é mais tão simples terminar um relacionamento, pois tem uma criança envolvida. Os términos não duravam muito e sempre acabávamos voltando porque a gente percebia que sofria mais não estando “junto” do que estando junto e brigando.

Conversamos muito, por diversas vezes e resolvemos que íamos tentar, que era díficil mesmo essa fase que estávamos passando com o João e que iríamos passar por isso juntos, um ajudando o outro.

E foi isso que fizemos. O João foi crescendo, foi ficando mais fácil de lidar com o João, minha licença maternidade acabou, voltei a trabalhar. E voltando a trabalhar, pude respirar novos ares, não me sentindo tão estressada. Aí assim as coisas foram melhorando.

E estamos aí, juntos, nós três. E o João está prestes a completar 1 ano.

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Foto: Dave C

Para você que levou de boa essa fase dificil para o casal que é o nascimento do filho, meus parabéns, te admiro demais. Demais mesmo. Queria que comigo tivesse sido assim.

Mas não foi.

E, pra quem não tem levado tão de boa, assim como eu, meu conselho é TENTE. Tente um bom relacionamento, até o último segundo tente. Porque realmente é só uma fase, não deixe o cansaço te vencer, não deixe que essa dificuldade acabe com seu relacionamento. Na maioria das vezes vale a pena a tentativa.

Mas se você tentou até se esgotarem as suas forças e mesmo assim não deu. Ok, não deu. Melhor assim até. Uma porta tem mesmo que se fechar para outra abrir. Uma vez me disseram uma coisa que jamais vou esquecer: Deus nunca tira algo de nós com uma mão, sem ter algo melhor para nós em outra mão. E é bem assim que penso. Essa é a minha filosofia de vida.

Força, minha gente. Muita força. 😉

Beijos,

Nanda

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