Pobre fazendo Pobrice em livre demanda

Mulher critica em rede social uma foto de uma mãe amamentando: ‘Pobre fazendo pobrice’

Sabe, eu sempre levei o ato de amamentar de forma muito natural.

Não, natural, não. Na verdade, antes mesmo de ser mãe eu sempre achei DIVINO o ato de amamentar, sempre admirei essa troca de amor, essa troca de olhares, sempre quis passar por isso na vida.

Quando fiquei grávida, uma das minhas maiores angústias era a de não poder amamentar. Ainda no hospital, quando só tinha colostro, eu chorei. Chorei com medo do meu leite descer. Mas desceu!

E foi MUITO dificil, mas eu sempre AMEI amamentar. E amamentava aonde dava. Já amamentei literalmente no meio da rua. Era dia de votação, a rua estava fechada, eu estava lá conversando com uns amigos em frente a um bar, o João quis mamar, não tinha lugar no bar, eu pedi uma cadeira, coloquei uma cadeira no meio da rua e amamentei ali!

Juro, nunca me senti reprimida ou senti qualquer olhar de reprovação pra mim.

Não sei se era tão natural pra mim, que eu nem notava qualquer tipo de reprovação ou se realmente tive sorte.

Só sei que de uns tempos pra cá, eu tenho ficado chocada com as atitudes das pessoas.

Nessa semana, uma polêmica tomou conta da internet. Uma universitária (sim, não é nenhuma pessoa sem instrução) postou uma foto de uma mulher amamentando em uma bicicleta e começou a criticar a amamentação em público dizendo coisas absurdas como “pobre fazendo pobrice”. Veja o comentário completo:

pobre fazendo pobrice

pobre fazendo pobrice amamentação

Sabe o que me deixa mais triste? É que esse comentário partiu de uma mãe.

Eu sou mãe, não amamento mais. Mas quer saber? Se amamentar é coisa de pobre, eu nunca desejei tanto ser pobre “novamente”. Porque eu sinto uma saudade gigante de amamentar o João.

Mas infelizmente, ela é só uma em milhares de pessoas que acham amamentação nojento, vulgar. As pessoas estão prontas para verem peitos de fora durante o carnaval ou na novela, porém se chocam ao ver uma mãe amamentando.

Amamentar é lindo, é vida dando vida. E mais do que lindo, é super saudável.

O Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde recomenda a amamentação em livre demanda até os 6 primeiros meses de vida. Além disso, recomenda a amamentação até pelo menos os dois anos de idade.

Então, não deixem que ninguém te desencoraje a amamentar até quando você e seu filho quiserem. Até quando acharem que é a hora de parar.

Mas, como dizem, há males que vem para o bem. E essa polêmica encorajou muitas mulheres a postarem fotos nas redes sociais amamentando com legendas do tipo “pobre fazendo pobrice”.

E antes de tudo isso ocorrer, eu já estava com o projeto chamado Mamaço Carioca, nele eu quero conscientizar a população sobre esse ato de amor, quero reunir várias mães que irão amamentar ao mesmo tempo e fazer uma foto histórica (fotografia vai ser da empresa Joaninha Fotografia) num dos cartões postais do Rio de Janeiro.

MAMAÇO

Mais do que isso, quero aproximar mães. Então, mães que não amamentam mais, mas apóiam a amamentação são muito bem vindas. Precisamos de incentivo, precisamos mostrar para todas as pessoas a importância da amamentação tanto para o bebê, quanto para a mãe.

E para tornar essa manhã, mais agradável ainda, após o mamaço, a equipe dos Fabulosos vão fazer atividades bem legais com as crianças que forem ao local.

O mamaço vai ocorrer dia 22/11 às 9h na Lagoa (Parque dos Patins). Clicando aqui, você confirma a presença no evento do Facebook e ainda pode convidar todas as suas amigas mamães (que amamentam ou não).

Vamos juntar um monte de pobre e vamos fazer uma pobrice linda? Espero vocês lá.

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Para falar comigo, meu e-mail é maenaodorme@gmail.com

Beijos,

Fê!

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Principais dúvidas sobre amamentação

Eu já tinha comentado aqui no blog sobre a minha (maravilhosa) experiência em amamentar o João.

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Nesse post mencionei que na gravidez assisti muitos vídeos sobre o assunto. Vídeos esses que me ajudaram a ter uma noção, mas que não me ajudaram muito. A maioria das coisas aprendi com o dia a dia. Se acontecia alguma coisa, procurava me informar. Ah, as enfermeiras da maternidade em que o João nasceu, a Casa de Saúde São José , foram importantíssimas no início do meu aleitamento, me ajudaram muito, me deram dicas valiosas.

Eu brinco que sou ativista da amamentação. Não sou neurótica com isso, mas acho que todas as mulheres do mundo deveriam passar por essa experiência inexplicável, pelo menos uma vez na vida. Faz bem à você, ao seu filho e ao elo, a relação entre vocês dois. É uma delícia.

E hoje resolvi compartilhar com vocês esse maravilhoso vídeo da consultora em amamentação da Lansinoh, Aline Daniele Jafet, sobre as principais dúvidas sobre amamentação, tais como: pega e posições.

Queria eu que durante a minha gravidez tivesse um vídeo maravilhoso como esse. Todas (todas mesmo) as dúvidas que ela tirou durante o vídeo, eu tive antes e durante a amamentação. Coisas que me ensinaram errado e que eu fui descobrindo que era errado, fui aprendendo com o erro.

Então recomendo assistir o vídeo até o final porque tenho certeza que vai esclarecer muita coisa.

Sobre a Aline Daniele Jafet:

Baby Planner certificada internacionalmente pela IMI – International Maternity & Parenting Institute
Doula pós- parto certificada pelo GAMA – Grupo de Apoio à Maternidade Ativa
Educadora Perinatal certificada pelo GAMA – Grupo de Apoio á Maternidade Ativa
Consultora em aleitamento materno pela Lansinoh e certificada pela Casa Curumim

O que acharam do vídeo? Deixem seus comentários sobre o vídeo, se ainda restou alguma dúvida, deixe também que tentarei responder todas.

Beijos,

Nanda

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Ser mãe, o papel mais difícil e intenso que exerci

Eu adiei ao máximo em escrever esse post porque tinha certeza que iria me afogar em lágrimas. Simplesmente falar da maternidade, do meu filho me fazem chorar e eu não faço idéia do motivo.

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Sabe, ano passado foi meu primeiro dia das mães. Eu estava grávida e já me sentia mãe, mas eu não fazia idéia do que era ser mãe, do quão intenso é ser mãe. Eu tinha tanto medo de não dar conta e, meu Deus, eu consegui. Eu simplesmente consegui dar conta de ser mãe. E eu sei que não sou a melhor mãe do mundo, mas eu tento todos os dias, tudo que eu faço na vida, por menor que seja, é pensando no meu filho. Ele me faz querer ser uma pessoa melhor todos os dias.

Então respire fundo porque você vai ser mãe pelo resto da vida.

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Eu não sei nem explicar direito.

Foi um ano muito difícil. Ser mãe foi a coisa mais difícil que me aconteceu na vida porque não tive a opção de desistir, de dar uma pausa. É isso e vai ser pra sempre isso.

Milhares de vezes eu tive vontade de chutar o balde e sumir, mas não pude porque meu filho depende 100% de mim. E quando esfriei a cabeça esqueci completamente essa idéia e ainda me achei muito maluca por, pelo menos um minuto, ter pensado isso. Eu jamais, em hipótese alguma, deixaria meu filho.

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Pra onde eu vou, eu quero levá-lo, eu sempre quero ele por perto, mesmo sabendo que vai ser perrengue estar com ele ali. Quero muito que ele cresça sendo meu melhor amigo, quero que quando ele for adulto, eu ainda seja a mamãe dele e que ele seja muito carinhoso comigo.

Eu o olho e não acredito que um dia ele esteve dentro da minha barriga, que um dia ele ficou me chutando enquanto eu fazia carinho nele imaginando a carinha linda que ele teria.

Eu chorei a primeira vez que ele pegou um brinquedinho, estávamos só nós dois em casa e eu correndo pra arrumar a casa enquanto ele estava quietinho no carrinho e quando olhei para trás ele estava pegando o brinquedinho com a mão, finalmente tinha descoberto a mão.

Amamentar é foda (desculpa o termo, mas não encontrei outra palavra para descrever) de difícil, dói, cansa, esgota. Mas eu chorei no consultório da pediatra quando ela me disse que provavelmente meu leite secaria e eu não queria parar de amamentar, não queria cortar esse elo, eu não queria. A primeira vez que me dei conta que era mãe foi na maternidade quando fui amamentá-lo pela segunda vez, sentada na poltrona e coloquei-o para arrotar em posição de sapinho. Ele era tão pequeno, tão meu e eu era tão dele. E eu não queria perder isso, eu simplesmente não queria parar de amamentar porque era assim que eu me sentia, muito dele e ele muito meu e de mais ninguém.

Chorei quando a licença maternidade acabou, eu tive que voltar a trabalhar e não iria mais ficar 24h com ele. Mais uma vez ele não seria só meu e eu só dele. Foi difícil e doloroso o retorno ao trabalho.

Chorei a primeira vez que ele engatinhou. Sozinha, depois, num canto sem ninguém pra ver e rir de mim, de me chamar de idiota.

Chorei quando fui deitar e lembrei o quanto o amo, amo, amo que chega a doer dentro do meu peito.

Chorei quando ele ficou doente e eu desejei mil vezes que fosse comigo, mas nunca com ele. Por favor, Deus, tira isso dele e passa pra mim.

Eu o olho e é tudo tão perfeito. O cabelo, o narizinho arrebitado, os olhos de jabuticaba, a boquinha gorduchinha como a do pai, a bundinha, tudo tão lindo que eu só consigo agradecer à você, meu filho, por ter me escolhido para ser sua mãe.

É um amor muito louco, maior do que qualquer coisa, maior do que nós mesmas.

Ninguém nunca vai entender sem ter passado por isso, mas certeza que as mães que estiverem lendo isso me entenderão 100%.

Hoje eu entendo outras mães, sinto felicidade quando vejo uma mãe feliz, fico triste quando vejo a tristeza de uma mãe, seja na tv ou ao vivo. Hoje fui fotografar uma festa e meus olhos se encheram de lágrima na hora do parabéns porque eu vi a felicidade daquela mãe, sei que na cabeça dela está se passando o mesmo filme que se passa na minha.

Outro dia eu sonhei que eu morria e chegando no céu eu implorava para voltar porque eu tinha um filho pequeno e precisava muito voltar porque eu tinha que ensinar tudo pra ele e precisava muito vê-lo crescer, eu queria muito isso. Foi horrível esse sonho, eu acordei chorando muito, soluçando. Foi quando me dei conta que agora tenho muito medo de morrer e não poder estar presente em todas as conquistas e descobertas do meu filho, do meu João.

Melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida é ter me tornado mãe, minha maior realização, eu amo ser mãe, eu nasci para ser mãe, eu sempre sonhei em ser mãe, meu melhor papel é o de mãe.

Como uma amiga querida me disse, “Deus nos faz ser mãe para evoluirmos como seres humanos”. Eu nem lembro a mulher que eu era antes de ser mãe.

Para todas as mães que lerem esse post, eu desejo um Feliz dia das mães com as melhores coisas que Deus poderia nos dar, os filhos. Sim, dia das mães é todos os dias, mas é muito bom ter um dia todinho para gente.

Beijos,

Nanda

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Ps: as fotos foram do ensaio mãe e filho que fizemos com a fotógrafa Camilla Paes

Amamentar, o ato mais lindo mundo

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Não é segredo que eu sou super a favor da amamentação. Sempre sonhei em amamentar, já contei aqui em outro post a minha experiência de amamentar o João. E sempre defendo e encorajo a amamentação.

Simplesmente eu acho uma das coisas mais lindas do mundo. Não consigo entender como alguém leva para o lado erótico, só consigo pensar que é uma pessoa doente e que precisa de tratamento.

É troca de amor, é troca de olhares, alimenta o amor da sua vida com o seu corpo. Tem coisa mais linda do que isso?

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Nunca tive vergonha de amamentar, nunca me privei de amamentar em público e se alguém me olhou recriminando, nem reparei. Porque é tão natural pra mim que nem consigo prestar atenção ao meu redor. O momento de amamentar era meu e do meu filho apenas.

E, graças a Deus, não estou sozinha. Recentemente saiu uma pesquisa realizada em nove países e no Brasil foi constatado que 55% das mulheres acham normal amamentar em público.

A importância de amamentar vai muito além de apenas criar laços entre mãe e filho. O leite materno colabora para a formação do sistema imunológico da criança, previne alergias, obesidade, melhora o desenvolvimento cognitivo e traz diversos outros benefícios.

Um estudo realizado pela Lansinoh Laboratórios, líder mundial em acessórios para a amamentação, com mais de duas mil mães brasileiras em fase de amamentação, mostrou que, para 91,1% das entrevistas, entre 18 e 40 anos de idade, a principal razão para amamentar está ligada aos benefícios com a saúde do bebê.

A pesquisa foi realizada em nove países ( Brasil, China, França, Alemanha, Hungria, México, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos) com mais de 13 mil mulheres e também mostra que China e França possuem o maior percentual de mães que consideram amamentar em público constrangedor. No Brasil, um dos mais elevados índices da pesquisa mostrou que 55% das mães acreditam ser um ato natural e somente 2,5% das entrevistadas consideram amamentar em público algo errado ou desnecessário.

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O estudo também mostra que no Brasil, quanto maior o número de filhos, mais natural é amamentar em público. Para as entrevistadas com mais de quatro filhos, esse índice chega a 72,8%, enquanto para as que possuem apenas um, a taxa de aceitação foi de 53,6%.

Outro destaque apontado pela pesquisa foi sobre o tempo de amamentação. Para 41,5% das mães, o período ideal de amamentação é de seis meses a um ano. No entanto, somente 32% das mães afirmou amamentar seus bebês durante esse tempo. Eu, por exemplo, parei de amamentar com 5 meses e meio porque depois que voltei a trabalhar, mesmo tirando leite no trabalho e amamentando à noite e de madrugada, meu leite secou.

De acordo com o CEO global da Lansinoh Laboratories Inc., Kevin Vyse-Peacock, como os países buscam maneiras de apoiar as mães lactantes por meio de políticas públicas e benefícios no local de trabalho, esses dados fornecem uma visão direta sobre as atitudes e comportamentos de amamentação das mães que estão passando por esse momento.

O Benefício de saúde para o bebê é a principal razão que faz a maioria das mães dos nove países optarem pelo aleitamento materno, variando de 91% no Brasil a 76% na França.

Acordar a noite para amamentar está entre as três principais dificuldades apontadas pelas entrevistadas porque realmente essa parte é “punk” mesmo. Este é um problema para 44% das brasileiras, enquanto a dor associada com a amamentação foi destacada por 47% delas.

A “culpa materna” é universal. Quando perguntadas se elas sentiriam-se culpadas caso não amamentassem, a maioria das mães de oito entre os nove países disseram que sim,  93% das mães brasileiras concordam com isso. A Alemanha é o único país onde a maioria das mães não se sentiriam culpadas (61%).

A maioria das mães em todos os países extrai ou planeja extrair seu próprio leite. No Brasil, essa afirmação foi dada por 71% das mães entrevistadas. O país com a menor taxa de lactantes que extraem ou planejam extrair leite é a França (65%), e o com a taxa mais alta é a China (85%).

Fundada por uma mãe lactante, a Lansinoh vem auxiliando mães durante a amamentação por 30 anos. Famosa por seu principal e premiado produto, a pomada de Lanolina HPA, que usei demais durante a amamentação e foi de grande importância nesse período, a Lansinoh é atualmente a líder mundial em acessórios para a amamentação e está disponível em aproximadamente 60 países. No Brasil, apesar do produto principal já ser comercializado há mais de 10 anos, a empresa abriu sua filial em 2014, e atualmente oferece uma linha de produtos de alta qualidade para amamentação, além de uma linha premium de introdução alimentar, a mOmma by Lansinoh.

Para mais informações, acesse o site da Lansinoh.

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Apesar de nunca sofrer repressão por amamentar em público, já ouvi muitos casos desse tipo. Sempre achei um absurdo total e felizmente esse cenário está mudando.
Nesse mês de março, na Câmara Municipal de São Paulo, foi aprovado um projeto de lei que prevê multa a quem proibir ou constranger mulheres durante a amamentação. O projeto agora está aguardando aprovação do prefeito Fernando Haddad e a multa será de R$500,00 (em caso de reincidência o valor dobrará). Leia mais sobre a notícia aqui.
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Já que estamos conversando sobre esse assunto, não posso deixar de falar sobre o trabalho de um fotógrafo que acompanho tem um tempinho, adoro o estilo dele e acabei descobrindo que ele tem um projeto muito legal, o Projeto Amamente.
Nesse projeto o fotógrafo José Neto fotografa mulheres enquanto estão amamentando e, MEU DEUS, que fotos maravilhosas! Juro, é de ficar babando.
Sou muito da idéia de que fotografias passam emoções e essas do Projeto me deixam tão encantadas. É suavidade, carinho, amor, troca de olhares, romantismo, tudo em uma foto só.
O José Neto teve essa idéia uma vez que estava fazendo um ensaio com uma família e em determinado momento a mãe pediu uma pausa para amamentar o bebê. Ele achou o ato tão lindo que começou a fotografar. E a partir desse dia, passou a convidar mulheres à posarem para as fotos e participarem do projeto.
O Neto quer que as fotos sirvam de motivação para que as mulheres não tenham vergonha desse momento lindo e ainda quer mostrar que elas ficam lindas quando amamentam.
Neto, só te digo uma coisa: Vendo suas fotos senti muito orgulho por poder ter tido a oportunidade de amamentar meu filho. Muito obrigada por esse trabalho que você tem feito maravilhosamente por nós.
Todas as fotos desse post são do projeto do José Neto e o você encontra essas e outras na Fanpage do Projeto Amamente – Breastfeed Project.
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E como foi a sua experiência em amamentar em público? Me conta!

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Beijos,

Nanda